Translate

sexta-feira, 7 de janeiro de 2022

A FONTE INTERIOR DE SUPRIMENTO!

 






Por conhecer o supridor Agora transcendental divino, pôde Jesus passar à humanidade a Parábola do Tesouro Escondido no Campo, sobre o imutável “cofre do infinito”, chamado por ele de “Fonte interior de Águas Vivas!”.

Ao revelar a “Parábola do Tesouro escondido no campo”, Jesus passava à humanidade a Verdade de que DEUS É A FONTE ÚNICA E INESGOTÁVEL DE TODO SUPRIMENTO!

Até hoje a humanidade despreza este “tesouro”, anunciado estar disponível “dentro de nós”. 

Grande parte dos supostos conflitos terrenos decorre da falsa crença na existência da matéria, crença errônea que é vista como supridora dos bens da vida, levando a maioria a confiar em imprevisível suprimento material.

TUDO é DEUS, e DEUS É TUDO! 

Um SIMPLES pensamento correto revela DEUS SENDO UM COM TODO HOMEM, mas a humanidade está viciada e apegada à ilusão de provedores terrenos, e esta busca insana e desenfreada na matéria é o que induz a maioria a gritar em passeatas de protesto contra políticos e governantes, sem escavar e sem retirar seus “tesouros” de “dentro de si mesmos”, único local em que eles existem e permanecem acessíveis e disponíveis, desde que não sejam trocados pelas enganadoras “fontes de águas mortas” do mundo.

Não há suprimento real na suposta matéria! Por isso a Bíblia afirma que “não há justos a mendigar pão”. FALTA AO HOMEM SER JUSTO PARA COM DEUS E VIVER EM DEUS!

Aqueles que assim se ajustarem, terão, a cada necessidade, seu suprimento garantido e oferecido, sempre vindo DO INTERIOR DE SEU PRÓPRIO SER, QUE É DEUS!









GRATIDÃO AO MEU AMIGO DÁRCIO

quinta-feira, 6 de janeiro de 2022

O “EU SOU" É O AUTOSSUPRIMENTO INFINITO” QUE VOCÊ É!

 




Se a “letra da Verdade mata”, temos o “Espírito divino que a vivifica”, razão pela qual as leituras devem sempre ser “contempladas” com assídua dedicação no Reino da própria Verdade.

Deus, sendo TUDO, é AUTOSSUPRIMENTO INFINITO Se evidenciando como o “EU SOU” que cada um de nós AGORA é!

No Universo divino TUDO ESTÁ FEITO, cabendo, a todos nós, simplesmente FAZER RADICAL IDENTIFICAÇÃO com este “EU SOU” do Universo espiritual.

Não há realidade em “carências” testemunhadas pelos homens! Tampouco há “homens” testemunhando tais inexistências. SOMENTE DEUS É REALIDADE, razão pela qual Jesus, consciente de SER DEUS, disse “ter vindo ao mundo” para dar TESTEMUNHO DA VERDADE.

A “mentira”, sendo largada. de imediato de lado como ILUSÃO, através de nossa confirmação da LETRA DA VERDADE, FAZ COM QUE o testemunho da Verdade seja “contemplado” corretamente, isto é, com nossa VISÃO CORRETA DA REALIDADE DIVINA, em que DEUS É TUDO, O AUTOSSUPRIMENTO DIVINO É ONIPRESENTE, E QUE SOMOS ESTE AUTOSSUPRIMENTO NO “PONTO EXATO” EM QUE ESTAMOS!

Este é o sentido das palavras de Paulo, dizendo que “SOMOS COERDEIROS COM CRISTO DE TODAS AS RIQUEZAS CELESTIAIS”.

O suposto “mundo material” jamais teve “presença real”, pois, se assim não fosse, DEUS NÃO SERIA ONIPRESENTE! 

Quando Paulo afirma que “COM CRISTO” é que POSSUÍMOS TUDO O QUE DEUS POSSUI, está se referindo ao CRISTO QUE NÓS SOMOS! Por isso, revelou-nos que “JESUS CRISTO ESTÁ EM NÓS” (2 Cor. 13: 5). 

Esta revelação implica o reconhecimento de que O SUPOSTO CARNAL, DO ILUSÓRIO MUNDO TERRENO, JAMAIS ESTEVE PRESENTE EM NÓS! 

O “EU SOU” ESTEVE, ESTÁ E ESTARÁ PRESENTE ETERNAMENTE COMO “O CRISTO HERDEIRO DO PAI”, EM PORTANTO, BASTA-NOS ESTE “RECONHECIMENTO ABSOLUTO”, E NOS VEREMOS DE POSSE DO REINO INTEIRO DE DEUS E DE TUDO QUANTO DEUS É, E POSSUI!

É desse modo que O “EU SOU AUTOSSUPRIMENTO INFINITO” é reconhecido e evidenciado como sendo o “EU SOU” que VOCÊ É!











*GRATIDÃO AO MEU AMIGO DÁRCIO

quarta-feira, 5 de janeiro de 2022

O MELHOR AUXÍLIO A SER PRESTADO




Ajudar os outros, aliviando suas necessidades físicas é muito importante, porém o auxílio é tanto maior quanto maior é a necessidade e duradouro o auxílio.

Se as necessidades de um homem podem ser aliviadas durante uma hora, devemos ajudá-lo; se podem ser remediadas por um ano, o auxílio será maior; porém se forem eliminadas para sempre, este será, sem dúvida, o melhor auxílio que lhe será prestado.

O conhecimento espiritual é o único que pode destruir nossas misérias para sempre; os demais só satisfazem as nossas necessidades por algum tempo. 

O conhecimento do espírito é o único que consegue destruir para sempre o desejo; assim, o auxílio espiritual é o mais elevado auxílio que se pode oferecer ao homem.

Quem dá conhecimento espiritual é o maior benfeitor do gênero humano, e por isto vemos que foram sempre os homens de maior poder que auxiliaram a humanidade em suas necessidades espirituais, porque a espiritualidade é a verdadeira base de nossa vida.

Um homem são e espiritualmente forte, será forte em qualquer outro aspecto, se assim o desejar; enquanto não houver fortaleza espiritual no homem, nem mesmo suas necessidades físicas poderão ser satisfeitas.

Depois do auxílio espiritual vem o intelectual; a dádiva do conhecimento é muito mais elevada do que a do alimento e roupa; é ainda maior do que a de dar vida a um homem, porque a vida deste consiste realmente no conhecimento.

A ignorância é morte, o conhecimento é vida. E esta é de pouco valor se transcorre na obscuridade, engolfada na ignorância e na miséria.

As misérias deste mundo não podem ser resolvidas somente pelo auxílio físico; enquanto a natureza do homem não mudar, as necessidades físicas persistirão, bem como as desventuras, sem que auxílio físico algum possa remediá-las totalmente.

A única solução está em purificar a humanidade.

A ignorância é a mãe de todos os males e misérias. 

Quando o homem tiver luz, e for puro e espiritualmente forte e educado, então a miséria findará.

Ainda que convertamos nossas casas em asilos de caridade e povoemos a terra de hospitais, as misérias humanas não terminarão enquanto o homem não conhecer a sua Real Natureza.




VIVEKANANDA

terça-feira, 4 de janeiro de 2022

SENDO TUDO, DEUS É A FONTE ÚNICA DE SUPRIMENTO!

 





Desmantelar as CRENÇAS de vida material é ao que Jesus se referiu, ao declarar “ter vindo para destruir as obras do diabo”.

Quando me chegam nas ruas supostos “pedintes de dinheiro”, logo eu digo a eles: O que precisam, é de se ajustarem com Deus! 

A Bíblia é taxativa, ao afirmar que não há um único justo a mendigar pão”! 

Muitos ficam a pensar nestes dizeres das Escrituras, enquanto alguns se distanciam, dizendo aos parceiros: “Eu me vou, ele não nos dará o dinheiro”! 

Nesses casos, assim digo a eles: “Vocês estão é fugindo da Verdade que comecei a lhes passar! Jesus não saía com “sacos de dinheiro” para distribuir às pessoas! Sabia SER A VERDADE e sabia que “todo aquele aparentemente a mendigar pão”, é, de fato, A MESMA VERDADE QUE ELE!

Que pensam os supostos “mendigos” sobre si mesmos? Acreditam serem vítimas da sociedade, que apenas possuem a roupa velha do corpo, nenhum dinheiro e nenhum suprimento. É por isso que NÃO SÃO JUSTOS COM DEUS”!

“Deus não faz acepção de pessoas”, diz a Bíblia! 

Tampouco JULGA ALGUÉM SEGUNDO AS APARÊNCIAS! O que liberta não é “obter dinheiro”, mas sim, CONHECER A VERDADE”, E ESTA VERDADE É QUE DEUS E TODO FILHO ESPIRITUAL SÃO “UM”!

Quando sabemos e contemplamos a Verdade de que VIVEMOS EM UNIDADE COM DEUS, EM SEU ESPÍRITO, E QUE JAMAIS ESTIVEMOS EM “MUNDO DO PAI DA MENTIRA”, PERCEBEMOS DEUS SENDO QUEM SOMOS, E QUE SOMOS HERDEIROS DE TUDO QUANTO DEUS POSSUI!

O “BEM TOTAL ABSOLUTO” É O NOSSO REAL E PERFEITO “SUPRIMENTO PERFEITO”! Por isso, na Metafísica, é dito que DEUS É A FONTE ÚNICA DE SUPRIMENTO! UM RECONHECIMENTO INEQUÍVOCO DO FATO ESPIRITUAL QUE ENDOSSA A VERDADE DE QUE “TUDO É DEUS EM AUTOSSUPRIMENTO PERFEITO”!

Portanto, DESVINCULE-SE DE “MUNDO MATERIAL” E DÊ VIDA ÀS SEGUINTES PALAVRAS DE PAULO: “EM DEUS VIVEMOS, NOS MOVEMOS E TEMOS O NOSSO SER”.






*Gratidão ao meu amigo Dárcio

segunda-feira, 3 de janeiro de 2022

O DINHEIRO DE DEUS





Há quem pense que o dinheiro é a maior causa dos sofrimentos do mundo contemporâneo. De fato e infelizmente, o dinheiro se tornou, ao mesmo tempo, em bênção e maldição. 

A falta de dinheiro pode tornar o homem inseguro, medroso, humilhado e sem ânimo; a ânsia de dinheiro leva à competição, à fraude, à mentira e até à perda da dignidade humana; o excesso pode levar ao orgulho, apego e afastamento das metas essenciais, além do receio de roubo, desconfiança etc., que anuviam as alegrias do relacionamento.


Esses problemas todos conduzem a inarmonias e enfermidades, nublando os aspectos mais puros e gratificantes da existência, porque uma vida prolongadamente exposta a estados negativos e tensões anormais, acaba minando a resistência vital.

É importante que tomemos consciência da natureza do dinheiro como MEIO, para não nos perdermos, nem no pouco, nem no muito, pois ambos são meramente estados mentais e é na mente que devem ser corrigidos. 

Uma pessoa que mantenha seu ser integral em harmonia e em uníssono com o Divino interno, buscando viver os princípios da verdade, pode ser um canal abençoado de Deus e desfrutar uma vida equilibrada e plena.


No início da história humana, trocavam-se mercadorias, bens e serviços, sem valor intrínseco, senão o atribuído pelas pessoas, conforme seu interesse pela coisa. 

Hoje em dia, as coisas mais preciosas são os bens materiais e, como o dinheiro os adquire, tornou-se o dom mais desejado.


O vocábulo “dinheiro” originou-se da deusa romana Juno, cujo epíteto era “Moneta”. No Templo de Juno é que o dinheiro foi cunhado pela primeira vez, espalhando-se como símbolo da verdade global, que tem origem divina. 

De fato o dinheiro tem uma função útil e sagrada. O que o amesquinha ou o dignifica é o modo de a pessoa usá-lo. Os homens o endeusaram e lhe deturparam o uso. Por ele matam, guerreiam e pervertem dons sagrados. Perdem a paz da alma, a tranqüilidade mental e a saúde do corpo, além de sacrificar a família, o lar e prestígio.

O dinheiro é um símbolo significativo. Representa o suprimento amoroso e abundante de Deus, pois foi feito para adquirir o que Deus nos presenteia através de Sua Criação: frutas, cereais, agasalhos, abrigo, terras. Num conceito ainda mais elevado é símbolo de confiança no divino Poder provedor. 

Com esta boa intenção é que se cunharam moedas na América do Norte com os dizeres: “In God We Trust” (Em Deus confiamos), cujo lema é significativo, pois pressupõe uma Origem invisível, já que as moedas têm duas faces: uma, com o valor circulante, outra, de Quem supre ou assegura seu valor. 

Infelizmente o sentido desta face foi deturpado. Mas se conservamos o símbolo real, recebendo e aplicando o dinheiro com esta intenção, ele crescerá magicamente para nós. 

Esta compreensão tem um efeito extraordinário em nossa vida. É o talismã de um sadio relacionamento. 

Quando as pessoas não acreditam em Deus e não respeitam Suas leis, usam o dinheiro de forma equivocada e acabam gerando conseqüências empobrecedoras, cedo ou tarde, pois o que se faz para ganhar o mundo, aqui permanece e não acrescenta alma. 

O dinheiro pode comprar coisas materiais, mas não as espirituais. É um símbolo, não um poder. Só adquire poder, quando o ligamos ao significado mais alto e, sobretudo, quando o aplicamos com este entendimento.

Portanto, há duas maneiras de encarar o dinheiro:

a) abençoando-o como símbolo de abundância e provimento divino (em cujo caso renderá surpreendentemente em nossas mãos);

b) como simples meio para adquirir bens materiais e prazeres mundanos, desligados da Fonte provedora, que dá origem a muitas restrições. 

Aqui lembramos a razão pedagógica de se podar uma árvore: para a videira não exceder-se na tendência de desenvolver demais seus ramos (para si) em prejuízo dos frutos (para a alma), é podada, de modo que tenha o suficiente para si e produza também para o viticultor (o Cristo em si), mediante o serviço ao próximo.


Quem pode comprar serenidade, amor, saúde, paz ou liberdade com dinheiro? Falamos em sentido profundo e interno. Mas se o encaramos como símbolo do Tesouro Divino, da Fonte Supridora Universal, usando-o retamente, trará bênçãos e acréscimos.

Há uma lei que rege a mente humana: aquilo em que acreditamos e pelo qual nos interessamos profundamente, é o que manifestamos em nossa vida e circunstâncias. Cada um — e só ele — é que decide o que lhe é mais importante. Esta lei suscita outra: sua escolha atrai o que lhe é semelhante, de fora. O que é que lhe interessa e em que você crê? Cuidado, porque isto é que vai atrair a felicidade ou desdita, pobreza ou fartura, enfermidade ou saúde. Estas duas leis servem de escola de aprendizagem e experiência e têm procurado mostrar à humanidade que as causas mentais (idéias e crenças que entretemos) é que têm provocado os efeitos que estamos experienciando. 

O pensamento focado no aspecto material traz resultados decepcionantes, como o fruto de Sodoma, de que fala a Bíblia: as maçãs de Sodoma pareciam lindas e saborosas, mas quando eram arrancadas se desfaziam em pó.

Muitos pensam que o dinheiro traz segurança total, mas se enganam. 

A segurança é um estado mental e uma condição emocional: só a mente apoiada na verdade, e o coração mantido em fé, podem administrar retamente os bens e multiplicá-los, por uma divina Lei. Outros julgam que o dinheiro garante sucesso. Ilusão. 

Sucesso é sucessão: uma seqüência de esforço reto e reto viver que atrai as bênçãos do céu, porque aplica a lei de “dar e receber”. Quem poderia inspirar sem expirar? Dar e receber fazem parte de um ciclo que promove a rotatividade das riquezas de Deus. Só plantando é que se colhe; é amando que somos amados.

É indiscutível a necessidade do dinheiro como meio circulante. Porém, feliz é o que lhe compreende o significado espiritual e forma o lastro interno que lhe dá direito de sacar do universo.

Só ao compreender que as coisas visíveis foram geradas pelas invisíveis é que podemos compreender o sentido do dinheiro, porque as coisas só têm valor como projeção das realidades internas. 

Com estas duas faces o dinheiro tem sentido, como disse Cristo: “Dai a César o que é de César…” (lado externo, aparência) “e a Deus o que é de Deus” (origem, causa, lastro).

Se o dinheiro é o poder externo do homem, o homem é o poder externo de Deus. O dinheiro é feito pelo homem, mas o poder que o homem dá ao dinheiro é o poder de Deus. Logo, o dinheiro é o poder que Deus emprega para o bem do homem, porque homem e Deus são um. Assim, dê o dinheiro ao mundo visível, mas saiba dar a fé e compreensão de que o Invisível é sua garantia, sustentáculo e provisão.

Tudo o que você tem, foi ganho pela fé. Nada se adquire sem fé. Portanto, saiba que todo o dinheiro do mundo é de Deus. 

Comece a abençoar todo recurso que lhe passa pelas mãos e verá o que lhe acontecerá, pois Deus provê ilimitadamente ao que se Lhe torna um canal consciente e administrador fiel.



Sue Sikking

domingo, 2 de janeiro de 2022

A LEI DO SUPRIMENTO E A LENDA DA ESCASSEZ

 





Para compreender a lei do suprimento, ou provisão, temos de captar o significado mais profundo tanto de “lei” como de “suprimento”. 

A lei verdadeira é imutável, inflexível, eterna. Não pode ser manipulada nem contornada por meio de subterfúgios; não é afetada por tempo, mudança de padrões de comportamento ou de costumes, nem por pressões ou caprichos humanos. Está baseada no Princípio infalível, e o Princípio é Deus. Por isso, a lei é sustentada e apoiada por Deus, é inteiramente espiritual e está completa. A lei, por emanar de Deus, cuja natureza é o bem, para ser lei, tem de ser boa.

Por outro lado, a lei humana é feita pelos homens, não por Deus. 

Quando a lei humana se baseia na lei imutável de Deus, exposta nos Dez Mandamentos, e naquilo que Cristo Jesus ensinou, torna-se uma influência para o bem. Mas, quando se baseia em opiniões humanas, está sujeita aos abusos e às limitações mortais. Pode ficar obsoleta com o passar do tempo ou com as circunstâncias materiais alteradas: está sujeita à interpretação humana, e esta pode errar.

A lei baseada em opiniões pode vir a ser algo diretamente oposto à lei de Deus. Exemplo disso é a assim chamada lei material, que afirma ter o homem de adoecer e morrer. 

Em Ciência e Saúde, a Sra. Eddy expõe a mentira da lei material ao referir-se às obras de cura de Cristo Jesus. Escreve: “Ele fazia a vontade do Pai. Curava a doença em desafio ao que se chama lei material, porém de acordo com a lei de Deus, a lei da Mente.”

Ora, o suprimento, tal como a lei, emana de Deus, embora os sentidos materiais argumentem em contrário. 

Se você duvidar disso, considere por alguns momentos as ocasiões descritas na Bíblia em que o suprimento –de alimento, água, dinheiro, ou de alguma outra coisa – se manifestou, embora nenhum recurso material estivesse evidente. 

Para os israelitas sob a chefia de Moisés, o maná apareceu sobre o solo qual escamas de geada, a água brotou de um rochedo e codornizes, vindas durante a noite, os abasteceram de carne. 

Cristo Jesus também alimentou milhares de pessoas, usando apenas os meios espirituais. 

Em outra ocasião, ordenou a Pedro que buscasse, na boca de um peixe, o dinheiro necessário para o imposto. 

As obras de Jesus mostram claramente que a fonte do suprimento do homem é ilimitada e que esta lei pode satisfazer – e satisfaz –às necessidades diárias.

Mesmo no sentido humano, a palavra suprimento é derivada do latim supplere, que significa “encher”. 

No entanto, o uso comum limitou de tal modo esta palavra, que hoje existe a expressão “suprimento reduzido”, o que é, realmente, uma contradição de termos! 

O verdadeiro sentido de suprimento está ilustrado maravilhosamente no quarto capítulo de 2 Reis, onde lemos que Eliseu ajudou uma mulher viúva, cujos filhos iam ser levados como escravos em pagamento das dívidas da família. Ele a alentou: “Dize-me que é o que tens em casa.” Respondeu-lhe ela: “Tua serva não tem nada em casa, senão uma botija de azeite.” Isso mostrou que acreditava ter sua receita, seu sustento, origem material. 

Eliseu revelou-lhe que, se ela tivesse fé, a própria botija de azeite, que ela achara pouca, podia suprir às suas necessidades. A escassez não estava em sua casa, mas em sua consciência. Sua disposição de seguir as instruções do profeta, e ir pedir aos vizinhos muitas vasilhas emprestadas, mostra que a mulher começava a enxergar algo para além do testemunho do sentido material que a cercava. Essa fé ampliada na bondade de Deus, apoiada pela visão espiritual do profeta, fê-la encher todas as vasilhas com o azeite de uma só botija.

No entanto, perguntaria alguém, como se demonstrará essa lei de abundância espiritual hoje em dia? Há tantas circunstâncias mais complicadas.

Uma Cientista Cristã, que vivia num país considerado do terceiro mundo, foi alertada para esse relato bíblico por uma praticista da Ciência Cristã a quem pedira ajuda. Tal como a viúva, aquela mulher passava necessidades. Havia sido proprietária de um bom negócio, mas como muitas outras pessoas da ilha, perdera sua fonte de renda devido à instabilidade política local. E, o que parecia desafio ainda maior, havia solicitado admissão a um Curso Primário de Ciência Cristã e a hora de embarcar se aproximava; porém os recursos não apareciam. 

Em seu trabalho com a praticista, foi levada a compreender que, em grande parte, sua receita baseava-se nos pensamentos que ela admitia na consciência. 

As condições que pareciam causar a privação, tais como a falta de turistas, ser seu país classificado como do terceiro mundo, a instabilidade política, eram materiais. Não sendo espirituais, não vinham de Deus, a Mente ÚNICA. Assim, não podiam invadir sua experiência, se ela não o permitisse. Eram crenças limitadoras; ao passo que, de sua parte, ela necessitava expandir o pensamento à ilimitada bondade de Deus.

Como resultado desse trabalho em oração, duas coisas aconteceram: seu estudo de Ciência Cristã tornou-se uma atividade alegre, em vez de forçada; e o medo, em vez de aumentar com o passar do tempo, predominou cada vez menos em seu pensamento. Mas a evidência material ainda não mudara.

Finalmente, certa manhã, ao relembrar o relato bíblico a respeito da viúva, indagou-se em voz alta: “O que é que eu tenho em minha casa?” 

E, graças à sua crescente compreensão de suprimento, deu-se conta de possuir duas máquinas de costura em desuso e alguns móveis encostados, fora de uso, que poderia vender. Veio a pergunta: Mas quem tem condições de comprar? Imediatamente rejeitou esse pensamento negativo e olhou pela janela. 

Do outro lado da rua, havia algumas pessoas trabalhando num edifício público. Chamou uma delas. Por intermédio dessa pessoa e de seus amigos, a Cientista Cristã pôde vender em menos de um mês, alguns dos objetos, o suficiente para fazer a viagem. E não só isso. As coisas de que não precisava mais serviram muito bem às pessoas que as compraram por preço acessível. Foi mesmo uma lição de abundância do bem para todos.

Assim, pois, a verdadeira lei do suprimento, a lei divina do suprimento, nunca é insuficiente, não está em desequilíbrio nem é parcial. Nem está baseada em reservas materiais, pois está integralmente amparada por Deus, a Mente. O homem põe-se sob essa lei do suprimento, porque o homem é a manifestação ou expressão de Deus. 

Cristo Jesus afirmou-o assim: “Tudo quanto o Pai tem é meu.” 

A bondade de Deus destina-se ao homem, porque é um extravasar do amor de Deus pelo homem. 

Por isso, como manifestação de Deus, o homem expressa abundância, assim como expressa misericórdia, amor, alegria. Não há carência em Deus, por isso não pode haver carência em Sua ideia, o homem.

Então, que nos impede de ver essa lei de suprimento operando mais eqüitativamente em nossa vida e no mundo de hoje? É a crença universal em escassez—evidenciada em escassez de empregos, de alimento, de chuva para as colheitas ou de ideias. 

As pessoas acreditam na escassez, levadas pelos sentidos materiais, pois estes erroneamente descrevem a substância do suprimento como material, assim como se imagina que a substância da saúde reside no corpo material. 

Esse falso modo de pensar deixaria Deus fora de Sua própria criação e faria da matéria a fonte de toda substância.

A escassez, portanto, é o resultado de as pessoas aceitarem o testemunho dos sentidos materiais. 

À medida que isso for corrigido, e a consciência for imbuída dos fatos divinamente científicos da lei divina de suprimento, a abundância tornar-se-á evidente. Quanta abundância? A Abraão, que havia dito a Ló para pastorear seu rebanho em outro lugar, devido a desentendimentos entre seus pastores, e o havia deixado escolher para onde ir, Deus disse: “Ergue os olhos e olha desde onde estás para o norte, para o sul, para o oriente e para o ocidente; porque toda essa terra que vês, eu ta darei, a ti e à tua descendência, para sempre .” Quanta abundância? Tudo quanto Abrão viu.

Ciência e Saúde diz: “Se o pensamento se sobressalta ante o vigor com que a Ciência proclama a supremacia de Deus, ou Verdade, e põe em dúvida a supremacia do bem, não deveríamos, pelo contrário, espantar-nos ante as vigorosas pretensões do mal e duvidar delas, e não continuar a pensar que é natural amar o pecado e desnatural abandoná-lo—não continuar a imaginar que o mal está sempre presente, e o bem ausente?”

Trazemos à nossa experiência o que percebemos ou compreendemos da lei do suprimento. 

E, à medida que aprendemos a voltar-nos mais e mais a Deus—a caminhar humildemente com Deus—a mentira da escassez, sob todas as suas formas, vai, progressivamente, desvanecendo-se para nós. 

O Salmista, numa notável frase de grande valor espiritual, descreveu essa lei perfeita, nas seguintes palavras reveladoras e consoladoras: “O Senhor é o meu pastor; nada me faltará.”


(Extraído de O ARAUTO DA CIÊNCIA CRISTÃ – Maio 86)



Patricia M. White

sábado, 1 de janeiro de 2022

Demonstrando Dinheiro!

 






Realmente, é tão fácil demonstrar dinheiro como qualquer outra coisa, desde que se tenha uma atitude correta com relação a ele. A tensão mental, chamada de acumulado de crenças falsas (ou mente mortal), é a única coisa a impedir que vejamos a abundância.

As demonstrações não são criadas ou manifestadas por nós mesmos: são provas da presença do Cristo em nós. 

Se as pessoas trabalhassem a partir da premissa de que somente existe a criação de Deus à nossa volta, aqui e agora, rapidamente veriam sumir o nevoeiro que encobre suas demonstrações. 

Não há dois poderes separados manifestando riqueza ou pobreza, bem ou mal. 

Deus é o único poder, e Suas manifestações são completas e perfeitas neste exato instante.

Quando assumimos uma visão cristã científica do Universo, mesmo as piores formas de pensamento humano ganham simbolismo e sentido mais elevados. 

Todos os objetos dos sentidos deveriam ser substituídos por seus equivalentes em ideias espirituais. Não seria espiritualizar matéria, mas simplesmente eliminar os sentidos falsos para nos revestir da real interpretação do Universo espiritual de Deus. 

Não progrediremos enquanto estivermos retendo o conceito de dois mundos: o céu e a terra.

O significado da palavra “símbolo” é: “algo que representa outra coisa qualquer”. Mas, ao representar essa “outra coisa”, o símbolo não mostra semelhança alguma com ela. 

A bandeira é o símbolo de um país: porém, ela em nada se assemelha com ele. Onde quer que ela esteja tremulando, sabe-se que ali é aquele determinado território por ela simbolizado.

E o dinheiro? Simboliza o quê? 

Como cada objeto da criação insinua a existência de uma realidade espiritual, que estaria representando o símbolo do dinheiro? Ele deve ser uma ideia muito elevada, pois dependemos dele para tudo! Cada objeto da criação tem por trás uma Verdade; portanto, dinheiro é Substância expressada. 

Sendo o dinheiro Substância expressada, e como também somos Substância expressada, nesse caso, somos inseparáveis do dinheiro, ao qual atribuímos o nome de nossa substância ou suprimento. 

O homem se separa de sua Substância somente em suas crenças falsas; assim, ele precisará resgatá-lo pela compreensão espiritual. 

Com a compreensão espiritual, que é a percepção verdadeira, deve-se enxergar além da ilusão do sentido humano, caso se esteja interessado em fazer a demonstração.

Às vezes, receamos afastar da mente os objetos que desejamos manifestar, receando que Deus desconheça o que precisamos. “Vosso Pai (Mente) conhece vossas necessidades antes que Lho peçais”. 

Lembremo-nos: não estaremos demonstrando coisas, mas sim, demonstrando um Princípio onipresente.

Ao se infiltrar no reino das ideias verdadeiras, e contemplar a atividade e objeto do mundo de Deus, você não ficará absorvido na Divindade nem perderá sua identidade. 

Porém, se quiser demonstrar dinheiro, terá de obter a ideia correta dele. Você não verá coisa alguma nesta terra, sem que a esteja percebendo no céu (Consciência), pois “visão” é percepção espiritual.

Há muitos anos, quis conhecer a verdadeira percepção do dinheiro. Desse modo, resolvi analisar este símbolo com base na Verdade. Sabia que, por reverter o mito material, obteria a ideia espiritual equivalente ao dinheiro. 

Eis como raciocinei: “No mundo chamado “céu” (Consciência perfeita), o homem depende do puro Espírito – Substância – para tudo. Com efeito, suas ideias são coisas do céu. 

Neste mundo, o homem depende do dinheiro, que tem sido considerado o Deus-pensamento do mundo. O homem depende dele por ele representar a Substância. O dinheiro é a expressão da Substância. O mundo todo é conduzido pelo intercâmbio de coisas. 

O dinheiro parece exercer a parte mais importante nessas transações: representa poder. 

Se Deus é Tudo que há, e o homem é a Sua Consciência, que vem a ser esse intercâmbio no mundo espiritual? Instantaneamente, eu vi que Deus – Mente – circula ideias por meio do Cristo, que é o poder de Deus: a própria Consciência de Deus. Seria bastante lógico, portanto, presumir que o dinheiro simbolize o Poder Crístico, que é a Substância do homem, ou a Substância da qual o homem depende”.

E, então, fiz-me a seguinte pergunta: “Caso eu tivesse uma certa quantia de dinheiro agora, que faria com ele?”. Pensei na felicidade que teria em poder proporcionar aos outros as coisas que lhes trouxessem alegria. 

Reverti isso, e reconheci que não precisava de dinheiro para ter felicidade. A felicidade é expressão de Deus – minha divina herança. Já a tenho recebido. 

Continuei a reverter cada declaração que me vinha, até concluir que não necessitava de dinheiro para obter uma só coisa que fosse. Realmente, senti que estava de posse do Reino do Céu. 

Naquele instante, completava-se a minha conscientização. Senti que jamais iria necessitar de um único centavo, enquanto vivesse. Senti que eu era Vida; que eu era a própria felicidade; que eu era tudo que antes julgava não poder possuir sem ter o símbolo chamado “dinheiro”.

Não apenas é correto que tenhamos dinheiro: ele aparece automaticamente como resultado de nossa conscientização da Substância. 

O dia seguinte a esta gloriosa percepção de que eu sou Autossuportada, Autogovernada, e Automantida, porque “Eu Sou Uma com a Substância”, ficou marcado pela maravilhosa demonstração (prova) desta minha compreensão espiritual: sem qualquer esforço, sem qualquer pensamento sobre o assunto, fui posta em contato com uma proposta que me rendeu dois mil e quinhentos dólares em menos de 24 horas. 

Sabem o porquê de eu ter realizado tão perfeitamente esta demonstração? Por não estar buscando dinheiro! Por estar buscando uma compreensão da Substância que o dinheiro representa. Compreensão é verdadeira Substância; e, encontrar a Substância é encontrar Deus.

Encontrar Deus é encontrar o Reino – e, então, todas as coisas vêm por acréscimo. É o medo de não conseguir as coisas desejadas, ou de não concretizar a obtenção das coisas necessárias à sua felicidade, que faz o homem buscar a manifestação chamada dinheiro. 

Em vez de tentar “demonstrar dinheiro”, livre-se de seus temores; assim, sua substância será tão evidente quanto se pôde constatar quando Jesus supriu a multidão com pães e peixes.

Quem quer que tenha visitado uma “Casa da Moeda” e testemunhado a criação e impressão dos símbolos a que denominamos “dinheiro”, sabe que o dinheiro depende do homem para existir. Tais símbolos servem para representar a riqueza do país, mas nenhum deles é a riqueza em si.

As ideias do homem evidenciam sua Substância onipresente e infinita, e isso constitui sua riqueza. 

Portanto, caso venha a ter o desejo de demonstrar dinheiro, aumente sua compreensão da natureza da Substância. 

Jesus disse: “Se alguém perder sua vida (a crença na matéria), achá-la-á (descobrirá sua verdadeira substância)”.

Um ponto importantíssimo a ser considerado é o seguinte: a forma jamais poderá estar separada de sua ideia correspondente. Forma é identidade. 

Quando você obtiver a verdadeira ideia de dinheiro, a forma irá acompanhá-la, tão automaticamente quanto a ideia dois é acompanhada pelo seu símbolo, o numeral 2. O dinheiro é a identificação da Substância.









VIVIAN MAY WILLIAMS