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quinta-feira, 7 de maio de 2020

IMORTALIDADE TRAZIDA À LUZ – 12 –FINAL




No entanto, existe quem considere que somos realmente imortais, mas que o homem está mesmerizado ou hipnotizado pela crença do nascimento na matéria, de uma existência material e de uma morte ou elevação para além da matéria. 


Mas como poderá existir mesmerismo ou hipnotismo se não existe uma mente mortal para ser mesmerizada ou hipnotizada? Aprendemos no Manual a defendermo-nos diariamente contra a sugestão mental agressiva.

Mas que sugestão mental agressiva existe senão a de uma vida separada de Deus? Que mais podemos negar senão o erro de uma história material?

Como já foi referido, se o anjo do Apocalipse tivesse que se apoiar somente num pé, ele escolheria o pé direito, apoiado sobre a sugestão da crença sutil de que o homem tenha algum dia podido passar pela experiência do nascimento humano.

A forma mais segura e mais correta de destruir toda crença mesmérica é o reconhecimento e a compreensão de que existe uma só Mente, Deus, e que esta Mente infinita é a minha e a vossa Mente, a Mente de todo o universo. Então onde se encontra uma mente mortal passível de ser mesmerizada?

A Sra. Eddy diz-nos claramente em todos os seus escritos que a forma mais correta de destruir a sugestão hipnótica consiste na aplicação da verdade de que Deus é a única Mente e que não existe qualquer outra.

Quando a Sra. Eddy considerou que havia chegado a hora de estabelecer uma segunda Igreja em Nova lorque, ela encarregou sua fiel seguidora, Laura Lathrop, dessa missão.

Devido à resistência das pessoas que defendiam que não deveria existir uma segunda Igreja naquela cidade, alguns amigos da Sra. Lathrop recearam que, ao respeitar a ordem da Sra. Eddy, ela pudesse ser prejudicada pela má prática mental. Para se proteger contra a sugestão mental agressiva, a Sra. Eddy escreveu na carta à Sra. Lathrop: “Não existe outra mente para me tentar, para me prejudicar ou para me dominar. Compreendo espiritualmente essa verdade e sou dona da situação.” Não é esta uma declaração poderosa? Reparem como a Sra. Eddy sublinha o fato de não existir senão uma Mente com a afirmação “compreendo espiritualmente essa verdade” e não “vou tentar compreendê-la” ou “compreendê-la-ei um dia” — ela reivindica essa compreensão no momento presente.

Foram muitas as vezes em que recorri a esta pequena oração de louvor a Deus: “Deus é a única Mente; esta Mente é a minha Mente e é a Mente do meu próximo.”

Utilizo também frequentemente as seguintes palavras da Sra. Eddy: “não existe outra mente para me tentar, para me prejudicar ou para me dominar. Compreendo espiritualmente essa verdade e sou dona da situação”. Não constitui essa declaração uma defesa perfeita contra a sugestão agressiva? Essa verdade anula completamente a possibilidade de existência de tal coisa pelo reconhecimento da totalidade da única Mente, Deus, e da absoluta não-existência de alguma outra mente. Mais ainda, elimina não somente a noção da mente mortal como poder, mas também como presença.

Não é algo maravilhoso sabermos que somos donos da situação? Compreendendo espiritualmente que Deus é a nossa Mente, não podemos ser mesmerizados ao ponto de crermos que somos mortais. Estamos no presente inteiramente conscientes e vigilantes a respeito da verdade do ser. Sabemos quem somos, o que somos, onde estamos e aquilo que se passa. Alegremo-nos várias vezes ao longo do dia com o fato de não sermos mortais mesmerizados e sim imortais totalmente conscientes. Não podemos ser tentados a acreditar que somos Napoleão, pois sabemos quem somos; não podemos ser tentados a crer que somos um cigano, pois sabemos quem somos; nem sequer podemos ser tentados a acreditar que somos um mortal.

Sabem quem nós somos? Somos os filhos e as filhas do Rei e estamos conscientes da nossa verdadeira identidade. Não podemos ser tentados a acreditar que somos um ser material, físico e corpóreo, pois sabemos quem somos. Sabemos ser “(…) o resplendor da glória e a expressão exata do seu Ser (…)” (Hebreus 1:3).

Nem sequer podemos ser tentados a admitir e menos ainda a ser mesmerizados pela crença que vivemos num universo material.

Sabemos onde estamos; sabemos que nEle “vivemos, e nos movemos e existimos” (Atos 17: 28) e que por isso, o nosso universo é espiritual, é o universo da Mente. 

Não podemos ser hipnotizados pela crença de que a enfermidade, a carência, os relacionamentos desarmoniosos, os acidentes, etc., possam nos atingir. Estamos totalmente conscientes do fato de que podem somente acontecer coisas maravilhosas.

Existimos, vivemos, sentimos e alegramo-nos num sentido científico de saúde, de relacionamentos harmoniosos, de ordem divina, de paz, de prosperidade e de vida em abundância. Como tudo o que se passa é o próprio Deus a expressar-se, os resultados só podem bons.

Não é maravilhoso saber que somos um imortal totalmente consciente de quem é, daquilo que é e daquilo que o rodeia? Aceitemos essa verdade, reivindiquemo-la com firmeza e regozijemo-nos com ela.

A seguinte experiência, ocorrida durante a II Guerra Mundial, foi sempre uma fonte de inspiração para mim: uma mulher vivia num país dominado pelas forças nazistas. Então um dia, sem qualquer aviso prévio, os soldados inimigos invadiram a sua casa, e em conjunto com outras mulheres, levaram-na para um campo de concentração. Anteriormente, o seu marido já havia sido feito prisioneiro, encontrando-se também num campo de concentração. Ao ser levada, essa mulher fora forçada a abandonar em sua casa duas crianças sem idade suficiente para tomar conta de si próprias. Assim, ela dispôs-se de imediato a não ser mesmerizada ou hipnotizada, aceitando a idéia de que algo horrível pudesse suceder. Viu claramente que Deus era a sua Mente e compreendeu que essa Mente divina estava certamente consciente da sua própria identidade, de onde ela estava e daquilo que se passava. Nem por um só instante ela permitiu ser mesmerizada, aceitando ser uma mortal numa prisão inimiga.

Insistiu mentalmente no fato de que era uma filha imortal de Deus, ilimitada, livre e habitando em segurança “no esconderijo do Altíssimo”. Nunca por um instante, ela permitiu ser mesmerizada, aceitando que o comportamento de alguns mortais maldosos tivesse consequências terríveis. Ela viu os soldados inimigos “na Ciência”, como o homem perfeito da criação de Deus, exprimindo apenas as qualidades de Deus, plenas de amor e de consideração. Elevando-se acima dos muros da prisão, ela recusou ser tentada a admitir que existia um universo dilacerado pela guerra, onde se encontravam crianças sozinhas, necessitando da ajuda de um homem preso num campo de concentração. Invertendo o caso, ela regozijou-se pelo fato de estar totalmente consciente da verdade de que no universo da Mente — o único universo que existe — apenas podem suceder coisas maravilhosas aos filhos de Deus.

Como resultado dessa forma de pensar, numa certa manhã um soldado inimigo decidiu abrir as portas daquele campo da prisão. Nenhuma explicação foi dada para esse ato; nenhum aspecto da guerra se alterara e o campo inimigo não mudara de sítio; nesse momento, mais nenhum prisioneiro de outros campos de concentração foi libertado. Apenas essa mulher sabia porque é que a liberdade lhes fora restaurada, a ela e às suas companheiras: Ela tornara-se “dona da situação”. Sabendo que Deus era a única Mente, recusara-se a ser mesmerizada. 

É interessante acrescentar que pouco tempo após ter sido feita prisioneira, um vizinho acolhera as duas crianças em sua casa, tomando-as a seu cargo; da mesma forma, pouco tempo depois de ter regressado a casa o seu marido obteve igualmente a liberdade.

Também nós podemos alcançar a libertação da mortalidade nas nossas vidas e nas de outros, se negarmos com firmeza que podemos ser mesmerizados ao acreditar que somos mortais vivendo num universo material; e também se nos regozijamos no fato de que estamos, logicamente, totalmente despertos para a realidade de que vivemos num universo espiritual, conscientes de que somos os filhos perfeitos de Deus.

Recordam-se do interessante relato do filho do rei que nunca foi cigano, com o qual iniciei estas páginas?

Apesar de muito apreciar essa história e apesar das bênçãos que ela me proporcionou, esse não é o relato que vos diz respeito. Tenho agora o privilégio de vos deixar a vossa história verdadeira:  Era uma vez o filho do Rei. Era de tal forma obediente a seu Pai, que nunca chegou a se perder nos bosques; nunca foi raptado por um bando de ciganos; nunca cresceu de forma a assemelhar-se a um cigano, nem adquiriu um nome cigano, como nunca aprendeu o idioma desse povo; nunca lhe foi necessário revelar que ele não era um cigano e sim o filho do Rei, tal como nunca foi necessário convencê-lo a identificar-se corretamente, de forma a obter tudo a que tinha direito. Em vez de errar sem rumo pela mortalidade, o homem habita constantemente na imortalidade, em vez de envelhecer na mortalidade, o homem que habita na imortalidade não possui idade; ao invés de ter que se elevar à verdade do seu ser, o homem reconhece sempre ser o filho de Deus; ao invés de ter de aprender tudo de novo sobre seu Pai, o homem nunca deixou de O conhecer, amar, louvar e adorar, tal como nunca deixou de compreender a sua relação com Ele; em vez de se ter de identificar de novo como Seu filho, o homem continua simplesmente a ser o Seu filho bem-amado, em quem “Ele se regozija”, “assentado à direita” de Deus, o Pai todo-poderoso; em, vez de ter de reivindicar novamente a sua herança, o homem jamais deixou de estar inteiramente consciente do fato de que todas as bênçãos de Deus lhe pertencem natural e necessariamente.

A descrição que Paulo fez aos Hebreus acerca de Jesus é a verdadeira descrição do homem: “Sem pai, sem mãe, sem genealogia; que não teve princípio de dias, nem fim de existência, entretanto feito semelhante ao Filho de Deus.” (C&S 7: 3)


F I M







Dorothy Rieke

quarta-feira, 6 de maio de 2020

FUJA DOS DESVIOS DE “DOUTRINAS VÁRIAS E ESTRANHAS”!






Respondeu-lhes Jesus: 
A minha doutrina não é minha, 
mas daquele que me enviou.

Se alguém quiser fazer a vontade de Deus, 
há de saber se a doutrina é dele, 
ou se eu falo por mim mesmo.

Quem fala por si mesmo busca a sua própria glória; 
mas o que busca a glória daquele que o enviou, esse é verdadeiro, e não há nele injustiça.

João 7: 16



Jesus fez questão de deixar bem claro que “não era dele” a doutrina perfeita e absoluta que vinha pregando. Assim disse, com todas as letras: “Minha doutrina NÃO É minha, mas DAQUELE que me enviou”.

Quando João explicitou, em seu Evangelho, que “SEM O VERBO, NADA DO QUE FOI FEITO SE FEZ”, deixou também muito claro que “SOMOS AQUELE QUE É TODA A REALIDADE INFINITA, ONIATIVA E ONIPRESENTE!

Que sentido tem a frase de Jesus: “MINHA DOUTRINA É DAQUELE QUE ME ENVIOU”? Primeiramente, Jesus explicava que “sua presença”, como ENVIADO DE DEUS, seria a mesma ILUSÃO que induzia a suposta “humanidade” a aceitar que “vivemos na Terra”, como “encarnados” nela nascidos. 

Jesus deixava claro que tanto ele como todos os demais JAMAIS ESTIVEMOS SENDO “ENVIADOS POR DEUS” A UM SUPOSTO “MUNDO MATERIAL”! SEMPRE ESTIVEMOS ONDE AGORA ESTAMOS, COMO UNIDADE COMPLETA E PERFEITA EM DEUS!

Quando a Bíblia fala em “descida e subida ao Pai”, em “enviado por Deus”, isto é, em “Deus interagindo com o mundo”, fala da ILUSÃO e não do REFERENCIAL da Verdade Absoluta! Por esse motivo, Jesus orou para que PERCEBÊSSEMOS que somos uma UNIDADE PERFEITA, e não “seres viventes” num mundo separatista, em que diariamente ocorram “nascimentos e mortes”! Não há maior absurdo do que “doutrinas” que professem tais mentiras, em concordância com elas!

Como identificar “desvios” e “crenças infundadas”, para não darmos crédito a quaisquer deles? BASTA-NOS VIVER CONSCIENTES DA TOTALIDADE DE DEUS! Esta TOTALIDADE está EVIDENCIADA, AQUI E AGORA, E É PERMANENTE! Exemplificando, se “alguém” divulgar a CRENÇA EM ESTÁGIOS DE CONSCIÊNCIAS, estaria ele condizente com a TOTALIDADE DE DEUS? Sabemos que não! E é assim que nos livramos de dar crédito aos inúmeros “desvios” que, aparentemente, possam nos surgir pela frente!

“A MINHA DOUTRINA NÃO É MINHA” – disse Jesus. DE QUEM PODERIA SER? DE DEUS, obviamente, QUE É TUDO! E sendo TUDO, não seria também Jesus? SERIA, SE JESUS, SENDO VISTO, ESTARIA SENDO VISTO COMO O CRISTO, E NÃO COMO “FILHO DE MARIA”, O QUE SERIA ILUSÃO!

“…MAS DAQUELE QUE ME ENVIOU”- disse Jesus. CONHECIA SUA IDENTIDADE CRÍSTICA E DIVINA, COMO TAMBÉM SABIA ESTAR SENDO RECONHECIDO PELO MUNDO COMO “CARNAL”! E ao passar ao mundo a VERDADE ABSOLUTA, estava, efetivamente, “ATRAINDO TODOS A MIM” – À UNIDADE PERFEITA!

E TODO AQUELE QUE ASSIM SE VISSE ATRAÍDO A “CONHECER A VERDADE”, SE VERIA “ATRAÍDO À CONSTATAÇÃO DE SER, ELE PRÓPRIO, A VERDADE CONHECIDA!







GRATIDÃO AO MEU AMIGO DÁRCIO

terça-feira, 5 de maio de 2020

“SE ESTIVESSES AQUI…”





“Disse Marta a Jesus: 
Senhor, se estivesses aqui, meu irmão não teria morrido!”

João 11: 21



A ilusão de que “há vida na matéria” é a CRENÇA causadora do pavor em que sempre viveu a humanidade, temendo males que supostamente levam à morte! 

A identificação com os sentidos humanos faz com que “nascimentos e mortes” sejam ilusoriamente vistos e acreditados como realidades irrefutáveis, enquanto não passam de “sonhos da mente mortal”.

A Verdade é que DEUS É TUDO, enquanto a “vida na matéria” é “sonho”, algo que simplesmente DESAPARECE, quando passamos pela experiência de Deus com que, em comunhão com Ele, percebemos a Realidade eterna e iluminada, aqui e agora sempre presente!

Por que Jesus “ressuscitou” somente alguns “poucos mortos”, e não milhares deles? Para fazer o mundo se desapegar das falsidades aceitas e procurar conhecer a Verdade, que é perfeição permanente e absoluta! Assim, via Jesus os supostos mortos como “aqueles que dormiam””! 

Na verdade, a intenção de Jesus era a de passar ao povo que “os mortos”, sendo “ressuscitados”, eram “sinais” de ALGO ETERNO subjacente a eles, e sendo “vistos” somente pela “humanidade em seu “sonho material profundo”! 

Portanto, Jesus restaurando a APARÊNCIA DE LÁZARO, respondeu à Marta com o “sinal” de que O EU “EM MIM”, EM CADA UM, É VIDA ETERNA!

Disse Jesus: “Eu SOU a ressurreição e a Vida; quem CRÊ EM MIM, ainda que esteja morto viverá. E todo aquele que vive, e CRÊ EM MIM, nunca morrerá”.

DEUS É TUDO, TUDO É DEUS! Em vista disso, Jesus chamava de “mortos” aqueles que se acreditavam “vivos” no mundo do “pai da mentira”! Para ele, UNICAMENTE INDO “A MIM”, TODOS TERÃO A EXPERIÊNCIA DA VIDA ETERNA”!

A multidão se maravilhava”, vendo as supostas “aparências de ressurreição”; entretanto, o que realmente deve maravilhar alguém é a Verdade que SOMOS, que está em constituirmos a UNIDADE DIVINA PERFEITA, ETERNA E PERMANENTE! 









*GRATIDÃO AO MEU AMIGO DÁRCIO

segunda-feira, 4 de maio de 2020

“ORA A TEU PAI!”





“Mas tu, quando orares, entra no teu aposento, e, fechando a tua porta, ora a teu Pai, que está em secreto; e teu Pai, que vê secretamente, te recompensará. 

E, orando, não useis vãs repetições, como os gentios, que pensam que, por muito falarem, serão ouvidos. 

Não vos assemelheis, pois, a eles, porque vosso Pai sabe o que vos é necessário, antes de vós lho pedirdes.”

Mateus 6; 6


Como a Bíblia diz para “orarmos sem cessar”, assimilarmos em detalhes o que disse Jesus sobre a oração é de capital importância. 

Primeiramente, disse para nos isolarmos do mundo e “orarmos ao nosso Pai”, e feito isso, explicou que “estando em nós em secreto”, o Pai nos recompensará! 

Desse modo, acentuou que o essencial era estarmos “receptivos” à atuação de Deus em nós. 

Salientou a importância de evitarmos “preces de repetições”, como as feitas pelos gentios, assim dizendo: “VOSSO PAI SABE O QUE VOS É NECESSÁRIO, ANTES DE VÓS LHO PEDIRDES”!

Certa vez, estando no início de uma oração, trouxe à minha lembrança estas instruções de Jesus, que são profundas e, ao mesmo tempo, simples! 

“Ora a TEU PAI”, disse ele. 

E então, dirigi-me ao Pai me lembrando da sequência apresentada por ele, ficando “receptivo” ao Pai me vendo secretamente e me recompensando com Sua Presença. 

Porém, após alguns segundos, saltou-me à mente o seguinte: “Que está você fazendo? Aguardando algo do Pai? Ou deveria estar reconhecendo que VOCÊ É FORMADOR DE SUA ONIPRESENÇA”?

Isto bastou para que eu desse fim à aparente dualidade, à prece imperfeita, para, no silêncio, perceber a Onipresença ONIATIVA Se manifestando como o ser individual que cada um de nós é, numa Unidade Perfeita!

Os gentios, segundo Jesus, com seus repetidos pedidos ocupando lugar nas orações, deixavam de perceber o principal: A UNIDADE DELES COM TUDO O QUE DEUS POSSUI, E É!

No entanto, quando assumimos que FORMAMOS O PAI ETERNAMENTE, NADA NOS RESTARÁ PARA “SER PEDIDO”, “ATENDIDO” OU “ACRESCENTADO”!

“Não vos assemelheis, pois, a eles, porque vosso Pai sabe o que vos é necessário, antes de vós lho pedirdes”. 

Tendo em vista esta instrução, fica claro que, na oração, o que deve ser reconhecido, e isso prioritariamente, é a UNIDADE PERFEITA em que vivemos, entendida como JÁ FEITA, E FORMADA PELO CRISTO QUE TODOS SOMOS!










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domingo, 3 de maio de 2020

“NASCIDOS DE NOVO DA SEMENTE IMORTAL”




“Vocês nasceram de novo, 
não de uma semente mortal, 
mas imortal, por meio da palavra de Deus, 
que é vida e que permanece.” 

1 Pedro, 1: 23 



A Vida que vivemos sempre esteve sendo divina e imortal, e quando as Escrituras falam em “renascimento”, em “nascidos de novo”, apenas enfatizam a Verdade imutável que TODOS SOMOS! 

A ilusão de “queda do homem” é a irrealidade chamada “nascimento”, pregada pela ilusória “mente carnal”, e deve ser crença falsa a ser banida por completo de nossa aceitação. 

Jesus nos deixou todas as instruções necessárias para que esta ILUSÃO fosse expulsa, de modo que ficasse inteiramente abandonada como irrealidade! 

“Não chameis de pai a NINGUÉM da Terra”, 

“Estivestes COMIGO desde o princípio”, 

“Vós, DESTE MUNDO, não sois”, 

“O Reino de Deus vos está dado”, 

“Se alguém guardar a minha palavra, nunca provará a morte!”. 

Nossa total IDENTIFICAÇÃO com estas poucas declarações de Jesus são a “SEMENTE IMORTAL que nos faz “nascer de novo”, não apenas com leituras, mas principalmente, com dedicada “vivência na Verdade”. 

“Vocês nasceram de novo, não de uma semente mortal, MAS IMORTAL, por meio da palavra de Deus, que é VIDA e que PERMANECE” (1 Pedro, 1: 23). 

Na citação, Pedro acentua que A PALAVRA DE DEUS é Vida, e o que permanece! 

O FATO É QUE DEUS É TUDO, e esta Verdade é a base de toda PALAVRA DE DEUS que nos foi revelada! 

Aqueles que endossam as “mentiras da mente carnal”, ou aqueles que “temem se manter com fé” na Palavra de Deus, REJEITAM A “SEMENTE DA IMORTALIDADE “, impedindo a plena PERCEPÇÃO das revelações recebidas! 

Por outro lado, aqueles que “não se veem do mundo”, que “não chamam de pai alguém da Terra”, que “reconhecem viver no Reino de Deus”, MESMO QUE APARENTEMENTE “VEJAM” APARÊNCIAS DISCORDANTES DA VERDADE, DESACREDITARÃO DE TODAS ELAS, SEM LHES FORNECER “ADUBOS”! ESTARÃO “GUARDANDO A PALAVRA” E DESMENTINDO AS MENTIRAS, EM VEZ DE TEMÊ-LAS! SÃO ESTES QUE NUNCA VERÃO A MORTE, POR SE OCUPAREM COM A PALAVRA DE DEUS, CIENTES DE QUE ELA “É VIDA E O QUE PERMANECE”! 








GRATIDÃO AO MEU AMIGO DÁRCIO


sábado, 2 de maio de 2020

“SE DEUS É POR NÓS…”





“Se Deus é por nós, quem será contra nós?”

Romanos, 9: 31




A citação de abertura, “Se Deus é por nós, quem será contra nós?”, parte de nossa aceitação incondicional de que DEUS É TUDO, e de que SOMOS UM COM SUA TOTALIDADE INFINITA!

Acreditar na ilusória “mente carnal” significa acreditar em DOIS PODERES, o que faz a humanidade acreditar em suposto “conflito entre o bem e o mal”. 

Quantas vezes foi ouvido alguém dizer: “Estamos cumprindo o que diz o Apocalipse, vivendo o derradeiro conflito do bem contra o mal”. 

É evidente que tais ideias são completamente ilusórias, e engendradas unicamente pela igualmente ilusória “mente carnal”.

“Se Deus é por nós”, NADA JAMAIS HOUVE NEM HAVERÁ “contra nós”! OU DEUS NÃO SERIA TUDO!

A humanidade insiste em endossar a presença de “algo mais além de Deus”, falando sobre a ONIPRESENÇA DIVINA só “da boca pra fora”! 

Quando os reveladores da Verdade emitiram o mesmo chamado, “VINDE A MIM”, sabiam que diziam: VENHAM À MENTE DIVINA, ÚNICA E ONIPRESENTE, QUE PERMEIA TODA A REALIDADE ESPIRITUAL UNIVERSAL!

“TUDO ESTÁ FEITO”, diz o Apocalipse. É esta a Verdade Absoluta que, entendida e seguida, faz com que NOS VEJAMOS “EM MIM”, na Unidade Perfeita, e faz com que CUMPRAMOS, EM NÓS MESMOS, A ORAÇÃO FEITA POR JESUS: “ORO PARA QUE SEJAM UM”!

Ser UM significa SER A ONIPRESENÇA! 

Ser UM significa SER O PODER ÚNICO! 

Ser UM significa DESCONHECER PODER MALIGNO!

Este é o sentido da fala de Paulo: “QUEM SERÁ CONTRA NÓS?”

A humanidade se verá LIVRE tão logo descarte a ilusória “mente carnal”, que a ilude com a falsa CRENÇA NO BEM E NO MAL! “

“Crê, somente, e seja-te feito conforme creste”, disse Jesus!

CREIAMOS NA TOTALIDADE DE DEUS E NA AUSÊNCIA DE “OUTROS PODERES AO LADO DE MIM”, E ASSIM NOS SERÁ FEITO! MELHOR DIZENDO, ASSIM JÁ NOS ESTÁ FEITO! AQUI E AGORA!

Jamais ALGO AINDA ESTEVE POR OCORRER, uma vez que TUDO, SEMPRE, JÁ ESTEVE FEITO. E DECORRE, DO RECONHECIMENTO DESTE FATO, A “DESINTEGRAÇÃO DA ILUSÃO” QUE, ERRONEAMENTE, SE MOSTRA COMO “CONFLITO DO BEM CONTRA O MAL”, E QUE É, NA VERDADE, A ELIMINAÇÃO DE AMBOS, DA CRENÇA NO BEM E NO MAL DAS APARÊNCIAS!

UNICAMENTE DEUS É REALIDADE!









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sexta-feira, 1 de maio de 2020

“O ESPÍRITO DE DEUS HABITA EM VÓS!”



“Não sabeis vós que sois o templo de Deus e que o Espírito de Deus habita em vós?”

1 Coríntios 3:16


Aquele que lê as Escrituras sem fazer a própria identificação com a Verdade contida nelas, se equipara a alguém que, num restaurante, fique só lendo o cardápio sem com nada se alimentar.

Certa vez, conversando com um evangélico, disse a ele: “Somos o Espírito de Deus, e as igrejas nem tocam no assunto!” 

Respondeu-me ele: “Dizer que o Espírito de Deus habita em nós não quer dizer que sejamos este Espírito!”. 

Na crença dele, aprendida nas igrejas, ELE SERIA APENAS ALGUÉM APARTADO DE DEUS, COM UM DEUS HABITANDO NELE! 

Para ele, “o Templo de Deus” era entendido como sendo o suposto “corpo carnal”! 

E alguém CONVICTO dessa ILUSÃO, dificilmente admitiria ser UM COM DEUS, assim como Jesus orou para sermos: “Oro, ó Pai, para que todos sejam UM, assim como NÓS SOMOS UM”!

Por que os chamados cristãos se iludem com essa dualidade ilusória? 

POR DESCONHECEREM QUE “TÊM A MENTE DE CRISTO”! Creem “ter tido pai na terra”, creem serem “carnais imperfeitos”, e se “julgam pelas aparências”! SERIAM MESMO CRISTÃOS? SÓ SE FOREM CRISTÃOS DE ARAQUE!

O cristão verdadeiro vive ligado às instruções de Jesus! Tem por Pai unicamente Deus, seu juízo é justo! Honra a si mesmo como honra o Pai, por saber SER UM COM ELE! Lendo que O ESPÍRITO DE DEUS NELE HABITA, sente-se lembrado da Verdade Absoluta, que sempre esteve ele sendo! 

Quando percebe “ter errado”, em algum ponto, de imediato se isola do “juízo pelas aparências”, reconhecendo que, na verdade, sua Mente é a Mente de Cristo, a Mente que jamais erra! 

Desse modo, liberta-se da acusadora “mente carnal”, reconhecendo que UNICAMENTE A ONIAÇÃO DIVINA esteve presente, enquanto a “mente carnal” intentava iludi-lo com “crenças de culpas e arrependimentos”, advindos da CRENÇA NO ERRO!

UNICAMENTE DEUS É REALIDADE! 

UNICAMENTE DEUS SE MANIFESTA COMO O FILHO QUE SOMOS! 

Portanto, assim dizia Jesus: “SÃO-TE PERDOADOS OS TEUS PECADOS!” Não conhecia NINGUÉM como “nascido da carne”!

Pela GRAÇA DE DEUS, conhecemos a Verdade de que SOMOS O ESPÍRITO DE DEUS! 

Por isso, ao curar um cego de nascença e ser indagado pelo povo sobre “QUEM TERIA PECADO”, se ele ou seus pais, para que “nascesse cego”, Jesus unicamente endossou o JUÍZO JUSTO, dizendo: “Nem ele nem seus pais pecaram! Foi para que nele se manifestasse a glória de Deus!”.

Em essência, estes são os princípios da Verdade pregados por Jesus, todos fundamentados na Verdade de que DEUS É TUDO!

Conhecendo tais princípios, claro nos ficará que, realmente, “O ESPÍRITO DE DEUS É QUEM HABITA EM NÓS, SENDO CADA UM DE NÓS”!





*GRATIDÃO AO MEU AMIGO DÁRCIO