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sábado, 7 de março de 2020

ESTUDANDO A CIÊNCIA CRISTÃ -.61






O RITUALISMO E O DOGMA CONDUZEM À AUTOJUSTIFICAÇÃO E AO FANATISMO, QUE EXCLUEM O ELEMENTO ESPIRITUAL. 

O FARISAÍSMO MATA; O ESPÍRITO DÁ VIDA. 

Mary Baker Eddy (Retrospecção e Introspecção - p. 65) 











Diante da revelação de que DEUS É TUDO, TUDO É DEUS, ficamos, também, com este AGORA como momento único da Existência. 

É quando conscientizamos, em silenciosa contemplação, a Onipresença iluminada que Se manifesta tanto universal como especificamente como cada um de nós. 

Não há matéria! 

A chamada "matéria" não passa de uma ILUSÃO vista por uma suposta mente também ilusória! 

Coloque-se "sob a descida do Espírito Santo"! TUDO É ESPÍRITO! 

Eis por que está escrito que "o Espírito dá Vida". Isolando-nos por completo da crença na matéria, imediatamente ficamos livres! 

"As obras de Deus são permanentes!" 

Não há mal a ser vencido nem bem a ser conseguido! 

TUDO É ESPÍRITO! 

"O Espírito Se revela COMO Vida". E, afora Deus, nada mais existe! 

Ritualismo e dogma alimentam as crenças e o intelecto! 

Nada substitui a Onisciência Se revelando, sem cessar, como nossa própria Consciência. 

Na Ciência divina, sem ritualismo ou dogma, simplesmente nos colocamos como Luz emanada da Fonte luminosa, que é Deus. 

Assim como cada raio de sol tem brilho em si mesmo, em unidade com o próprio sol, todos nós, se vistos não como ilusória matéria, mas como o Cristo de Deus, já somos emanações iluminadas de Deus, e dotadas de brilho próprio. 

Estas colocações são fatos reais, espirituais e sempre presentes. Exatamente por esse motivo é que devemos reconhecê-los! 

Passe agora à percepção destes Fatos: Este AGORA é o momento único! É o sagrado instante em que em mim brilha a Luz emanada de Deus. É o sagrado momento em que Deus e eu somos um, exatamente como o Sol e seus raios são um. A Fonte, Deus, é Luz Onipresente! 

A Luz que eu sou, é, portanto, a Luz que Deus é! Tudo é Deus! Tudo é Espírito! 

Tudo é Luz! Percebo o Espírito dando-me Vida! Percebo o Espírito SENDO minha Vida! (contemplar a totalidade de Deus como Luz infinita, sem qualquer esforço da suposta mente humana.) 









GRATIDÃO AO MEU AMIGO DÁRCIO 

sexta-feira, 6 de março de 2020

” AQUILO QUE TEMO ME SOBREVÉM"!!




Segundo a evidência dos assim chamados sentidos físicos, o homem é material, decaído, doente, depravado, mortal. 

A Ciência Cristã e o senso espiritual contradizem isto, e proporcionam a única e verdadeira evidência de Deus e do homem, visto que a evidência material é inteiramente falsa.
Mary Baker Eddy




É conhecida, na Metafísica, a fábula em que a Peste anunciou que ia a Bagdá matar cinco mil pessoas. 

Entretanto, contadas as vítimas, constatou-se que os mortos somavam cinquenta mil! 

E então, foram perguntar à Peste o motivo de ela ter aumentado tanto o número de vítimas, ao que ela respondeu: “Eu fiz o que falei, matei cinco mil. Os demais, morreram de medo!”



São dezenas as vezes em que as Escrituras nos alertam: “Não temais!”. 

Aparentemente falando, a mente atemorizada faz desaparecer as defesas naturais do corpo, e deixa desguarnecido o campo energético da pessoa, tornando-a susceptível ao algo temido. 

A Lei de Jó assim diz: “Tudo que temo me sobrevêm!”.

Recebemos de Deus a Mente segura de Cristo, que sequer reconhece “corpos carnais”, por nos enxergar sendo o Cristo, e nunca sendo “mortais com medo de ilusão”! 

“Tenha fé e não tenha medo”, disse Jesus! Sabia que a fé nos leva às coisas do Alto, enquanto o patamar das crenças falsas fica posto fora de nossa percepção.

A humanidade, temerosa, busca em vacinas e medicamentos a preservação de sua saúde! 

MAS A SAÚDE É SINÔNIMO DA VERDADE QUE SOMOS, OU SEJA, DO CRISTO E DA MENTE DE CRISTO!

O Ser do homem, como disse Mary Baker Eddy, é o Ser de Deus! Assim disse ela: “A Ciência Cristã e o senso espiritual proporcionam a única e verdadeira evidência de Deus e do homem, visto que a evidência material é inteiramente falsa".

Em outras palavras, a real “vacina efetiva” está em nós mesmos, como o Cristo em UNIDADE com Deus que todos SOMOS!










Gratidão ao meu amigo Dárcio

quinta-feira, 5 de março de 2020

IMORTALIDADE TRAZIDA À LUZ-PARTE 3






A verdade de que Deus representa o nosso único Pai é uma lei de cura para qualquer problema de hereditariedade, quer num caso de doença, quer para uma questão de caráter. 

Não tendo nunca nascido de pais humanos, o homem não pode herdar qualidades ou condições próprias da raça humana. 

Oriundo unicamente de Deus, o homem não tem outra hipótese senão herdar as qualidades e condições provenientes da divindade. 

Um homem obteve uma cura relativa a seu pai e a seu filho quando negou qualquer relação mortal entre os três, raciocinando que, sendo eles filhos de Deus, não podiam herdar senão as Suas qualidades. Isso significava que ele não havia herdado asma de seu pai, tal como seu filho não a herdara dele próprio. Os três estavam convictos de que nenhum deles havia herdado as tendências humanas de medo, frustração e conflitos emocionais que poderiam ter contribuído para o aparecimento da crença em asma. 

Mais ainda, esse homem concluiu que, não existindo relacionamento humano, não poderia existir um sentido opressor de amor, o qual se poderia fazer representar sob a condição de asma, mas ao invés, regozijou-se de que cada um refletia o generoso e libertador amor de Deus. 

Então, a cura há tanto procurada foi rapidamente alcançada através da aplicação desta simples verdade de que Deus é a nossa única origem e o nosso único criador, o nosso Pai-Mãe. 

Se cada um se identificasse unicamente como o filho de Deus, então todos seríamos irmãos e irmãs num único universo espiritual, e os pais nunca mais seriam um fardo para os filhos, nem os filhos para os pais. 

Tudo estaria inteira e completamente a cargo de Deus, independente de qualquer pessoa e nos casos em que os laços humanos e as suas falsas responsabilidades se evidenciassem, estabelecer-se-ia antes uma relação feliz e harmoniosa. 

A propósito, que idade tem cada um de vós? Se eu agora vos pedisse que prometessem dizer apenas a verdade, toda a verdade e nada mais que a verdade, qual seria a vossa resposta? Que o fato de não possuírem idade é maravilhoso: não tendo nunca nascido, não podeis ter nem um dia, muito menos trinta, quarenta ou cinquenta anos. 

Que idade tem a vossa irmã? Nunca tendo nascido, terá ela dias ou anos? Claro que não.

O mesmo se passa convosco. A verdade acerca da idade do homem é que este é radiosamente jovem. Ele é eterno, o reflexo imediato e instantâneo do ser de Deus. Tal como o raio de sol, que mesmo que exista há milhões de anos continua a refletir ainda hoje o sol, assim o homem, o reflexo e a expressão do ser de Deus é neste mesmo instante tudo quanto Deus é. 

Esse homem é, sem qualquer dúvida, eterno, e tal como o raio de sol, está sempre no zênite da perfeição. 

Embora o homem mortal possa parecer emocional e impulsivo, ele é sensato e moderado, a completa e perfeita imagem e semelhança de Deus, refletindo em perfeito equilíbrio e da forma mais completa todas as qualidades de Deus.

É isso que a Sra. Eddy exprime quando compara a vida ao sol e a humanidade ao zênite eterno. Não um zênite em função da acumulação de anos, mas sim em função da plenitude e da totalidade do reflexo. 

O nosso nascimento espiritual não poderia encontrar melhor descrição que esta maravilhosa citação de Ciência e Saúde: “A criação está sempre se manifestando e tem de continuar a manifestar-se eternamente, por causa da natureza de sua fonte inesgotável.” (pág. 507: 30-32)

Não possuindo idade, é uma impossibilidade para o homem ser penalizado pelos seus anos de vida material. 

A verdade fundamental acerca do mito do nascimento humano fecha a porta às doenças infantis. 

Logo que uma família seja capaz de se regozijar pelo homem não ter idade e não mais considerar os seus filhos como crianças ou bebês, e sim como idéias de Deus, possuindo a idade da maturidade, cessam os pensamentos receptivos a crenças em papeira ou em varicela. 

Os problemas de pele ligados à adolescência cedem facilmente à verdade gloriosa de que o homem nunca nasceu e nunca pode ter a idade de um dia, muito menos de dezessete anos. 

Decerto, aquele que compreende e se alegra constantemente por ser imortal, não pode, de modo algum, ser penalizado pela evolução da vida. Nunca tendo nascido, o homem não tem sequer um dia, e muito menos cinquenta anos. Sabendo que a vida é Deus, sem mutações e sem idade, o homem deve obrigatoriamente demonstrar a perfeição imutável e a harmonia.

O mesmo se aplica aos problemas que surgem aos sessenta ou mais anos, que são imediatamente resolvidos assim que a imortalidade sem idade for reivindicada. Uma das minhas amigas estava muito preocupada por seu pai ser obrigado a aposentar-se aos sessenta e cinco anos, pois ele tinha sido sempre um homem muito ativo na sua profissão e ela temia que a inatividade pudesse trazer-lhe problemas. 

Porém, nessa fase, essa minha amiga concentrou a sua atenção na imortalidade do homem e no fato dele não possuir idade, regozijando-se com estas verdades. Realizando que o seu pai nunca tinha nascido, era impossível que ele tivesse sessenta e cinco anos, e portanto inconcebível que este pudesse ser prejudicado por algo que não existia. Pôde ainda concluir que Deus nunca aposenta os seus filhos, mas emprega-os continuamente. 

Um dia, o seu pai encontrou um amigo e este perguntou-lhe como passava; ele respondeu que estava bem, mas que preferiria continuar trabalhando. Então o amigo replicou: “Eu conheço um bom número de pessoas que teriam todo o interesse em empregar alguém como tu.” 

Assim, no curto espaço de uma semana, o pai da minha amiga estava empregado. Apesar de ter dirigido durante anos um departamento de uma importante organização, ganhava agora muito melhor neste novo emprego. Isto passou-se três semanas antes do Natal e a companhia ofereceu-lhe um presente, tal como a todos os outros empregados — o primeiro presente que ele alguma vez recebera de qualquer empresa.

Porque conhecemos e compreendemos a imortalidade, sejamos então nós reconhecidos por não termos que aceitar qualquer penalidade causada pela idade! Não é maravilhoso que nenhum de nós tenha alguma vez que passar pela velhice, nem ser prejudicados por ela? Somos agora a expressão imediata do ser de Deus e sempre o seremos, manifestando plenamente a Sua liberdade, a Sua força, a Sua inteligência e a Sua atividade divinas, já que somos imortais e compreendemos que de fato o somos.

Que faremos, então, quanto aos aniversários? A Sra. Eddy diz-nos em Ciência e Saúde: “Medir a vida pelos anos solares é espoliar a juventude e revestir a velhice de fealdade.” (pág 246:11-12)

Ela declara que nunca deveríamos fazer caso da idade e que “os registros de nascimento e de óbito não passam de conspirações” contra o homem e a mulher. 

Permaneçamos firmes a respeito desta questão de nunca ter nascido, ao invés de afirmarmos sem refletir: “Não posso ser prejudicado pelo nascimento, que na verdade nunca aconteceu” e em seguida fazer caso de um aniversário ou desejar um feliz aniversário a uma outra pessoa. Porque havemos de celebrar algo que nunca aconteceu? Permitam-me deixar-vos aqui algumas questões que a Sra. Eddy nos coloca em Miscellany: “É Deus infinito? Sim. Criou Deus o homem? Sim. Criou Deus tudo quanto foi criado? Sim, Ele o criou. É Deus Espírito? Sim, é. O Espírito infinito criou aquilo que não é espiritual? Não. Quem ou que é que criou a matéria? A matéria como substância ou inteligência nunca foi criada. É o homem mortal um criador, material ou espiritual? Nem um, nem outro. Porquê? Porque o Espírito é Deus e é infinito; como tal, não pode existir nenhum outro criador, nem nenhuma outra criação. O homem é unicamente a Sua imagem e semelhança. Sois vós Cientistas Cristãos? Eu sou. Aceitam como verdadeiras as declarações acima transcritas? Eu aceito. Então qual a razão destas comemorações de aniversários desprovidas de sentido, se estes não existem?” (pág. 235:15-26)

É comum a interrogação: “Que devemos pensar acerca dos presentes de aniversário? Afinal, essas ofertas são uma expressão de amor.” 

Todos nós ficamos felizes por dar um presente e é certo que apreciamos a idéia que incita uma outra pessoa a fazê-lo. Mas porquê associar a um presente os estigmas da ficção, da irrealidade e da mentira? Porquê ajudar a cavar uma sepultura, acrescentando a palavra “aniversário” a um presente? Há quem diga: “Eu não faço qualquer referência à idade, esse dia é apenas o meu dia.” 

Certamente, se assim o desejarmos, todos nós podemos atribuir a um dia um caráter especial, mas porque motivo escolheremos aquele em que nascemos? Porque não escolher uma outra data e consagrá-la como nossa? Um casal meu amigo ignora totalmente esses dias passando-os anonimamente e sem celebração.

Em vez de celebrar essas datas, preferem então comemorar o dia de S. Valentim, que de todas as formas, é um dia consagrado à expressão do amor. Assim, eles estabelecem um forma de comemoração, trocam presentes e fazem realmente desse dia especial o seu dia.

Já alguma vez pensaram como é fácil ver o nosso próximo perfeito, uma vez que se tenha tomado consciência do fato de que ele nunca nasceu? Foi isso que aconteceu numa determinada altura da minha vida, quando me era particularmente difícil ver a irrealidade das qualidades mortais desagradáveis de uma pessoa, e ver somente as qualidades de Deus. 

Depois, encontrei em Ciência e Saúde a afirmação de que a Ciência “(…) levanta a cortina e deixa ver que o homem nunca nasce (…)” (pág 557: 21-22) Então, baixei a cortina sobre a imagem de um mortal invejoso e egoísta e apeguei-me à imagem que a Ciência apresenta sobre o homem. Vendo o meu próximo como coexistente com Deus, foi-me muito mais fácil aceitá-lo como amoroso, honesto, sem medo, pleno de compaixão e generosidade. Persisti neste conceito, o verdadeiro conceito, e inútil será dizer, a situação harmonizou-se.

Sugiro-vos que naqueles casos em que nas vossas experiências vos seja, particularmente difícil adquirir a visão perfeita, baixem então a cortina sobre a imagem mortal e deixem que a Ciência vos revele a verdade sobre o ser real que nunca nasceu na matéria. Posso vos garantir que vereis o vosso próximo já não como um cigano e sim como o filho do rei.

Conscientizando-nos que jamais nascemos, devemos igualmente aceitar o fato glorioso de que nunca trocamos o céu pela terra. Vivemos, movemo-nos e possuímos sempre o nosso ser em Deus. Assim sendo, o nosso universo é o universo da consciência divina e a nossa história é a história eterna de que “tudo é Mente infinita e Sua manifestação infinita.” (C&S pág 468:10-11) Essa poderosa verdade revela que não existe nada que possa nos afetar, condicionar ou influenciar, senão Deus. 

No reino da consciência, no interior do qual habitamos, não existe nenhum relato de Adão e Eva capaz de lançar uma maldição sobre nós; não existe caos, destruição, carência, limitação ou conflito capaz de nos fazer sofrer; não existe nenhuma falsa teologia capaz de nos governar ou de impedir o nosso bem-estar, quer nós a apelidemos de Catolicismo, Protestantismo ou Comunismo; não existem leis médicas para nos aprisionar, e acima de tudo isso, não existe mente mortal capaz de exprimir medo, ódio, inquietação, tentação, inveja, abuso, mentira, desconfiança, e assim por diante. 

Por conseguinte, não existindo mente mortal, não há mesmerismo, magnetismo animal ou hipnotismo que nos influenciem. Todas as forças nocivas e destrutivas ligadas ao universo material e a uma história mortal são completamente falsas, postas a nu como absolutamente inexistentes pela verdade imortal de que o homem nunca nasceu na matéria.

É necessário compreender que não somente somos agora imortais, mas que sempre o fomos. Nunca houve um início de imortalidade. Uma assim-chamada existência material jamais pôde interromper a imortalidade. 

Em resposta à pergunta de Deus a Jó: “Onde estavas tu, quando eu lançava os fundamentos da terra e (…) as estrelas da alva juntas alegremente cantavam, e rejubilavam todos os filhos de Deus?” (Jó 38: 4, 7) nós podemos afirmar: “Estava lá com as estrelas da alva, rejubilando, junto aos filhos de Deus.” 








Dorothy Rieke – 3 – 



quarta-feira, 4 de março de 2020

QUANDO AS “TENTAÇÕES” ALAVANCAM AS PERCEPÇÕES!





É comum aparecer alguém dizendo ser sempre incomodado pelos pensamentos e tentações do mundo, principalmente quando se encontram em meditação. 

Na Bíblia, encontramos Jesus encarando as “tentações da ilusão”, calando cada uma delas com a supremacia da Verdade que conhecia ser!

É fácil de reconhecermos que, através das próprias “tentações”, sua convicção de “não ser do mundo” ter sido amplamente ampliada, de forma que cada “tentação” acabou por colaborar para alavancar suas percepções do que é a Verdade, e do que são os seus “desvios”.

SOMENTE EXISTE DEUS - REALIDADE ESPIRITUAL PERFEITA, ETERNA E ONIPRESENTE, e foi o que constatou em SI MESMO Jesus, diante da SUPOSTA “mente carnal tentadora”!

Não devemos nos preocupar com “pensamentos mundanos” ou com “tentações” supostamente vindas no dia a dia, ou enquanto meditamos! Se estão sendo percebidos, significa que “estamos endossando a “mente carnal ilusória” sem destruir os seus argumentos!

Em vista disso, o que deve ser feito, é contemplarmos, de modo o mais interiorizado possível, a PRESENÇA DE DEUS sendo quem somos, entendendo que “pensamentos e tentações” nunca são parte de nosso Ser, e que não passam das inoperantes CRENÇAS FALSAS COLETIVAS!

Enquanto as “tentações” estiverem sendo percebidas, a meditação deverá prosseguir, sempre nos apoiando na Verdade eterna, e sempre entendendo como NADA todo aparente desvio! Jesus, por exemplo, aliava às suas meditações as contra argumentações iluminadas, que calavam a voz do erro!

Exemplificando, numa das vezes em que se viu "tentado”, estando no alto de um penhasco, assim ouviu do "tentador": "Se tu és o FILHO DE DEUS, lança-te daqui abaixo; porque está escrito: A teus anjos darás ordens a teu respeito; e te tomarão nas mãos, para que nunca tropeces". Respondeu Jesus: “TAMBÉM ESTÁ ESCRITO: NÃO TENTARÁS O SENHOR TEU DEUS!"

O que salienta, ou põe em destaque esta mensagem, é sobre este entendimento, ou seja, que toda “aparente tentação” é excelente oportunidade para reforçarmos a Verdade que conhecemos, E QUE SOMOS!

As CRENÇAS COLETIVAS são um “véu feito de nadas”, enquanto a nossa PRESENÇA, na UNIDADE PERFEITA, jamais é afetada por QUALQUER DELAS! 

Desse modo, sempre que este “véu” aparentar se mostrar "presente”, em nossas vidas e meditações, basta percebê-lo como “véu ilusório” , e o contrariarmos, emitindo os argumentos da Verdade, SEMPRE fundamentados na TOTALIDADE DE DEUS e em nossa UNIDADE COM ELE!  









GRATIDÃO AO MEU AMIGO DÁRCIO

terça-feira, 3 de março de 2020

“POUCO TEMPO” É ETERNIDADE PARA DEUS!




Jamais diga “não ter orado ou meditado por falta de tempo”! 


Qualquer “pouco tempo”, para Deus, é ETERNIDADE! 

Tudo que fazemos com “pouco tempo” pode até render bem mais do que “muita coisa” feita por nós demoradamente, quando dispomos de um “tempo enorme”!


Há vezes que, a despeito da disponibilidade de “tempo longo”, até chegamos, aparentemente falando, a deixar de fazer o que deveria ser feito!


Tanto Masaharu Taniguchi como Marie S. Watts, várias vezes ao dia, apenas mentalizavam: “DEUS”! E isso lhes bastava, para sentir o calor, o amor e demais aspectos de Sua Presença sendo a “nossa” Presença!


Deus não conhece “tempo” nem o utiliza para “nos atender”! JÁ SE DOOU POR INTEIRO A CADA FILHO! Por isso, assim disse Jesus: “O Pai Se agradou em dar-vos o Seu Reino”!

Há vezes em que, parecendo haver “falta de tempo”, concentramos o pensamento por segundos, e percebemos a PAZ DIVINA de forma mais nítida do que em muitas meditações demoradas!

Já relatei, aqui, o caso de uma pessoa que, ouvindo uma frase minha: “O problema deste mundo é que este mundo não tem problema”, fazia gozação com um amigo meu que a repetia a ele: “Que maravilha! Ninguém tem problema!” – assim brincava ele com a Verdade. 

Mas indo à praia, foi ao mar e nele dormiu enquanto boiava. 

Quando se deu conta, tinha sido levado pelas ondas para alto mar, quando se desesperou. 

Lembrou-se da frase ouvida e concentrou-se nela; e então, as ondas mudaram de direção, e foi ele devolvido à praia. 

Depois disso, apareceu para se desculpar pelos deboches!

Jesus disse: “Não sejam como os gentios, que acreditam que pelo muito falar, em suas orações, serão ouvidos!” O PAI JÁ SABE DO QUE VOS É NECESSÁRIO!”

NECESSITAMOS APENAS DE ALGUNS “SEGUNDOS”, RECONHECIDOS COMO JÁ ESTARMOS AGORA “EM COMUNHÃO COM DEUS”! RECONHECIDOS COMO JÁ VIVERMOS AGORA A VIDA QUE, NA VERDADE, É A VIDA DE DEUS!

Jesus lidava unicamente com Deus e com o eterno AGORA! Esta é a forma correta de praticarmos a Verdade! E ela decorre de nossa convicção de que UNICAMENTE DEUS É REALIDADE!








GRATIDÃO AO MEU AMIGO DÁRCIO

segunda-feira, 2 de março de 2020

“MOSTRA-NOS O PAI!”



“Disse-lhe Filipe: 
Senhor, mostra-nos o Pai, o que nos basta.

Disse-lhe Jesus: 
Estou há tanto tempo convosco, e não me tendes conhecido, Filipe? 

Quem me vê a mim vê o Pai; e como dizes tu: Mostra-nos o Pai?

Não crês tu que eu estou no Pai, 
e que o Pai está em mim? 

As palavras que eu vos digo não as digo de mim mesmo, mas o Pai, que está em mim, é quem faz as obras”. 

João 14: 8-10


Quando dizemos que a premissa básica do enfoque absoluto parte de DEUS COMO TUDO, esta totalidade requer uma total e taxativa abdicação da CRENÇA COLETIVA que afirma que “somos nascidos da carne” e dotados de uma “personalidade terrena”. Esta CRENÇA é falsa e como tal deve ser reconhecida!

Sendo TUDO, Deus é a Vida que estamos todos vivendo, jamais como humanos, mas como “deuses da Unidade Perfeita”. 

Sem esse “nascer de novo”, como Filipe, viveremos como se fôssemos apartados do Pai! 

Que lhe disse Jesus? “Estou há tanto tempo convosco, e não me tendes conhecido, Filipe? Quem me vê a mim vê o Pai; e como dizes tu: Mostra-nos o Pai?”

Esta passagem bíblica também já se fez presente em Mensagens aqui postadas, sempre dizendo que foi falada por Jesus unicamente para que a repetíssemos como válida para todos nós. 

Se afirmamos que DEUS É TUDO, é óbvio que NÓS ESTAMOS NO PAI E O PAI ESTÁ EM NÓS! 

E nossa IDENTIFICAÇÃO PLENA com esta Verdade, que representa e endossa nosso RENASCIMENTO ESPIRITUAL, não pode ser feita de modo esporádico, apenas quando voltamos a ter algum contato com ela!

A maioria dos “cristãos de igrejas” entende a fala de Jesus com Filipe como sendo um diálogo “entre os dois”. 

Mas Jesus conhecia e citava a UNIDADE PERFEITA, em que ele e Filipe já estavam, e que só Jesus reconhecia! 

Que faltava a Filipe? TESTIFICAR A VERDADE PRESENTE NELE PRÓPRIO! ASSIM O PAI LHE SERIA MOSTRADO, E MOSTRADO SENDO O CRISTO DE SEU PRÓPRIO SER!

Quem teria dado essa informação? JESUS! “E vós também TESTIFICAREIS, pois estivestes COMIGO desde o princípio! 

Por isso Jesus disse que: “o Pai estava HÁ TANTO TEMPO COM FILIPE! E estava HÁ TANTO TEMPO igualmente com TODOS NÓS!

Mas há tantos outros “Filipes” por aí, que ainda vivem pedindo: “MOSTRA-NOS O PAI!”, sem a mínima noção de que TERÃO QUE “SE DESPOJAR DO VELHO HOMEM”, POR ARRANCAR-LHE VEEMENTEMENTE A MÁSCARA DE “NASCIDO DA CARNE!”

Pode alguém devorar livros e mais livros sobre a Verdade ou sobre a Metafísica: SEM ARRANCAR A “MÁSCARA” DO IMPOSTOR FENOMÊNICO, QUE LHE ESCONDE “O PAI EM SI MESMO, DESDE O PRINCÍPIO”, de nada os livros lhe servirão! Nem livros nem supostos “mestres”!

SOMENTE A RENÚNCIA AO “MUNDO DO PAI DA MENTIRA”, E A SEUS ILUSÓRIOS “NASCIDOS DA CARNE”, NOS FARÁ ENXERGAR O PAI “EM NÓS MESMOS”! E ISSO NOS EXIGIRÁ “VIGÍLIA E ORAÇÃO”, COMO ESTÁ NA BÍBLIA!







Gratidão ao meu Amigo Dárcio

domingo, 1 de março de 2020

““ESTE É O DIA QUE O SENHOR FEZ!”




“Este é o dia que o Senhor fez!” 
Regozijemo-nos e alegremo-nos nele!”

Salmo 118: 24


As Escrituras do Antigo Testamento, dirigidas ao povo da época, com a maioria aparentemente desconhecedora de que TUDO É ESPIRITUAL E PERFEITO, vivendo iludida pela materialidade dos sentidos humanos, somente puderam revelar o seu verdadeiro conteúdo e profundidade transcendentais quando Jesus estabeleceu a Verdade mais claramente, revelando que o suposto “mundo material captado pelos sentidos humanos  não foi criado por Deus”.

O Salmo 118 afirma que “ESTE É O DIA QUE O SENHOR FEZ!”. 

Hoje sabemos que a afirmação é válida, mas não como “a mente carnal” traduz o dia! 

A “mente carnal” entende o dia como entende tudo que ela vê: com o bem e mal” de suas crenças! 

Desse modo, aquele iludido por essa mente irreal, e estando, aparentemente, num “dia de infelicidade”, não teria motivação alguma para “regozijar-se e alegrar-se nele”, muito embora, se o fizesse, estaria elevando sua “frequência mental” e, por isso, usando a Lei mental a seu favor, e se preparando para viver “dias melhores”! 

Este é o valor relativo do cumprimento literal desse Salmo.

O que deve ser realmente entendido, e que é elucidado pelo enfoque absolutista da Verdade, é o que o Salmo possui de valor absoluto e eterno!

Se alguém capta “ESTE DIA” e o reinterpreta como sendo O DIA GLORIOSO QUE DEUS VÊ, estará com infinitos motivos para “regozijar-se e alegrar-se nele”! Por quê? 

Porque ao entendê-lo como “mundo do pai da mentira”, tal como o definiu Jesus, saberá que, SEJAM ÓTIMAS OU PÉSSIMAS as suas “imagens fenomênicas”, nenhuma delas é REAL! São todas igualmente ILUSÓRIAS! 

Entretanto, servem como lembretes da Verdade Absoluta, que diz: SUBJACENTE AO “MUNDO DE APARÊNCIAS”, EXISTE O DIA DE PLENITUDE INFINITA, DADO POR DEUS A TODOS NÓS!

Tendo esse conhecimento, e fazendo o devido reconhecimento dessa Verdade, ficamos na condição de cumprir o que é recomendado pelo Salmo de Davi: REGOZIJANDO-NOS E ALEGRANDO-NOS “NESTE DIA”! 








GRATIDÃO AO MEU AMIGO DÁRCIO