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domingo, 12 de abril de 2015

A GRAÇA É DE GRAÇA - EIS A MISERICORDIA DIVINA !







Nada pode paralisar a mão de Deus, nem mesmo seus supostos pecados de omissão ou comissão.
Nada que faça ou que tenha deixado de fazer irá barrar o fluir divino. 

Este fluxo independe da quantidade de leitura espiritual que tenha feito, de idas à igreja, ou de estudo e meditação. Estes são apenas fatores auxiliares na abertura de sua consciência. E este é o único objetivo de todos eles.

Deus não está jamais esperando sentado, até você se tornar bondoso ou espiritualizado, ou até terminar de ler centenas de páginas sobre a Verdade, ou meditar por determinado número de horas.


O Cristo é a realidade de seu ser agora.
Ele está à espera, mas é você que deverá deixá-Lo entrar: primeiramente, exterminando a crença de que Ele seja algo externo ao seu ser;em segundo lugar, permitindo o Seu fluir, através da sua conscientização de sua onipresença.


Se você acreditar, por um segundo que seja, que seu bem depende de algo que possa humanamente fazer ou deixar de fazer, estará se excluindo do fluxo divino.



Deus em Si está fluindo infinitamente, e a única barreira à totalidade de Sua expressão é proporcional à sua crença de que o bem divino é dependente daquilo que você faz ou deixa de fazer.



Qualquer que seja a atividade espiritual de que faça parte, saiba que o objetivo dela não é o de receber o bem de Deus, mas o de ensiná-lo como abrir sua consciência ao Seu influxo.
Jamais creia que possa provocar ou impedir o fluir divino.Ele já está pleno e completo no interior de seu próprio ser, aguardando seu reconhecimento de sua plenitude no Cristo. 

Joel S. Goldsmith 






graçaeverdade



“Porquanto a Lei foi dada por intermédio de Moisés; mas a graça e a verdade vieram através de Jesus Cristo”.
João 1: 17


O ensinamento absoluto dá vida à revelação de que “a lei foi dada por Moisés e a graça e a verdade vieram por Jesus Cristo”. 


Viver esta Visão absoluta, que transcende a lei, é viver como foi revelado ao apóstolo Paulo: 
“A Minha graça te basta” II Cor. 12: 9.


Graça e Verdade podem ser consideradas como sinônimos que excluem “outra existência”, senão a Realidade divina. 
Isto significa que o suposto “mundo fenomênico” é visto como ILUSÃO, sem que haja alguém presente nele para estar “sujeito à lei”. 


Portanto, a “graça nos basta”, por nos conduzir ao “ponto de vista de Deus”, sobre o Seu conhecimento da natureza espiritual, perfeita e permanente da Existência, que é Ele próprio sendo TUDO, sendo TODOS, sendo, portanto, AQUELE QUE EU SOU E AQUELE QUE VOCÊ É!


Quando você conscientemente “vive pela graça”, está se admitindo como dotado da Mente de Cristo! 


É dessa forma que “a graça e a verdade” nos vêm por Jesus Cristo! PELA SUA ADMISSÃO DE “TER A MENTE DE CRISTO”, como está revelado e registrado em I Cor 2: 16. 


De nada adianta “a graça divina nos bastar”, se nos identificamos com a “mente carnal”, que nos entende “sob a lei”!


A “graça divina” é a nossa liberdade plena em Deus, quando nos identificamos integralmente com Ele através do Cristo que somos, e da Mente de Cristo que temos!


A “graça que nos basta” está associada com a revelação de Jesus que diz: 
“O Pai a ninguém julga, mas deu ao filho o julgamento”. 


Em outras palavras, DEUS ESTÁ SENDO TUDO,  
E CADA FILHO DEVERÁ “SE JULGAR” SER UM COM ELE!

Esta libertação requer o abandono de sua identificação com a suposta mente humana e suas crenças, dogmas religiosos, julgamentos pelas aparências, submissão a leis cármicas, crenças em pecados e em pecadores, em “seres deste mundo”! 

Jogue tudo para o alto de uma só vez! 
A GRAÇA LHE BASTA!

Você é livre! Você é Deus manifesto como Filho! 
O seu juízo sobre você é justo, e nunca “segundo aparências”! 

NÃO POSTERGUE A VIDA PELA GRAÇA POR SE APEGAR A FALSAS CRENÇAS QUE DEUS DESCONHECE!

Recentemente, ouvi uma senhora dizer a outra: “Não é a todo mundo que Deus deseja curar!” Sem ser convidado, eu disse a ela: 
“Jesus mandou curar os enfermos, e não se recusou a curar ninguém”. 
Como não se mostrou interessada em minhas palavras, segui meu rumo. 


Mas, esta sua CRENÇA DESCABIDA é o que a faz enxergar um “Deus que não cura a todos!” 

Que desconhece ela? 
A GRAÇA E A VERDADE! 

Muito provavelmente, é vítima de “crenças religiosas” que lhe impingiram um Deus que nos julga “pela carne”, que “escolhe pessoas”, que age como “juiz de humanos”! 
ESTE DEUS NÃO EXISTE! 
DEUS É TUDO, E NELE VIVEMOS, NOS MOVEMOS E EXISTIMOS! 


Descarte tudo que leva em conta um suposto “eu separado de Deus”. 

E foi o que Jesus nos ensinou: 
“NEGUE-SE A SI MESMO E ME SIGA!” 
Estava nos dizendo: 
“SUBA AO PAI COMO EU! VEJA-SE SENDO O CRISTO COMO EU! VIVA PELA GRAÇA E VERDADE COMO EU!”


Jesus veio revelar que “deste mundo não somos”, que “é do agrado do Pai nos conceder o Seu Reino”, e que A VIDA PELA GRAÇA E PELA VERDADE É A QUE, COMO VIDA DE DEUS, JÁ ESTAMOS AGORA VIVENDO!






                                   Agradecimentos ao meu Amigo Dárcio













sábado, 11 de abril de 2015

PERCEBENDO DEUS COM OS OLHOS E OUVIDOS INTERIORES ...








Algumas vezes a Percepção da Presença de Deus sendo o Ser que somos chega em palavras e pensamentos; outras vezes, como impressões, ou apenas como uma sensação interna de relaxamento ou liberdade. 

Às vezes nossa face expressa um sorriso. Parece não ter significação, mas há nele uma sensação de paz.

No momento em que nos sentimos uma confirmação interna, estamos recebendo uma resposta à nossa prece. 

Daí por diante, bastar-nos-á ficar atentos ao desabrochamento da harmonia em nossa experiência, o que poderá levar um dia, uma semana, um mês ou um ano. Tudo depende de quanta macega precisa ser capinada ou de quantas florestas devam ser derrubadas. Muitos de nós estamos perdidos em espessas florestas de superstição, florestas de ignorância quanto à natureza de Deus e à maneira como Ele trabalha.  

Quando estas coisas são vistas com clareza e superadas, verificamos que harmonia começa a manifestar-se em nossa vida.

        
Temos acesso a Deus, a Consciência divina, que é a nossa consciência individual, somente pela nossa auscultação interna, por meio da meditação, convidando-a a derramar-se em nós e através de nós. 

Não temos acesso a Deus através de nossa mente. Só podemos alcançar a Deus através de nosso ouvido interno, e não pelo ouvido externo.

        
Temos olhos e não vemos? Temos ouvidos e não ouvimos? Jesus não se referia aos olhos e ouvidos materiais, mas à capacidade interna da Alma. 

Acaso  possuímos essa faculdade de perceber Deus e não o estamos percebendo, ouvindo ou vendo? 

Acaso sabemos que Deus nos deu a  possibilidade interna de nos unirmos a Ele e de recebermos tudo quanto Ele tem e sermos tudo o que Ele é? 

Será que fazemos uso suficiente dessa capacidade outorgado por Deus? 

As faculdades de nossa Alma são os olhos internos e a audição internas, o que nos permite permanecer internamente em paz.


Para isso, tem que haver a efetiva, real presença de Deus, temos que sentir-lhe a presença.  Então teremos algo em que confiar. 

Precisamos confiar na certeza que provém da realização e demonstração da presença de Deus – o que torna possível todas as coisas. 

Graças à presença de Deus podemos aprender a amar nossos inimigos. 

Pela graça de Deus, e não por quaisquer de nossas virtudes, é que   podemos orar por aqueles que nos odeiam e caluniam. 

Se realmente quisermos orar pelos nossos inimigos, se realmente quisermos perdoá-los, precisaremos, antes de tudo, conscientizar a realidade da presença de Deus e, então, por meio dessa Presença, poderemos fazer todas as coisas.  

Uma vez identificados conscientemente com a presença de Deus, a Consciência primária, poderemos caminhar através das chamas  ou entrar na cova dos leões.   







                        JOEL S. GOLDSMITH


sexta-feira, 10 de abril de 2015

ORANDO COM AS FACULDADES DA ALMA




 



Este Deus de que estamos falando é a mesma Consciência divina primária. Começa a operar dentro e através de nós desde o momento em que voltamos nossa atenção para dentro de nós mesmos em estado de receptividade. 

Quanto mais cedo aprendermos a orar sem palavras e sem pensamentos, em estado de receptividade interna profunda, tanto mais cedo verificaremos que este Deus está sempre presente e em permanente atividade.  Até então, vamos deixando-o de lado, por não estarmos em estado de escuta e em sintonia com Ele.

Quando digo que precisamos orar sem palavras e sem pensamentos, não estou querendo dizer que não precisamos preparar-nos para isso, reconhecendo, como estamos agora, com o auxílio desta Mensagem, a graça de Deus, Sua presença, Seu poder. 


A parte preliminar de nossa prece é esse reconhecimento consciente, pois a iniciamos pensando profundamente na graça de Deus, na Sua presença, no Seu poder. Isto, porém, é só o início da prece, quando estamos preparando a base na qual podemos nos apoiar quando estamos em atitude de auscultação.

Tendo estabelecido em nossa consciência esse estado preliminar de oração, poderemos agora cessar de pensar, entrando a escutar, entrando no estado de oração propriamente dito. E o que estivermos ouvindo internamente poderá não ser uma palavra falada, mas, na realidade, será algo que nos dá a certeza da presença de Deus, da Sua graça. 

Algumas vezes a Percepção da Presença de Deus sendo o Ser que somos chega em palavras e pensamentos; outras vezes, como impressões, ou apenas como uma sensação interna de relaxamento ou liberdade. 

Às vezes nossa face expressa um sorriso. Parece não ter significação, mas há nele uma sensação de paz. 







                            

                        Joel S. Goldsmith





quinta-feira, 9 de abril de 2015

SER RECEPTIVO MESMO DORMINDO






O estado de receptividade interna, é saber, sem qualquer sombra de dúvida, que o reino de Deus está dentro de nós AQUI E AGORA.



Desta maneira poderíamos aprender a viver as vinte e quatro horas do dia com os ouvidos internos abertos, mesmo enquanto dormimos, porque a consciência é tão perceptiva quando dormimos como o é quando estamos acordados. 

Em outras palavras: Deus está sempre ativo. Para Ele não há tal coisa como período de descanso. Não há momento em Sua voz não esteja sendo emitida. Portanto, não fecheis vossos ouvidos a essa Voz, mesmo em horas de sono, mas abri-los e compenetrai-vos de que:
Durante as vinte e quatro horas do dia, eu e o Pai somos um, e eu posso ouvir tudo o que Pai está dizendo em cada segundo dessas vinte e quatro horas.


Descobriremos que embora estejamos descansando, ou mesmo dormindo, há uma parte nós que está sempre receptiva. 

Se houver ocasião para que Deus nos fale, acordaremos e ouviremos a Sua comunicação, ou a receberemos em sonho. Mas de qualquer modo saberemos com absoluta certeza que a comunicação veio de Deus. 

Se quisermos, pois, estar atentos tanto durante a noite como durante do dia, precisaremos abrir conscientemente aquele nosso ouvido interno antes de dormir, conscientizando que: Posso ouvir agora tudo o que o Pai está dizendo, posso ouvi-lo durante as vinte e quatro horas do dia, tanto acordado. 

Deus tem em meio de Se comunicar comigo. Estou sempre alerta para receber tudo quanto Ele tem para me comunicar.


Com isso, poderemos descansar, confiantes em que deixamos aberto dentro de nós em ponto bem desperto para receber qualquer comunicação necessária para o nosso bem. 
Não podemos permitir-nos excluir Deus de nossa vida das dez da noite às sete da manhã, ou da meia-noite às seis. 
Necessitamos de Deus quando dormimos, senão mais, pelo menos tanto como quando acordados. Por isso não devemos esquecer Sua presença quando vamos dormir. 

Devemos lembrar-nos conscientemente de que somos UM com o Pai, dia e noite. Isto nos torna receptivos e suscetíveis àquela Palavra que é viva, penetrante e eficaz. 









                        Joel S. Goldsmith

quarta-feira, 8 de abril de 2015

MEDITAÇÃO É PRECE CONTEMPLATIVA: É A PERCEPÇÃO DA NATUREZA E DA PRESENÇA DE DEUS - AQUI E AGORA










A palavra de Deus é viva, eficaz e mais penetrante do qualquer espada de dois gumes...

Ele faz ouvir a sua voz e a terra se dissolve ...



Essas passagens contêm a chave da prece, que é o único meio de sermos governados por Deus. 

É o segredo da liberdade, independência, justiça e igualdade sob o governo de Deus. 

Isso não se obtém em virtude daquilo que um grupo de homens gostaria de nos dar ou do que  outro grupo gostaria de nos tirar. 

Nosso destino nada tem a ver com homens. Nosso destino depende de Deus. 

Mas não haverá meio de nos valermos de Deus ou de Seu governo enquanto insistirmos em falar com Ele, em contar-lhe as nossas desditas  ou procurar influenciá-lo em nosso favor. 

A prece é uma abertura de nossa consciência e o reconhecimento da natureza e da presença de Deus.


Quando reconhecemos que Deus é a Inteligência infinita deste universo, e que essa Inteligência é responsável pelo fato de os pêssegos serem oriundos de pessegueiros, e os tomates, de tomateiros; quando compreendemos que o sol, a lua e as estrelas não funcionam senão de acordo com o plano dessa divina Inteligência, então estamos em condições de abandonar nossa absurda pretensão de falar com Deus ou de pedir-lhe coisas que julgamos necessitar; só então é que podemos iniciar o estabelecimento, em nosso íntimo, de uma verdadeira atitude de oração, confiando em que Deus conhece de antemão as coisas que necessitamos.


Quando reconhecemos a natureza de Deus como amor, e vemos como este opera através de todos os processos da Natureza que contemplamos, só então é que estamos preparados para confiar no governo de Deus. 

Essa confiança significa que nós, por nós mesmos, nada sabemos sobre o dia de amanhã: não sabemos onde estaremos e o que iremos fazer. 

Sabemos apenas que existe uma Inteligência divina, ilimitada, muito superior a tudo o que qualquer ser humano possa conhecer; que existe uma presença e poder do Amor divino que se compraz em dar-nos o Seu reino, e passamos a reconhecer que tudo isso está dentro de nós. 

Agora, podemos deixar que a graça de Deus frutifique ou manifeste Seu bem. 

Portanto, nunca devemos voltar-nos para Deus com o intuito de receber alguma coisa, mas sim, unicamente, com o propósito de reconhecer Sua onipresença e de escutá-lo. Isto implica em um estado de receptividade interna, é como se soubéssemos, sem qualquer sombra de dúvida, que o reino de Deus está dentro de nós AQUI E AGORA.