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segunda-feira, 14 de janeiro de 2019

CONTEMPLE SUAS “MAIORES OBRAS” CONSUMADAS EM DEUS!






Enquanto o mundo, os discípulos, os parentes, e todos os demais, viam Jesus como “Jesus, filho de Maria”, Jesus se via SENDO A VERDADE! Enquanto o procuravam para resolver “problemas terrenos”, Jesus revelava O REINO “CHEGADO” DE DEUS! 

Ao dizer: “Fareis as obras que eu faço, e maiores do que estas”, Jesus falava de sua visão crística, com que via todos os Filhos de Deus já sendo “um com o Pai”, idênticos a ele! 

Porém, a maioria entende a revelação como "algo deste mundo”, com as pessoas “fazendo os sinais” como ele fazia! Seriam os “sinais” as obras? Se fossem, teríamos até hoje, no mundo, os “cegos curados”, a “adúltera perdoada”, os “paralíticos curados”!

NÃO HÁ VERDADE EM “SINAIS” NEM EM “MILAGRES”!

Toda “alegria” decorrente deles é tão fugaz quanto eles! 

“Geração sem fé e perversa! Sempre em busca de sinais”! Assim se manifestou Jesus sobre o assunto! VEIO REVELAR NOSSA EXISTÊNCIA PERENE E IMACULADA NO REINO DA VERDADE, E SÓ ENCONTROU “CARNAIS ALEGRES E FELIZES” COM SUPOSTAS “MELHORIAS DO MUNDO DA MENTIRA”!

“NÃO PODEIS SERVIR A DOIS SENHORES!” – É esta a Verdade! 

Somente existe um “MIM”, um “EU SOU”, um INFINITO, uma ONIPRESENÇA! 

Por isso, Jesus assim disse: “QUEM CRÊ EM MIM, CRÊ NÃO EM MIM, MAS NAQUELE QUE ME ENVIOU”.

O “EU SOU” INFINITO E ÚNICO É O “SENHOR ÚNICO”, O “SENHOR NOSSO DEUS”! 

“Minha mãe e meus irmãos são aqueles que fazem a Vontade de meu Pai”, disse Jesus. E esta Vontade está expressa e CONSUMADA como a ONIAÇÃO DIVINA UNIVERSAL, sem ter nada a ver com “feitos de supostos seres deste mundo”! NÃO HÁ VIDA NA MATÉRIA!

Quando alguém medita e se entende INCLUSO NA ONIAÇÃO, vê “desaparecer” o “velho homem e seus feitos”, todos completamente ilusórios, mesmo se tivessem eles sido, até então, rotulados de “bons” ou de maus”! Que resposta Jesus disse que seria dada a eles? A seguinte: “EU NUNCA VOS CONHECI!”.

Toda AÇÃO REAL E UNIVERSAL expressa a VERDADE DE QUE DEUS É TUDO! 

Portanto, varra de aceitação a CRENÇA EM DOIS SENHORES, e contemple a ONIAÇÃO em Suas MAIORES OBRAS, percebendo-a EM SI MESMO, NO PONTO ESPECÍFICO DO INFINITO EM QUE O INFINITO É VOCÊ!

É DESSE MODO QUE VOCÊ SE LIVRA DA MENTE ILUSÓRIA, QUE “BUSCA SINAIS”, PARA SER A MENTE DO ABSOLUTO, QUE SUSTENTA TODAS AS “OBRAS PERMANENTES”!

VOCÊ, NA UNIDADE PERFEITA, EVIDENCIA A MAGNITUDE DAS “MAIORES OBRAS”, SENDO “O CRISTO ETERNO”, ATIVO EM DEUS, SEM JAMAIS TER SIDO, SEQUER POR UMA FRAÇÃO DE SEGUNDOS, UM “MORTAL CARNAL”, NASCIDO DE “MORTAIS”!








Gratidão ao meu Amigo Dárcio

domingo, 13 de janeiro de 2019

VOCÊ PODE CURAR, SEM HESITAÇÃO!


Será que você se sente hesitante quanto a exercer a prática da Ciência Cristã para auxiliar outras pessoas? 

Acaso você não se considera suficientemente bom, ou que não está tão adiantado espiritualmente, ou que não é capaz de prestar aquela forma de ajuda que você muitas vezes recebeu? Ou acha que poderia deixar para mais tarde, quando você estiver mais preparado para ajudar? 

Se for assim, entendo como se sente. Talvez você queira pensar novamente sobre o caso. 

Aconteceu comigo, eu tive de reconsiderar esse assunto e contarei a você quando o fiz.

Eu estava servindo como Primeira Leitora em minha filial da Igreja de Cristo, Cientista, quando, uma semana, a Regra Áurea constou na Lição Bíblica. 

Lembrei-me de que eu deveria fazer aos outros o que eu gostaria que eles fizessem por mim. Uma coisa que outras pessoas, certamente, tinham feito por mim, durante anos, havia sido dar-me apoio em oração, quando eu o necessitava.

Recentemente notei que, para ser justa, eu deveria fazer o mesmo para os outros. 

De fato, despontou-me na consciência que para cada benefício que eu havia recebido pelas orações devotadas de alguém, eu tinha a obrigação de prestar assistência semelhante ao meu próximo. 

Passei a encarar a prática da Ciência Cristã em prol dos outros, não como uma atividade que eu escolheria no futuro, mas como uma exigência moral e espiritual que se me apresentava no presente. Reconheci que eu tinha de estar disposta a cumpri-la.

Não muito depois disso, uma praticista da Ciência Cristã, que atendia sempre a muitos pacientes, perguntou-me se, ocasionalmente, ela poderia dar meu nome a alguém que lhe pedisse ajuda, caso estivesse, no momento, impossibilitada de atender. Recordando o discernimento que tivera sobre a Regra Áurea, respondi que sim.

Passaram-se vários meses. Quase esqueci do acordo. Então, um dia, no meio do verão, recebi um chamado. Eu havia estado descontente todo o dia devido a diversas contrariedades e, praticamente, a última coisa no mundo que naquele momento eu me sentia capaz ou inclinada a fazer, era ajudar alguém em espírito de oração.

Quando atendi ao telefone, entretanto, as primeiras palavras que ouvi do outro lado da linha foram: “A senhora é praticista da Ciência Cristã?” 

De repente, lembrei-me do acordo com a outra praticista e respondi, sem muita convicção: “Sou sim, pelo menos sou estudante da Ciência Cristã”. 

A voz era de mulher e parecia preste a chorar. Ela falava em nome do marido, que havia tido, há algum tempo, uma constrição na garganta que o impedia de falar. Parecia que estava com medo e perguntou-me se eu podia ajudá-lo, ao que respondi afirmativamente.

Como eu nada sabia acerca da mulher, perguntei-lhe se possuía uma Bíblia. Ela disse que sim. 

Então, pedi-lhe que lesse para o marido o Salmo 23, usando a palavra Amor, um sinônimo de Deus, em substituição a Senhor, onde esta palavra aparece no texto. 

Ela disse que o faria e combinamos de conversar novamente na manhã seguinte.

Quando larguei o fone, pensei: “Em que eu me meti? Como posso ajudar alguém?” Senti-me tão deprimida todo o dia,que eu é que deveria pedir ajuda a alguém.

Enquanto eu estava em silêncio, na cozinha, acabando de jantar, meu pensamento começou a mudar. 

Lembrei-me de como eu havia me comprometido com a praticista que se sentia tão ocupada. 

Para ser exata, recordei a Regra Áurea. 

No mesmo instante, um pensamento bom ocupou-me a consciência: “Se Deus quer que eu ajude alguém, Ele também deverá dar-me a capacidade para fazê-lo”. Percebi que possuía essa capacidade, sem levar em consideração minha sensação do contrário. Eu sabia que Deus era inteiramente justo e não exigiria mais do que eu podia fazer. Também comecei a reconhecer que era Ele, e não eu, quem curava.

Fui à sala de estar e sentei-me no sofá. “Bem, admiti, devo agir como uma praticista”, pensei. “Como devo fazer?” Lembrei-me que a Sra. Eddy inclui em Ciência e Saúde um capitulo intitulado: “A Prática da Ciência Cristã”. Abri-o e comecei a ler.

Começa contando com pormenores a ocasião em que Cristo Jesus foi convidado à casa de Simão, o Fariseu, quando numa mulher, mais tarde identificada pela tradição como Maria Madalena, entrou sem ser convidada. Ela regou os pés de Jesus com suas lágrimas e ungiu-os com óleo. 

À medida que eu lia, tornou-se claro para mim que essa história era decisivamente importante, que representava uma profunda verdade espiritual fundamental para a prática daCiência Cristã.

Pareceu-me que o que estava sendo enfatizado no capítulo escrito pela Sra. Eddy era a atitude da Madalena diante do Cristo. Aí estava uma mulher que, tendo sido pecadora, se arrependera e buscava perdão. Sua atitude mental, sua contrição e humildade estavam sendo recomendadas ao praticista da Ciência Cristã. 

Até mesmo um “pecador” pode praticar a Ciência Cristã, desde que se haja arrependido completamente, é o que esta parte do capítulo parece dizer. Esse pensamento me reconfortou.

Jesus disse que os pecados da mulher foram perdoados porque “ela muito amou”. Obteve o perdão por causa de seu amor. 

Comentando esse fato, Ciência e Saúde diz: “Se o Cientista tem bastante afeição cristã para conseguir seu próprio perdão e tal louvor como o que Madalena recebeu de Jesus, então ele é bastante cristão para exercer a prática científica e tratar seus pacientes com compaixão; e o resultado corresponderá à intenção espiritual.”

Não li além dessa frase. Vi claramente o que devia fazer. Precisava obter meu próprio perdão mediante a afeição crística, para que eu pudesse exercer a prática científica da Ciência Cristã. 

Como poderia eu obter meu próprio perdão? Fazendo exatamente o que Madalena fizera, curvando-me em humildade e arrependimento e permitindo que esse profundo amor espiritual a Deus, que exprime o verdadeiro caráter cristão, varresse da consciência humana tudo o que fosse dessemelhante de Deus. 

Durante mais ou menos uma hora, senti como se estivesse sendo batizada espiritualmente, pondo fora todas as impurezas, submissa ao Cristo, a Verdade. 

À medida que eu sentia a presença de Deus, via meu paciente de modo mais claro, nós dois tocados pelo espírito do Cristo, ambos perdoados, enaltecidos, curados. 

Quando fui dormir, naquela noite, sentia-me mais feliz do que vinha me sentindo havia dias.

Logo depois do desjejum, na manhã seguinte, falei com a esposa do paciente. Ela disse que o marido tivera uma verdadeira batalha no começo da noite, mas mais tarde as coisas começaram a melhorar. 

Então ela disse: “Aguarde um minuto. Irei buscá-lo. Ele mesmo falará com a senhora”. E ele veio ao telefone e agradeceu-me pelo que eu fizera.

Imagine quão grata eu fiquei ao único bom e grande Deus que “sara todas as tuas enfermidades” (Salmos). 

Todavia, eu estava menos impressionada com a cura, que ocorreu exatamente como eu esperava, do que com o outro aspecto do ocorrido.

Eu havia estado todo o dia anterior sentindo-me deprimida, imprestável, inútil. Mas Deus e Seu Cristo, em nenhum momento, me haviam abandonado. O que eu precisava fazer era corresponder ao bem sempre presente, sempre ao meu dispor. Acho que nunca mais me deixarei enganar pela crença de não estar preparada para ajudar.


(Extraído de O Arauto da Ciência Cristã – Abril 1992

sábado, 12 de janeiro de 2019

ESTUDANDO A CIÊNCIA CRISTÃ - 2






Os verdadeiros Cientistas Cristãos não se desviam moralmente daquela súmula da Ciência divina chamada "O Sermão do Monte", assim como não tratam dos doentes por manipulação, nem prescrevem remédios, nem negam a Deus. 

O modo de curar praticado por Jesus era espiritual por natureza, método e intento. 

Jesus realizava a cura da doença por meio da Mente Divina, que confere toda a volição, todo impulso e toda ação verdadeira; destrói o erro mental que aparece fisicamente, e, pela manifestação oposta, a da Verdade, estabelece no corpo a harmonia da saúde."

Mary Baker Eddy (Rudimentos da Ciência Divina, p. 3 ).





A chamada “cura divina” não se baseia em fé cega nem em meramente a pessoa dizer que “parou de tomar remédios” para verificar, como se fosse um teste, se os seus supostos males assim seriam realmente curados. 

Os princípios se baseiam na Verdade de que DEUS É TUDO, e que, em vista disso, o nosso “Corpo é Templo de Deus”, a Substância divina manifesta na “forma Corpo”, invisível aos sentidos humanos, mas presente sempre em Sua perfeição gloriosa e resplandecente.

“Jesus curava a doença por meio da Mente Divina”, ou seja, não dependia de mentalizações e artifícios da suposta mente humana para produzir a chamada “cura”; tudo deixava a cargo da Mente Divina, “conhecedora da Verdade”, e Ela, em seu atuar, sozinha, gerava o que a autora chama de “toda volição, todo impulso e toda ação verdadeira”. 

O chamado “erro mental” era então destruído, trazendo à luz da visibilidade a Verdade invisível, mas sempre presente.

Deus é Tudo, e Deus é ESPÍRITO; é por isso que, como diz a citação, “o modo de curar praticado por Jesus era espiritual por natureza, método e intento”. 

A matéria não era vista como existência real, a doença era entendida como “ilusão”, e a Mente onipotente era reconhecida como única Realidade presente, e presente discernindo unicamente a Perfeição imutável de toda a Existência.















GRATIDÃO AO MEU AMIGO DÁRCIO

sexta-feira, 11 de janeiro de 2019

“ESTE MUNDO” É UMA FORMAÇÃO DE CRENÇAS!




O ensinamento absoluto parte da TOTALIDADE E UNICIDADE DE DEUS, isto é, chama de “erro” toda aceitação de problemas, desarmonias e males. 

Desse modo, como na Matemática, somente o problema resolvido é aceito como verdade, enquanto todo erro cometido é entendido como falsidade, não acerto, desvio, e coisas do tipo.

Sendo TUDO, Deus é perfeição ONIPRESENTE, isto é, UNICAMENTE A PERFEIÇÃO É REALIDADE, enquanto as supostas “imperfeições” são “erros” ocupando o lugar da Verdade, assim como um “sete” pode ser grafado como resposta errada para a conta “3 mais 3”.

Os erros poderão ser infinitos, mas o acerto, o “seis”, é princípio eterno e absoluto!

Todos os erros decorrem da “mente HUMANA ignorante”, que não sabe PERCEBER O CERTO! 

A mulher hemorrágica, convicta de se ver “sã” apenas por tocar as vestes de Jesus, comprovou o “acerto” de ter estado sempre perfeita! Sem perceber, mudou de CRENÇA, de “doente para sã”, e comprovou que “ESTE MUNDO” É FEITO DE CRENÇAS E NÃO DE VERDADES!

Se desejasse “contemplar sua perfeição perene”, teria de “subir ao Pai”, ao Absoluto, e saberia que DEUS ESTAVA SENDO A VIDA DELA! Como se contentou com “sinais”, Jesus disse a ela: “A tua fé te salvou!”.












Gratidão ao meu Amigo Dárcio

quinta-feira, 10 de janeiro de 2019

Ponto De Vista




A cura nada tem a ver com as aparentes formas materiais; tampouco tem a ver com o Corpo espiritual. Em nada se relaciona com condições ou sintomas físicos, nem com desarmonias de qualquer espécie. Ela somente tem a ver como o nosso ponto de vista.

Com frequência, a cura é simples como o é para alguém decidir se ele possui uma forma material desarmônica, portanto, necessitada de cura, ou um Corpo Espiritual perfeito, em que desarmonia alguma possa surgir.

Descartando toda alegação referente à forma material e tomando posse espontânea do Corpo Espiritual, que é nosso de Eternidade a Eternidade, não podemos deixar de experienciar a glória e a saúde que lhe são inerentes.

Declarando posse do Corpo espiritual, que não necessita de cura por sempre ser imaculado, perfeito e completo, nós provamos que nosso Eu é o Ser único, e nenhum outro. 

Verdadeiramente, nosso corpo é maravilhoso como a estrela da manhã, e radiante como o sol. 

Contudo, apenas crer que ele seja espiritual, perfeito e sempre harmonioso, não nos basta. Precisamos tomar posse dele como sendo o nosso próprio corpo.

“Como?” - você perguntaria. 

Através do amor e da devoção, tal como chama flamejante. 

Assim como alguém declara fidelidade ao seu País, com todo ardor, adoração, lealdade e fervor de seu ser, proclame seu EU como Espírito, Verdade, Inteligência; e seu corpo como perfeito, integral e todo-harmonioso.

As formas são múltiplas, e são proclamadas por aqueles que chamam a si mesmos de “pessoas” ou “indivíduos”. 

O Corpo é um, e pertence a todos que dele tomam posse como o corpo da Perfeição...o corpo de Vida, Verdade e Amor.

Quando você vislumbra o real e verdadeiro estado do Ser, Corpo e Universo, não pense que poderá ficar quieto e descansado. Não! Este não é momento de letargia ou desleixo mental. Você terá de ser a chama viva, expressando, cada vez mais, as ideias e atividades divinas intrínsecas ao seu Ser; sempre recordando que o Corpo expressa você, a Vida e o Ser perfeitos.

Uma aceitação intelectual desta nova Ideia, sem a atividade espiritualmente jubilosa de nela permanecer, adorando, amando e continuamente se elevando às altitudes máximas de luz, poder e ação, pouquíssimo benefício lhe trará, e, talvez, até mesmo nenhum...

A crescente tendência de se abolir a ideia de tratamento mental ou metafísico, sem nada colocar em seu lugar, limita e compromete a atividade espiritualmente progressiva e a luz de alguém. 

Uma vez face a face com o “Eu”, teremos de “provar todas as coisas e permanecer firmes”.

Que nos ajudará em nosso desvínculo com as desarmonias e limitações? Resposta: Nossa aceitação e nossa dependência à Consciência espiritual que somos, a Consciência que conhece o Eu, o Universo e o Corpo como sendo o Integral espiritual perfeito. Com efeito, nossa visão inteira deve ser espiritual.

Se o Céu está à mão, onde é que Ele está? Nos Estados Unidos? Noutro país? 

Jesus nos deixou bem claro: “O Reino de Deus está dentro de vós”. Quão distante está “você”? Está exatamente à mão, não está? 

Assim, se você parece estar nos Estados Unidos, aí é o Céu! Ou, em outro local qualquer, aí é o Céu!

Como pode ver, o Céu está em você; não é preciso que “caminhe até Ele”. 

A Consciência é Vida, é Ser, é Corpo, é Universo, é Céu. Ela está exatamente à mão...dentro de você...você.

Quanto mais permanecermos no verdadeiro estado e natureza de nosso Eu, Corpo e Universo, mais garantidas serão nossa segurança, nossa paz e nossa prosperidade. 

O reconhecimento de nossas atividades como espirituais e perfeitas, sem limites de qualquer espécie, à mão, e dentro de nossa Consciência, propicia nossa emancipação de um mundo-espectral chamado “existência humana”.






LILLIAN DeWATERS

quarta-feira, 9 de janeiro de 2019

A Transcendência Que Liberta!






Na Metafísica, lidamos com três componentes básicos, práticos e demonstráveis: 
a) os ingredientes, 
b) a receita, 
e c) o produto final almejado. 

De nada adianta uma receita de bolo sem os ingredientes: de nada adiantam os ingredientes sem a receita do bolo: e de nada adiantam os ingredientes e a receita, se ninguém produzir o bolo com eles.

A base da Metafísica Absoluta é que DEUS, a SUBSTÂNCIA ESPIRITUAL INVISÍVEL, é TUDO! 

Assim, o verdadeiro “INGREDIENTE”, disponível sempre, é DEUS! 

Por isso Cristo disse “EU SOU O PÃO DA VIDA”, “EU TENHO ALIMENTO QUE VÓS NÃO CONHECEIS”: sabia, e sabe, que DEUS é a única FONTE DE SUPRIMENTO.

Agora precisamos da RECEITA. Qual é ela? Precisamos entender que DEUS É O RESERVATÓRIO INFINITO DE SUBSTÂNCIA ESPIRITUAL; porém, um reservatório de água só alimenta nossas casas se nossas torneiras estiverem ABERTAS. 

Assim, primeiramente, precisamos entender que temos, dentro de nós, a Mente divina – o FILHO DE DEUS UNIDO AO PAI – 

Depois, precisamos reconhecer que esta Mente de Filho de Deus é a “VÁLVULA” que, aberta, deixa ESCOAR OU JORRAR, para o nosso interior, a SUBSTÂNCIA ESPIRITUAL INFINITA.

Para isto, utilizamos a PRÁTICA DO SILÊNCIO. Em silêncio, quietude, e contemplação, reconhecemos que temos em nós a “válvula totalmente aberta” que nos faz jorrar o INFINITO! 

Desse modo, teremos o Reino de Deus disponível de imediato, de maneira que “todas as coisas necessárias nos venham “refletidas como acréscimo”.

Por que teremos os bens visíveis pelo reconhecimento da presença de Deus jorrando em nosso interior? Porque a mente humana atua como se fosse um “espelho” apto a refletir a SUBSTÂNCIA DIVINA RECONHECIDA! 

Para que um espelho reflita a imagem de alguém com chapéu, diante dele a pessoa terá de estar COM chapéu. 

Da mesma forma, para que a mente humana possa refletir nossas riquezas espirituais na forma de bens visíveis, teremos de nos posicionar diante dela ABARROTADOS da SUBSTÂNCIA ESPIRITUAL!

Este é o mecanismo ensinado por Cristo, ao dizer: “BUSCAI PRIMEIRO O REINO DE DEUS, E TODAS AS DEMAIS COISAS VIRÃO ACRESCENTADAS”.

Quando nos identificamos como FILHO DE DEUS, em UNIDADE COM O PAI, e deixamos de esperar diretamente do mundo as coisas de que necessitamos, quando nos silenciamos para perceber o INFINITO jorrando dentro de nós, em nossa própria Consciência espiritual, estaremos “buscando o Reino em primeiro lugar”. 

E então, a mente humana ( espelho ) se verá obrigada a refletir esta SUBSTÂNCIA ESPIRITUAL PRESENTE, mostrando-a como as “coisas necessárias deste mundo”.

Em outras palavras, DEUS É A SUBSTÂNCIA, e a chamada “matéria” é mera “sombra” da Substância reconhecida e projetada na mente humana.













GRATIDÃO AO MEU AMIGO DÁRCIO

terça-feira, 8 de janeiro de 2019

ESTÁ CUMPRIDO!






A palavra “ilusão”, empregada nos textos sobre a Verdade, tem seu sentido pleno de indicar irrealidades quando nos detemos em ‘contemplar’ que o Universo “está cumprido”. 

Nada começa, nada termina: “Está cumprido: Eu sou o Alfa e o Ômega, o princípio e o fim”(Apoc. 21: 6. 

O que chamaríamos de “estudo da Verdade” se reduz a nos identificarmos com este “Eu Sou”, perdendo de vista o suposto “eu” que aparenta passar por nascimento, mudança e morte, e que é unicamente “ilusão”.

Quando falamos que o “ponto de partida” deste estudo é Deus, o motivo é este: somente existe a Realidade divina, enquanto todas as demais “aparências” são a “ilusão”. 

Consideremos, para exemplificar, a questão do Corpo. 

Somos Consciência eterna corporificada; isto quer dizer que Deus, a Consciência única e infinita, se evidencia como “Corpo”, razão pela qual a Bíblia diz que “nosso Corpo é Templo de Deus”. 

Há, neste enfoque, algo vinculado a “corpo nascido”? Não. O Corpo eterno é o único Corpo que temos e que somos, enquanto o “corpo que supostamente se forma a partir de óvulo fecundado”, não passa de “sombra ilusória”, ou “miragem”. 

Olhar para este “corpo nascido” como se fosse o Corpo real equivaleria a alguém olhar a sombra de seu corpo espalhada pelo chão e acreditar ser aquela sombra o seu corpo. 

Assim como a “sombra” nada é, aos olhos deste mundo, o “corpo nascido” nada é, aos olhos da Verdade. 

E isto explica o motivo pelo qual não partimos de “corpo a ser curado”, nas chamadas “meditações de cura espiritual”, mas partimos unicamente do “Corpo Real”, que existe eternamente e perfeito sempre, enquanto a “sombra” chamada “corpo nascido” se projeta como imagem falsa na também ilusória tela da mente humana.

Não existe “óvulo se fecundando” para formar corpo algum! 

Enquanto esta “miragem” aparenta avançar diante da lógica das “aparências”, o CORPO REAL do Ser, que é Deus sendo aquele Ser, está pronto! 

“Contemplar a Verdade” significa sempre “reconhecer o que está cumprido”, sem nos dividirmos entre o que é real e o que é sombra/projeção ou ilusão. 

Ao fechar os olhos para um suposto “corpo nascido”, você poderá contemplar livremente o seu Corpo Real, eternamente perfeito, glorioso e “cumprido”, sem se deixar enredar pelas crenças de que ele “um dia” se formou e “um dia” ele deixará de ser seu corpo. 

Por isso Jesus disse: “Não chameis de pai a ninguém sobre a Terra, porquanto um é o vosso Pai, o qual está nos céus” (Mateus 23: 9). Estava lhe dizendo sobre o “Ser já cumprido”, que é Deus sendo VOCÊ! 

E quando você se identifica unicamente com este Ser plenamente “cumprido”, fica identificado com Deus ou com a Verdade! 


E então, a palavra “ilusão” sequer será empregada, por estar, você, consciente de ser Deus. 

Em outras palavras, eternamente VOCÊ está consciente de ser Deus, e o que “aparenta” acontecer, é de a “ilusão” se apagar em sua nulidade originária! Apenas isto!















GRATIDÃO AO MEU AMIGO DÁRCIO