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segunda-feira, 24 de fevereiro de 2020

“QUANDO A DEDICAÇÃO SE ESVAI…”




É comum alguém conhecer o enfoque absoluto da Verdade, mostrar-se a princípio extasiado com os seus princípios, e, após algum tempo, ir-se mostrando acomodado ao pouco que aprendeu, e permitir-se iludir novamente pelo mundo e seus desvios, deixando de se dedicar com disciplina à percepção de Deus EM SI MESMO.

Esta influência lhe aflora da suposta “mente carnal”, atuando hipnoticamente sobre ele, e deixando-o com a impressão de que “já sabe tudo”!

O Reino de Deus é prioritário, disse Jesus: “Buscai-o em PRIMEIRO lugar”! 

O ilusório “mundo de aparências”, como sempre é dito, é mero “embuste hipnótico”, que atua como “veneno de rato”, sempre “exalando” aroma de queijo (prazer carnal), e sempre produzindo o inevitável “envenenamento do rato” (sofrimento), que se serviu do falso queijo!

O que deve ser notado, é que a maioria, se permitindo iludir pelo “mundo de aparências”, abre mão da Verdade, das bem-aventuranças e da vida real pela Graça divina! 

O tempo o vai tapeando, a noção de que “vive num Reino divino e consumado” vai-se esvaindo, tal qual a sua dedicação, até que seu aparente estado acabe lhe atraindo o que a sua baixa “frequência mental” se tornou capaz de lhe proporcionar.

Mas, se muitos se deixam viver nessa “frequência baixa”, há também aqueles que, pelo contrário, se deleitam por “mais se interiorizarem em si mesmos”, conscientes de que a Existência REAL está “dentro deles”, e, em vista disso, que a cada “contemplação absoluta” que fazem, mais conhecem da PRÓPRIA LUZ, mais se percebem NA UNIDADE COM DEUS, e mais reconhecem que a suposta “vida terrena” é puramente NADA!

E há, também, muitos que, enjoados de tantas “cabeçadas”, dadas no suposto “mundo de nadas”, se veem como o “filho pródigo”, movidos a “retornar à casa do Pai”, e até com dedicação maior do que aquela que apresentavam anteriormente.

“Eis que estou à porta e bato; se alguém ouvir a minha voz, e abrir a porta, entrarei em sua casa, e com ele cearei, e ele comigo.”

Apocalipse 3:20











GRATIDÃO AO MEU AMIGO DÁRCIO

domingo, 23 de fevereiro de 2020

DEUS EMANA DE SI MESMO A LUZ QUE SOMOS!






Se alguém estiver num quarto escuro, e deixar cair no chão uma chave, por exemplo, ao acender uma lanterna para procurá-la, poderá ter também que arrastar móveis, mesas e cadeiras do lugar, para”trazer a chave” à luz da lanterna e, desse modo, ser encontrada!

O suposto “ser humano carnal” é a “escuridão” a ser exposta à luz divina. Para quê? Para sumir e para o FILHO ESPIRITUAL DE DEUS “ser trazido à luz”! 

E neste processo, há atitudes radicais a serem tomadas, mas não há esforços! 

Se a chave, na analogia, pôde ser encontrada, foi porque nela incidiu a “luz da lanterna”, quando foi requerida a exclusão de todo suposto “bloqueio” à livre exposição dessa luz!

Deus é Luz INFINITA e ONIPRESENTE, e Sua Luz é a LUZ QUE SOMOS, EMANADA PELO PAI! 

As supostas “crenças materiais” não passam de TREVAS que se veem extintas diante da simples EXPOSIÇÃO À LUZ!

O EU REAL DE TODOS É DEUS! Esta é a Verdade IMUTÁVEL! 

Por isso, assim disse Mary Baker Eddy: “BATA A PORTA NA CARA DO ERRO!” O ERRO NÃO TEM REALIDADE, NÃO TEM SUSTENTAÇÃO E NÃO TEM PRESENÇA! O ERRO É ERRO, PURO NADA, ASSIM COMO É NADA O ERRO NUMA CONTA “TRES VEZES TRÊS SÃO 12”!

“Bater a porta na cara do erro” é CONHECER A VERDADE: SABER QUE “NOVE” É A ETERNA VERDADE PRESENTE NA CONTA CITADA, APESAR DO ERRO CHAMADO DOZE SIMULAR PRESENÇA, MAS SENDO PURA AUSÊNCIA!

O Homem É DEUS, não por “estudar, meditar ou contemplar a Verdade! 

O HOMEM É DEUS PORQUE NÃO EXISTE “SEGUNDA OPÇÃO”! 

DEUS É TUDO! 

“SEM O VERBO DIVINO, NADA DO QUE FOI FEITO SE FEZ!”

A Seicho-no-ie traz a seguinte ilustração: “Deus é a Fonte de Luz e o homem é a Luz emanada de Deus; assim; Deus e Homem são UM SÓ CORPO”!

Enquanto alguém duvidar da Verdade, aparentará VIVER nas TREVAS MATERIALISTAS, que são “o mundo de aparências” com seus IRREAIS “corpos nascidos da carne”!

NASÇA DE NOVO! ABRACE A UNIDADE E REPUDIE A DUALIDADE “DEUS E HOMEM”! 

SEM ESFORÇO, ADMITA SER UM COM A “LUZ EMANADA DE DEUS”! Desse modo, estará no Referencial de Deus, da Unidade, da Luz e da Verdade!

Muitos anulam a PERCEPÇÃO DA VERDADE acreditando que “terão que se iluminar”! Esta noção errônea vem da “mente em ilusão”, enquanto as revelações divinas pregam que JÁ SOMOS LUZ DIVINA, AQUI E AGORA! 









GRATIDÃO AO MEU AMIGO DÁRCIO

sábado, 22 de fevereiro de 2020

ESTUDANDO A CIÊNCIA CRISTÃ-59




COMO O HOMEM REAL ESTÁ LIGADO PELA CIÊNCIA (DIVINA) AO SEU CRIADOR, OS MORTAIS SÓ PRECISAM VOLVER-SE DO PECADO E PERDER DE VISTA O EU MORTAL PARA ACHAREM O CRISTO, O HOMEM REAL E SUA RELAÇÃO COM DEUS, E PARA RECONHECEREM A FILIAÇÃO DIVINA. 

Mary Baker Eddy (Ciências&Saúde - p. 316) 





A palavra "pecado", em sua origem, significa "errar o alvo". 

Nesta citação, Mary Baker Eddy diz que "os mortais só precisam volver-se do pecado e perder de vista o eu mortal para acharem o Cristo". "Só precisam", diz ela, revelando que esta Verdade, que se mostra vaga ou distante para o intelecto, é bastante natural e simples para alguém que a recebe com "coração de criança". 

Pecar é "errar o alvo"; é alguém dirigir a atenção ao suposto ego humano, com seus defeitos ou qualidades, esquecido de sua identidade real, do 122 homem real, eternamente uno com seu Criador. 

Não há duas identidades constituindo o nosso ser: uma espiritual e outra humana! 

Nosso "Eu" é um só! Portanto, jamais uma hipotética segunda identidade, ilusória ou inexistente, atingirá o estado da primeira, que já é perfeito! 

Corrigindo nossa atenção, volvendo-a para dentro de nós mesmos, "acertaremos o alvo", isto é, estaremos praticando o que nos diz a autora: "volvendo-nos do pecado, perdendo de vista o eu mortal e achando o Cristo". 

Passe agora à percepção imediata destas Verdades, contemplando interiormente estas Revelações: 

Na quietude desta contemplação, perco de vista um suposto eu humano! Identifico-me com a Vida única, com o Ser Único, que é Deus! 

Interiorizo-me e vejo-me imerso na totalidade de Deus! 

Contemplo a Vida Una, Onipresente, Se expressando como o meu Ser! 

Este Ser individual, que integra o Todo, é o Cristo, minha Identidade eterna! Meu Eu imortal! (contemplar ,em quietude e silêncio, a Unidade Divina que nos forma e que cada um de nós "ajuda" a formar). 







Gratidão ao Meu Amigo Dárcio

sexta-feira, 21 de fevereiro de 2020

“TUDO POSSO NAQUELE QUE ME FORTALECE!”



“TUDO POSSO NAQUELE QUE ME FORTALECE!”

Filipenses 4: 13





Aquele que NOS FORTALECE é Deus Se evidenciando como NOSSO ESPÍRITO. 

Por isso, quando Paulo afirma que “TUDO POSSO NAQUELE QUE ME FORTALECE”, deixa claro que esse “TUDO” se refere à VIDA COM ABUNDÂNCIA, que é a VIDA DE DEUS, Se evidenciando como o “Cristo que somos”.

A Sabedoria, a Saúde, o Sucesso, a Serenidade, e todas as qualidades de Deus são o “TUDO” que podemos manifestar, bastando-nos RECONHECER que esta Vida com abundância é ininterrupta e permanente em todos nós, razão pela qual não devemos depender de “tempo terreno” para manifestá-la!

Exemplificando, se a questão for de SAÚDE, ela é integrante desse “TUDO” QUE VOCÊ PODE TER E SER! Mas terá de CRER para VER, pois, se for ILUDIDO pelas “aparências contrárias”, a ILUSÃO poderá ocultá-la!

AFIRME, CREIA E CONTEMPLE: TER SAÚDE FAZ PARTE DO “TUDO” QUE POSSO TER; PORTANTO, EU TENHO SAÚDE PERFEITA, AQUI E AGORA!

Trabalhe sempre com a REALIDADE INVISÍVEL, e nunca com “aparências”!  









Gratidão ao meu Amigo Dárcio

quinta-feira, 20 de fevereiro de 2020

IMORTALIDADE TRAZIDA À LUZ -PARTE 1







Jamais poderei esquecer a iluminação e a alegria que invadiram a minha consciência, assim que me foi revelado pela primeira vez o fato de eu ser uma filha imortal de Deus e não uma criatura mortal e material.

Esta revelação deu-se durante uma conferência da Ciência Cristã, quando era eu ainda uma estudante muito recente desta Ciência.

Permitam-me agora partilhar convosco o relato que, pela primeira vez na minha existência, me revelou a imortalidade.


A história centra-se num jovem príncipe que quando ainda criança, deixou a sua ama e foi passear sozinho num bosque onde acampava um grupo de ciganos. Estes últimos raptaram o menino e criaram-no como um verdadeiro cigano.

Tendo vivido alguns anos ao ar livre com os seus raptores, o rapaz tornara-se tão moreno e trigueiro como os ciganos que o rodeavam. Vestia-se com as mesmas vestes, falava a mesma língua e usava também já um nome cigano. Assim, tendo a aparência de um verdadeiro cigano, era natural, que ele se considerasse como tal.

Quando o rapaz atingiu a idade adulta, o grupo de ciganos acampou novamente nos bosques que circundavam o palácio e um amigo íntimo do rei, que nunca havia deixado de procurar o príncipe, ao ver o jovem, ficou impressionado com a forte parecença deste, com o rei.

A despeito da sua aparência de cigano, o velho cortesão ficou perfeitamente convencido de que se tratava do filho do rei.

Conhecendo um pouco do idioma cigano, perguntou ao jovem: “Sabeis quem sois?”

Fitando o seu interlocutor com extrema admiração, ele respondeu: “Se eu sei quem sou? Claro que sei.” 

E apressou-se então a pronunciar o seu nome cigano. “Ah! — exclamou o amigo do rei —, mas esse não é o vosso verdadeiro nome. A verdade a vosso respeito é que sois o filho do rei.” 

O jovem abanou decididamente a cabeça, retorquindo: “Está enganado, eu não sou o filho do rei; sou cigano.” 

Mas o cortesão respondeu: “Eu sei que é isso que pareceis ser, mas de fato, sois realmente filho do rei.”  - 

“Se isso que afirmais é verdade — retorquiu o jovem — , então eu devo ter um sósia, porque somos duas pessoas diferentes: eu o cigano, e o filho do rei. Mas eu não sei onde este se encontra.” - “Não — insistiu o nosso amigo — sois apenas um. E é a vós que eu me refiro, ao filho do rei.”

“Então — continuou o jovem na esperança de que a questão seguinte resolvesse o caso —, se eu sou realmente o filho do rei, qual é a origem do cigano?”

O seu interlocutor respondeu-lhe que ele não possuía absolutamente nada de cigano, que apenas o parecia, e depois prosseguiu, explicando que toda essa aparência não era senão uma mentira a seu respeito, a qual nunca poderia modificar o fato de ele ser realmente o filho do rei.

Resumindo, apenas na sua ignorância e no seu desconhecimento se tinha alojado o seu conceito de cigano, uma vez que ele jamais pudera ser outro senão o filho do rei.


Chegando a este ponto, o conferencista declarou: “Não é maravilhoso que durante todo aquele tempo o rapaz sempre fora o filho do rei e nunca um cigano?”

A seguir, ele frisou bem o fato de que, apesar de todos os sinais exteriores evidentes — a linguagem, as vestes, o comportamento e a pele morena — o jovem não era de fato um cigano, mas sim o filho do rei.

Então, dirigindo-se ao público, anunciou: “Vós também sois os filhos e as filhas do rei — sois os filhos de Deus. Não importa a evidência que o sentido material apresente a respeito de cada um de vós — que sois um mortal, uma criatura material, filha de pais humanos e possuidora dos seus próprios problemas e aflições —, a verdade é que cada um de vós é realmente o filho imortal de Deus e nunca deixou de o ser.”

Contudo, para o velho cortesão, não foi suficiente ter convencido o rapaz que ele era filho do rei e assim, insistiu em que este o devia acompanhar até a presença do rei, identificá-lo e reivindicar as suas origens.

O príncipe assim o fez, mas desta vez, ele não afirmou: “Observem-me, vejam como eu me pareço com um cigano,” mas exatamente o oposto: “Reparem como eu me assemelho muito com o rei. Sou a imagem e semelhança de meu pai. Sou o filho do rei e tudo o que o meu pai possui também me pertence.”

Claro está que, como consequência, o príncipe foi reconhecido como o verdadeiro descendente e assim, ao herdeiro foram atribuídos todos os seus direitos.

O conferencista sublinhou que também nós nos devemos aproximar com coragem do trono da graça, identificando-nos como os filhos de Deus, nada menos que a Sua própria imagem e semelhança, e reclamar a nossa herança, reivindicar a saúde, o sucesso, a felicidade e o trabalho.

Se mantivermos firmemente a nossa verdadeira identidade e reivindicarmos a nossa herança, também nós receberemos a nossa parte de tudo aquilo que é maravilhoso e bom.

Deixei essa conferência regozijando-me no fato de não existirem em mim duas identidades, de nunca ter sido uma cigana, uma mortal, mas sempre a filha do rei, a filha perfeita de Deus.

Logicamente, já havia me decidido a reivindicar a minha verdadeira herança.

Nunca deixarei de ser grata pelo fato de me ter sido tão prontamente revelada a imortalidade no meu estudo da Ciência Cristã.

É daí que me advém a convicção de que todos os Cientistas Cristãos deveriam estar mais conscientes da sua imortalidade, e assim possuírem um melhor conhecimento desta e estarem mais alertas para esse fato.

Em II Timóteo (1:10) lemos que Cristo Jesus destruía a morte e trazia à luz “a vida e a imortalidade mediante o Evangelho”.

Mary Baker Eddy escreveu em nosso livro texto que Deus “destrói a mortalidade e traz à luz a imortalidade” (pág. 72:12).

Que seja essa a nossa oração para esta época; que a mesma Mente que havia em Cristo Jesus e em nossa líder seja igualmente a nossa, e que possamos nós adquirir o mesmo conceito claro de imortalidade que neles existia, para que também nós possamos curar, pregar e ensinar da mesma forma como eles o faziam.

Que melhor texto poderíamos nós encontrar na nossa busca do tema da imortalidade trazida à luz na nossa consciência, do que aquele que consta das páginas 241 e 242 do livro The First Church of Christ, Scientist and Miscellany?

Os parágrafos deste último, que contém literalmente o resumo desta exposição, foram escritos pela Sra. Eddy em resposta a uma carta que lhe havia sido enviada.

O conteúdo dessa carta era o seguinte: “Ontem a tarde, fui repreendida por um praticista da Ciência Cristã, porque eu me referi a mim mesma como a ideia imortal da única Mente divina. O praticista retorquiu que a minha afirmação era falsa, pois eu vivia ainda na carne. Eu respondi-lhe que eu jamais vivera na carne, pois esta apenas vivia ou morria em função das crenças que eu entretinha a seu respeito.” 

Eis aqui a resposta da Sra. Eddy, tal como foi publicada no Sentinel e mais tarde, incorporada nos seus escritos: “A Senhora está cientificamente correta no conceito que detém acerca de Si mesma. Não se pode demonstrar a espiritualidade sem que antes se tenha declarado a identidade imortal de cada um e sem que esta seja plenamente compreendida. A Ciência Cristã é absoluta; ela não está nem aquém nem além do ponto da perfeição, mas encontra-se exatamente nesse ponto e é a partir daí que deve ser praticada. A menos que se compreenda perfeitamente o fato de se ser um filho de Deus, e como tal, perfeito, não existe Princípio algum a demonstrar, nem qualquer regra que o permita fazer (…) Na prática da Ciencia Cristã, deve-se afirmar corretamente o seu Princípio, para que a demonstração seja possível.”

Referindo-se a essa carta e à sua resposta, os responsáveis pela publicação dos escritos da Sra. Eddy declararam o seguinte: “É com imensa satisfação que temos o privilégio de publicar um trecho de uma carta enviada à Sra. Eddy. da autoria de uma Cientista Cristã residente no Oeste, bem como a resposta dada pela Sra. Eddy à mesma. A questão levantada é de extrema importância e exige uma resposta correta e absoluta. Os Cientistas Cristãos sentem-se muito honrados por receber as instruções da sua líder sobre esse ponto.”

Afirmo frequentemente que, caso me encontrasse numa ilha deserta e apenas pudesse conservar comigo uma frase de todos os escritos da Sra. Eddy, escolheria esta mesmo, pois nela está contida a indicação exata de como colocar em prática a Ciência Cristã, e assim, de como a viver.

Tal como os responsáveis pela sua publicação o sublinharam, esta resposta da Sra. Eddy é um ensinamento para todos nós. Não seremos assim privilegiados por possuir tal ensinamento como base da revelação atual sobre a imortalidade trazida à luz? 







Dorothy Rieke 

quarta-feira, 19 de fevereiro de 2020

PERCEBA-SE SENDO O ESPÍRITO QUE PREENCHE O UNIVERSO!



“O Espírito que preenche todo este universo é indestrutível. 
Ele está em tudo e abarca a todas as coisas. 
Ninguém pode destruir o que é imperecível”.

KRISHNA




A Verdade é eternamente verdadeira, e seus reveladores apenas a propagam usando suas próprias palavras, pois, o sentido sempre terá de ser o mesmo. 

Antes de Buda, antes de Jesus, Krishna já dizia: O Espírito que preenche todo este universo é indestrutível. Ele está em tudo e abarca a todas as coisas. Ninguém pode destruir o que é imperecível.

A humanidade se mostra insistente em se prender às “doutrinas várias e estranhas”, como veio nos alertar Paulo, e isto por se sentir atraída às supostas “novidades”, enquanto as revelações eternas é que deveriam ocupar-lhe a mente e trazê-la à libertação do “cativeiro de crenças mortais”! 

A suposta “consciência mortal” não admite reconhecer que, de si mesma, NADA É, senão uma “sombra temporal” daquilo que é imperecível! 

Desse modo, perdura a ILUSÃO de que somos “outro”, e não O ESPÍRITO INDESTRUTÍVEL, que, como declara Krishna, PREENCHE TODO O UNIVERSO!

Não há mensageiro da Verdade que mude estes fatos! Sempre são trazidos à luz por aqueles que os constataram revelados em seu próprio Ser. E todos alertam a necessidade de que SEJA FEITA A PRÓPRIA IDENTIFICAÇÃO COM ESTE ESPÍRITO ONIPRESENTE e ONIATIVO!

Não há “espíritos” que não sejam O ESPÍRITO ÚNICO E INDESTRUTÍVEL, o que explica a fala de Jesus dirigida aos discípulos, que lhe diziam “terem expulso os espíritos malignos, em nome dele”. Disse-lhes Jesus: “Alegrem-se, não por espíritos se sujeitarem a vocês, MAS SIM, PELO FATO DE TEREM SEUS NOMES ARROLADOS NOS CÉUS!”.

Desse modo, conhecedor dessa Verdade também pregada por KRISHNA, estava Jesus dizendo-lhes que O MOTIVO ÚNICO DE TODA ALEGRIA, ESTÁ EM RECONHECERMOS NOSSA PRESENÇA NA ONIPRESENÇA DO ESPÍRITO ÚNICO E INDESTRUTÍVEL!

“VINDE A MIM” é o chamado de Krishna, Buda, Jesus, e de todos os demais mensageiros da Verdade eterna! Nunca significava IRMOS A QUAISQUER DELES! 

O chamado era para CADA UM “IR A SI MESMO”, E SE PERCEBER SENDO O INDESTRUTÍVEL ESPÍRITO ONIPRESENTE! ISTO REQUER “MEDITAÇÃO ABSOLUTA”, O MEIO DE TRANSCENDERMOS A ILUSÃO DE MUNDO MATERIAL E DE SERES CARNAIS!

E Krishna disse ainda: “Mas os corpos que abrigam momentaneamente o Espírito eterno, imutável e incompreensível, esses são perecíveis, ó Arjuna. Dessa forma, se prepara para a batalha!”














GRATIDÃO AO MEU AMIGO DÁRCIO


terça-feira, 18 de fevereiro de 2020

DEBAIXO DA CHUVA “SEM SE MOLHAR”!





“Quando passares pelas águas estarei contigo, 
e quando pelos rios, eles não te submergirão; quando passares pelo fogo, não te queimarás, nem a chama arderá em ti”.

Isaías 43: 2




Suponhamos que alguém esteja meditando, comece a chover forte, e a ele perguntássemos: “Você estava meditando e acabou se molhando todo?”. 

Caso ele respondesse que “sim”, ou que nos dissesse: “Não está vendo que estou todo molhado?”, 

Assim poderíamos dizer a ele: “Sua meditação NÃO ERA ABSOLUTA! Não estava anulando a falsa crença de SER UM CORPO CARNAL, nem a falsa crença de ESTAR NUM MUNDO MATERIAL”!

A verdadeira meditação, DE INÍCIO, parte de nossa visão iluminada de que unicamente DEUS É REALIDADE, É A VERDADE QUE SOMOS, E QUE, O “SENSACIONISMO” DE “ESTAR CHOVENDO” É O “SONHO DE ADÃO”: JAMAIS NOS MOLHA!” 

Isto significa que, se admitirmos “estarmos molhados pela chuva”, apenas estaremos nos identificando com um “carnal ilusório”, e nunca com O DEUS QUE SE EVIDENCIA COMO O CRISTO QUE SOMOS!

O suposto “corpo carnal” é “sombra”; não estaria sendo QUEM SOMOS nem por uma única fração de segundo! 

Enquanto isto não for reconhecido, ficaremos acreditando em “meditante em posição de lotus”, convicto de poder “ficar molhado”, caso comece a chover! 

Enfim, será o mesmo que “dar realidade ou existência” a quaisquer “sensacionismos” a ele sugeridos como “aparências” pela ilusória “mente carnal”.

Assim disse Isaías: “Quando passares pelas águas estarei contigo, e quando pelos rios, eles não te submergirão; quando passares pelo fogo, não te queimarás, nem a chama arderá em ti”. Revelava QUEM SOMOS, vistos pela Mente ÚNICA que é Deus! 

Ao mesmo tempo, revelava que O MUNDO DE SERES NASCIDOS, SOFRIDOS, ENVELHECIDOS, CRUCIFICADOS E MORTOS, JAMAIS TEVE REALIDADE!

Por isso, assim disse Jesus: “AQUELE QUE ME VÊ A MIM, VÊ O PAI; EU E O PAI SOMOS UM E O MESMO, E VÓS ESTIVESTES COMIGO DESDE O PRINCÍPIO”.

Cada um que se IDENTIFICAR com estas revelações, estará CONHECENDO A VERDADE ABSOLUTA SOBRE SI MESMO, E SE PERCEBERÁ SENDO LIVRE! 









GRATIDÃO AO MEU AMIGO DÁRCIO