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sexta-feira, 7 de outubro de 2022

NÃO LEVEIS BOLSA, NEM MOCHILA DE VIAGEM, NEM SANDÁLIAS E A NINGUÉM SAUDEIS LONGAMENTE PELO CAMINHO ...



“Portanto, ide!

Eis que Eu vos envio como cordeiros para o meio dos lobos.
Não leveis bolsa, nem mochila de viagem, nem sandálias;
e a ninguém saudeis longamente pelo caminho.

Assim que entrardes numa casa,
dizei em primeiro lugar:
‘Paz seja para esta casa!’ …”

Lucas, 10 : 4



Uma outra questão importante, ligada aos nossos envolvimentos com o “mundo das aparências”, é a “troca de energia vital” entre as pessoas. 

A diferença de potencial energético, neste mundo, tende ao equilíbrio, ou seja, se juntarmos água quente com água gelada, as temperaturas se equilibrarão e logo teremos água morna. Assim também ocorre com a energia vital do “ser da aparência”. Sua energia não é diretamente divina, uma vez que ela é meramente uma manifestação finita e temporal de nossa “Energia Infinita” como Filhos de Deus, que, na Realidade divina, é o próprio Deus. Porém, nesta manifestação fenomênica, onde vemos o “homem natural” supostamente vivendo (o que, sabemos ser uma avaliação ilusória da mente humana, pois não existe matéria e muito  menos “vida na matéria”), esta tendência de “equilíbrio de energia” se dá ao nível da finita percepção humana. E é quando a mente humana tem a sensação de que “algo lhe é tirado”, fenômeno que, nos ensinamentos orientais, é conhecido por “vampirismo”. O “vampirismo” pode acontecer espontaneamente, como também pode acontecer intencionalmente, quando as pessoas percebem que “ficam melhor” ao se aproximarem de outra que medita e estuda a Verdade. 

Em nenhuma situação quem estuda a Verdade deve aceitar essa “cessão de energia vital” a outros como se fosse uma “caridade” e, muito menos, deve compactuar com a prática do “vampirismo”, achando que pode ser “o supridor” de alguém. 

Todos têm Deus em si mesmos, todos têm a “Fonte” a ser buscada dentro de si mesmos, e devem ser orientados para caminhar nesta direção! Já cheguei a ver gente habituada a “receber passes” no Espiritismo! Sempre se conservando necessitadas, sempre dependentes de outrem, sempre praticando o “vampirismo” intencionalmente e, desse modo, sempre prejudicando os supostos “sensitivos”. 

Certa vez, ao fim de uma palestra, uma senhora procurou-me e disse o seguinte: “Eu participo de um Centro Espírita, e, nele eu atendo muita gente dando passes; depois, por eu me sentir muito debilitada, venho às suas palestras para me reabastecer. Você acha isto certo?” Respondi a ela: “É claro que não! Passe a VERDADE às pessoas! Elas são Filhas de Deus e devem saber que têm, nelas mesmas, a energia vital de que necessitam!” 

Havia, também, uma moça que  sempre vinha conversar comigo sobre a Verdade; em seguida, dizia ela, sempre passava numa amiga espírita, ali perto, para “receber passe”. 

Numa das visitas que me fez, quando já ia indo embora, perguntei a ela: “Vai de novo àquela sua amiga?” 

E ela me respondeu: “Hoje não, ela não está nada bem!” 

Dá para se notar que esse tipo de prática não tem base alguma na Verdade! 

Como disse, de um lado vemos sempre alguém dependente, sem buscar Deus em si mesmo, e indo debilitar sistematicamente outro alguém, que acha que ceder energias humanas é demonstração de amor ou de Cristianismo! 

O Cristianismo é o “Vinde a Mim”, ou seja, é cada um buscar, em SI MESMO, o seu Eu real, o Cristo, que é sua própria Vida, Luz e Energia! 

Mas quem estuda a Verdade deve saber que, evitar de todo essa “transferência de energia” não lhe será possível, uma vez que estará constantemente em contato com um mundo em que a Verdade pouco é buscada! Por isso, ao meditar, deve sempre cuidar para que realmente termine suas meditações se sentindo muito bem, inclusive humanamente, pois toda “sobra de bem-estar” lhe será bastante útil em razão do “vampirismo” que encontrará pelo mundo. Caso ele se encontre com um conhecido que esteja muito mal, aparentemente falando, esta troca energética será mais forte e rápida; o conhecido irá repentinamente se sentir bem melhor e ele próprio se sentirá repentinamente “esquisito”, com sensações diversas de mal-estar, tontura, fraqueza, etc. 

Como na Essência somos todos um, na “aparência” esta unidade se mostra refletida como esta tendência ao “equilíbrio”, como já disse antes:  seria algo semelhante ao que se diz: “uma mão lava a outra”. Se alguém aparecer “muito bem” diante de outro que aparentar estar “muito mal”, a transferência de energia vital será imediata. 

O “vampirismo” será, para o estudante da Verdade, um excelente motivador para que ele faça muitas e muitas meditações, pois, assim que ele souber deste fenômeno, terá de se cuidar para ficar muito bem abastecido, antes dos contatos com o mundo, e terá de se cuidar igualmente para se reabastecer, após estes contatos terem se consumado. Como o padrão de bem-estar de quem estuda a Verdade é mais elevado e rigoroso, qualquer diminuição de sua energia vital o fará meditar para restabelecer, em si mesmo, aquele padrão que aparentemente o mundo lhe subtraiu. 

O “vampirismo” não está aqui sendo comentado para ser temido, mas sim conhecido. O conhecimento deste fenômeno evitará abusos de nossa parte, no sentido de pretendermos “salvar o mundo”, além de nos deixar prevenidos quanto a ele. 

De início, quando o buscador da Verdade ainda não tem maior domínio no exercício das “meditações contemplativas” de que DEUS É TUDO e de que SOMOS TODOS UM, ele ainda se mostra mais teórico do que prático! 

Entretanto, esta condição felizmente vai se alterando diariamente, pelas alterações que o estudo promove na mente humana, tanto por ação das leituras, como pela ação purificadora de Deus, e, esta influência conjunta dá à pessoa cada vez maior percepção de que “a Consciência em todos é a mesma”. 

Esta “renovação de  entendimento” vai reduzindo a “troca de energia” com quem ela entra em contato, uma vez que, ao contrário da situação dos primeiros momentos do estudo, a Verdade conhecida faz com que, ao se aproximar de alguém, a “Unidade” seja espontaneamente “vista”, mesmo sem que a mente humana se dê conta, e a ação de sua Consciência espiritual “faz ativar”, nas demais pessoas, a “extração” da energia do âmago delas próprias, e a atividade fenomênica chamada “vampirismo” tende a ser minimizada e mesmo anulada, como se dá com as outras demais crenças falsas deste mundo. 

Não existe, realmente, o “vampirismo”, assim como não existem “duas mentes”, uma suprindo energia humana e outra sugando-a! O assunto deve ser entendido como “fenômeno ilusório” e nada mais! 

O “mundo das aparências” é nada! Nossa atenção deve sempre estar voltada aos fatos que “não se veem”, que são eternos, como Paulo disse e que já comentamos anteriormente! 

Mas, assim como devemos ter conhecimento de que, se bebermos água em ebulição queimaremos a boca, devemos ter conhecimento de que, se descuidarmos da energia vital, nos contínuos contatos diários com o mundo, não somente contatos pessoais ou físicos, mas também telefônicos, ou mesmo mentais e à distância, poderemos apresentar “sintomas” desagradáveis decorrentes disto. 

A melhor proteção contra o “vampirismo” é, como não poderia deixar de ser, o reconhecimento da Verdade: “O solo em que piso é solo sagrado, e todas as pessoas são, de fato, o Cristo! Luz do mundo como eu sou!” Algo assim,  verdadeiramente reconhecido, irá se mostrar eficaz. 

Veja se envolto por Deus, numa auréola de Luz prateada brilhante e protetora, e respire lentamente, mentalizando: “Respiro a Vida de Deus”. 

Postei, há tempos, no Site do Facho de Luz, um texto de Joel Goldsmith, intitulado “A Atmosfera de meu Ser”, e um outro, da Unidade, intitulado “Prece de Proteção”. São muito úteis na preservação da “energia vital” neste nosso envolvimento com “o mundo de aparências”. 

Habitue-se a reconhecer que “Em Deus eu vivo, me movo e tenho o meu ser”, quando estiver em locais públicos; contemple ali o Reino de Deus, e todas as pessoas como sendo puras Emanações do Verbo divino. Caso visite pessoas com aparentes dificuldades, ou mesmo em hospitais, faça sempre este tipo de reconhecimento. Não pense em visitar “enfermos”, mas, sim, em “treinar sua visão espiritual” na percepção de que “Cristo é tudo em todos”, como nos revelou o apóstolo Paulo. Assim, suas visitas serão mais benéficas e sem que você corra o risco de sentir os efeitos ilusórios do “vampirismo”. E também jamais alimente a crença em “vampirismo”; apenas lide com ela com sabedoria, ou seja, “viva e ajude com a Consciência infinita”, bem mais do que com a “vontade humana”, reconhecendo sempre que “Deus é Tudo, que a Consciência divina está em você e igualmente em todos, numa Unidade Perfeita”. Desse modo, além de protegido, você fará com que os demais também assim se sintam. E estará criando reais condições para que “rios de água viva” corram a partir do próprio ventre de cada ser, como disse Jesus, o que, naturalmente, inclui VOCÊ.

“Levar mala e coisas supostamente materiais apenas os acomodaria a depender de “sombras do mundo de aparências”, enquanto estavam TODOS na missão de revelar que A GRAÇA DE DEUS NOS BASTA!

“A ninguém saudeis longamente pelo caminho”, disse-lhes Jesus. Por quê? Para que se mantivessem na elevada e divina “frequência mental” divina em que estivessem, e também para evitarem o “vampirismo" - ESCOAMENTO DE ENERGIA VITAL DE UM SER PARA OUTRO”!” a lhes sugar as energias durante “longas, desnecessárias e demoradas saudações” que os pudessem levar aos “assuntos banais do mundo”.

“Assim que entrardes numa casa, dizei em primeiro lugar: ‘Paz seja para esta casa!’ …” Com este hábito, o Reino de Deus estaria sendo reconhecido, protegeria a eles próprios e também àqueles da casa visitada, que estivessem abertos à Paz do Cristo!









GRATIDÃO AO MEU AMIGO DÁRCIO

quinta-feira, 6 de outubro de 2022

REVELAÇÃO NÃO É “MODO DE PENSAR


“Nós somos de Deus; aquele que conhece a Deus ouve-nos; aquele que não é de Deus não nos ouve. Nisto conhecemos nós o espírito da Verdade e o espírito do erro” (I João, 4: 6). 

Nosso contato com o mundo é nossa influência espiritual sobre as crenças coletivas e sobre aqueles que são vítimas de tais crenças, inclusive as religiosas. 

É comum ouvirmos dizer que “religião não se discute”, ou, que devemos “respeitar o livre-arbítrio” do próximo, deixando-o livre em seu modo de pensar. 

O próprio Jesus afirmava que “pérolas não se jogam aos porcos”. 

Apesar disso tudo, nunca agi dessa forma, nunca deixei de falar a Verdade que me foi revelada e tampouco me preocupei com o que os demais ficaram pensando, se aprovando ou se desaprovando o que eu dizia. Isto porque, no meu entender, unicamente a Verdade deve ser passada às pessoas, mesmo que, de momento, elas achem o que você diz um absurdo, que é o seu modo pessoal de pensar, uma heresia, loucura ou qualquer outra coisa! 

A revelação da Verdade NÃO É “MODO DE PENSAR”; ela o torna convicto do que você diz, e esta convicção, mesmo que aparentemente possa incomodar as pessoas, que possam até se sentir ofendidas, ou desrespeitadas, fica a “semente” registrada na mente delas e, como pude constatar, no decorrer dos anos, tais sementes germinam em muitas delas, em algumas em maior e em outras em menor grau! 

Não acredito em “porcos”, para negar pérolas a quem entra em contato comigo por algum suposto “motivo humano”. 

Somos todos “um”; e, a recomendação de Jesus, quando à questão, eu a vejo da seguinte maneira: se, próximo às pessoas, você sentir internamente que deva ficar calado, numa ação própria sem “omissão pré-determinada”, nesse caso, sim, o “silêncio” será ouro! Não terá sido uma “decisão humana”, e sim “inspirada na hora”. 

Este é o chamado “agir pelo não agir”. Seja quem for, e seja pelo motivo que for, todo aquele com quem venhamos a entrar em contato, neste “mundo de aparências”, não será por acaso! Já vimos isto aqui, quando eu disse que não somos “nós”, como pessoas, que passamos ensinamentos a outrem, mas sim, que todos aqueles que aparentemente “conhecermos”, já foram tocados pela própria Consciência divina, razão pela qual este fato espiritual se mostre se desdobrando na “aparência” como imagens de um” conhecendo” outro.. 

Em outras palavras, a UNIDADE da  Essência é projetada como “aparência”. 

Assim disse Jesus: “Ninguém vem a MIM se O PAI não o trouxer”. 

Cada um, neste mundo, manifesta um “estilo próprio” de sua individualidade, quando expõe a Verdade que viu revelada. 

É conhecida a frase “Deus não Se repete”, e, assim como não encontramos duas folhas iguais numa árvore cheia delas, e não encontramos digitais iguais nem em membros de mesma família, aparentemente falando, não encontraremos autores explicando princípios espirituais de maneira idêntica, muito embora a Verdade explanada, evidentemente, terá de ser a mesma. 

Quando, durante as palestras ou reuniões, alguém me perguntava: “Por que você não forma um grupo de estudos? Eu gostaria de me encontrar sempre com um grupo assim, porque me sinto fortalecido e mais animado!” 

Minha resposta sempre era mais ou menos assim: “Já existem! 

Você pode procurar a Ciência Cristã, a Unidade, a Seicho-No-Ie, e muitos outros!” Justamente por já existir disponibilizado esse tipo de coisa, eu preferi manter o ensinamento em seu grau absoluto, escrever textos fieis às revelações, e deixá-los disponíveis a quem realmente estiver interessado prioritariamente neste “encontro CONSIGO mesmo”, e não em encontros com “outros” da aparência! 

A Verdade requer Autocontemplação, para ser conhecida, e não “reunião”. 

A “Prática do Silêncio” é o meio, os princípios lidos e estudados dão a direção, são a “letra” a ser vivificada pelo “Espírito da Verdade”, que é a Consciência iluminada, e isto, unicamente em quietude e silêncio, pode ser discernido! 

Assim a Bíblia diz; “Quem crê no Filho de Deus, em SI MESMO tem o testemunho; quem a Deus não crê, mentiroso o fez, porquanto não creu no testemunho que Deus de seu Filho deu. E o testemunho é este: que Deus nos deu a vida eterna; e esta vida está em seu Filho”.





GRATIDÃO AO MEU AMIGO DÁRCIO

quarta-feira, 5 de outubro de 2022

O PRINCÍPIO “DEUS É TUDO COMO TUDO”



A premissa básica do estudo do Absoluto assim diz: Deus é Tudo como Tudo. Esta Verdade é nosso “ponto de partida” e nosso “ponto de chegada”: “Eu Sou o Princípio e o Fim”. 

Decorre, desta premissa radical e verdadeira, que lidamos o tempo todo, efetivamente, com as “obras permanentes de Deus”, enquanto, ao mesmo tempo, graças ao reconhecimento deste Fato espiritual onipresente, testemunhamos a “ilusão” de “existência material e imperfeita” ser desmantelada, pela nossa não-aceitação das "aparências" como realidades! 

Mesmo adotando o “Referencial da Luz”, com nossas “armas da Luz, que são as "contemplações" do Absoluto aliadas à prática da Ciência Mental, o contato com o suposto "mundo de aparências" fará com que “sintamos" a “pressão magnética” de suas “crenças coletivas”. O que devemos fazer é jamais temermos nem nos preocuparmos com esta “pressão hipnótica”, e sim, compreendermos que ela “não é poder”. 

O Caminho Infinito costuma dar o nome de “poder temporal” a estas crenças, mas eu não concordo com esta denominação, pois pode induzir alguém a crer que haja “outro Poder” coexistindo com a Onipotência, o que é uma “ilusão” do tamanho do infinito! 

A “pressão mesmérica” não é poder temporal, e não é poder algum, tendo em vista que nem o “tempo existe” nem “outros poderes” existem. Sou de opinião que a palavra "Poder" unicamente deve ser aplicada a DEUS! 

O que a suposta mente humana “sente”, e atribui nome à sensação, assim como eu empreguei a expressão “pressão magnética”, é puríssimo “nada”; e este “nada” precisa ser conscientemente visto pelo que é, ou seja, como mera “sugestão hipnótica”, sem realidade, sem poder e sem lei que a ampare. 

Há autores que não aceitam estas colocações e análises referentes ao “mesmerismo”, às “influências hipnóticas”, enfim, à “ilusão”. Explicam que lidar com tais assuntos não combina com a premissa de que DEUS É TUDO. Eu penso diferente, isto é, eu defendo uma mescla do que é o ideal com o que é praticável! 

O ideal, sem dúvida, seria permanecermos na Verdade de que Deus é TUDO, e ponto final. Isto eu defendo radicalmente, mas durante a “Pratica do Silêncio”, momentos que destinamos exclusivamente para contemplar a TOTALIDADE DE DEUS! 

Mas, como no dia a dia lidamos com o mundo, assim como a Ciência Mental é valiosa para evitar que nos envolvamos com a negatividade das crenças coletivas, também para nos sentirmos “protegidos” das suas influências, o conhecimento da natureza destas “sugestões mentais agressivas”, se torna, a meu ver, indispensável! 

Certa vez, perguntaram a Mary Baker Eddy, fundadora da Ciência Cristã, se ela também “sentia” esta influência hipnótica do mundo, ao que ela respondeu: “Quem não sente as sugestões do erro está alinhado com ele!”. Por isso, ela deixou o seguinte registro: “Simplesmente precisais preservar um sentido positivo e científico de unidade com a vossa Fonte divina, e demonstrar isso todos os dias”.





GRATIDÃO AO MEU AMIGO DÁRCIO

terça-feira, 4 de outubro de 2022

ATENTEMOS ÀS COISAS NÃO VISTAS!”


Quem trilha este caminho espiritual sabe que aquilo que a Bíblia diz, sobre “orar e vigiar sem cessar”, é a base de sua permanência com firmeza nos princípios revelados. Isto porque, apesar de DEUS SER TUDO, do mundo lhe aparenta chegar, e sem parar, uma avalanche de “sugestões hipnóticas”, e ele terá de saber lidar com elas, e com as pessoas que acreditam serem as aparências algo verdadeiro, etc. 

“Não atentemos às coisas que se veem, mas nas que não se veem, porque as coisas que se veem são temporais, mas as que não se veem são eternas” (II Cor. 4: 18). 

O que Paulo aqui diz, é que mesmo lidando com o mundo e com aqueles que nele creem, todas estas imagens são irrealidades, e que, por ótimas ou péssimas que possam parecer, jamais deverão ser objeto de nossa atenção, mas sim, a REALIDADE PERFEITA, subjacente a todas elas. 

 Mesmo enquanto parecermos estar lidando com um mundo irreal, o que de fato está ocorrendo, é unicamente a Oniação: Deus em atividade todo-abrangente. Em vista disso, Deus é tanto a nossa atividade real como a de todos aqueles com quem entramos em contato. Nossa atenção, firmada na Verdade e não na ilusão de atividades humanas, garante-nos o desdobrar daquilo que É, na tela mental humana, ou seja, “é feita a Vontade do Pai assim na terra como no céu”. 

Caso você deixe de reconhecer as atividades invisíveis, para dar crédito às que são vistas, acabará por rotulá-las, ora de boas, ora de más, e, o que obterá, destes julgamentos pelas aparências, será um puro envolvimento com a ILUSÃO, que se constitui desta “crença” no bem e no mal. 

Quando meditamos, e em seguida nos dirigimos às atividades normais do dia a dia, nosso envolvimento com pessoas e situações é inevitável. E não poderemos parar a cada segundo para reconhecer o que é Verdade e o que deixa de ser. 

A Bíblia relata diversas situações em que Jesus se deixou envolver, se enervar, se decepcionar, se entristecer, etc. Estes envolvimentos não devem nos incomodar nem nos preocupar, pois, o que deveremos fazer, na mesma hora ou logo que pudermos, é nos ocupar com o reconhecimento da Verdade: “Este que se envolveu com o mundo não sou eu; eu e o Pai somos um, e a harmonia permanente é o que, de fato, constitui a Verdade”.

Tão logo tenhamos tempo e condição para um reconhecimento desta natureza, dediquemo-nos a ele, pondo fim à ilusão de uma vez por todas. 

Não devemos permanecer presas do “hipnotismo de massa”, com pensamentos do tipo: “Mas eu não poderia ter agido daquela forma, eu estudo a Verdade”, etc. Se possível for, corte a “ilusão” de imediato; mas, como disse anteriormente, se de momento não lhe for possível parar com tudo e meditar por alguns segundos, jamais alimente o que sabe ser ilusório; e assim que possível for, reconheça Deus como Tudo e a Oniação como a única atividade real e permanente. Nunca se culpe de nada e nunca culpe alguém de nada! A suposta mente humana desejará mesmerizá-lo! É tudo que ela sabe fazer! Não ceda! 

Lembre-se de como Jesus reagia diante dela: com um vigoroso “Cala-te, Satanás!”. 

DEUS É TUDO! Esta Verdade é que deve sempre receber toda a sua atenção!








GRATIDÃO AO MEU AMIGO DÁRCIO

segunda-feira, 3 de outubro de 2022

A MÍSTICA ASSOCIADA AO MENTALISMO -CIENCIA MENTAL







Como venho expondo, acho imprescindível conhecermos a Ciência Mental enquanto estudamos o Absoluto! Ela não predominará, durante as “contemplações da Verdade”, pois será quando nos ocuparemos única e exclusivamente com o reconhecimento da existência única de Deus. 

Mas, como aparentemente usaremos a mente humana fora destes períodos contemplativos, seria um absurdo desconhecermos como ela se mostra atuar e, absurdo ainda maior, seria deixarmos de tirar proveito destes conhecimentos que nos são disponíveis. 

Que significa fazer “uso correto” da mente humana? É o que veremos a seguir. A Ciência Mental explica que a mente humana, basicamente, é composta de “consciente”, 27 5%, e de “subconsciente”, 95%. 

Quando desejamos algo legitimamente nosso, é-nos ensinado que “este algo já existe”, e que, quando passamos esta ideia do consciente para o subconsciente, até saturá-lo com ela, tão logo a crença “eu não tenho” seja nele trocada pela crença “eu tenho”, o que é feito com programações específicas–, haverá a manifestação visível deste “bem” mentalizado. 

A mente humana não tem realidade, como bem sabemos, uma vez que Deus é a Mente única, universal e onipresente! Entretanto, também “braços e pernas materiais” não existem, já que Deus é TUDO e Deus é Espírito! Mas, como aprendemos a fazer uso destes membros, nesta “ilusão de mundo”, igualmente devemos saber como usar a mente humana. É nesse sentido que precisamos conhecer a Ciência Mental! Ela terá sua participação para amoldar as crenças coletivas à Verdade absoluta que estudamos. 

E para isto, é necessário entendermos com precisão como isto se dará. Já vimos antes que o que é a “perfeição”, no Absoluto, para a mente humana é o conceito de “bem” que ela retém. 

Que é a suposta mente humana? Uma crença coletiva no “bem” e no “mal”. A Ciência Mental explica isto, ou seja, que essa ilusão”, chamada “mente humana”, se mantém graças a meras crenças infundadas, divididas em conceituações de “bem” e de “mal”. 

Portanto, se fizermos uso de afirmações do bem e negações do mal, estaremos endossando a Verdade que JÁ É, na visão do Absoluto. 

Se na Realidade Deus constitui o Eu individual que somos, este Eu Perfeito é o único em manifestação como o Ser que somos! Que faz a suposta mente humana? Gera uma “aparência temporal” deste Eu Absoluto, e, faz com que a humanidade toda, mesmerizada por esta “aparência”, assuma-a como se fosse imagem verdadeira! Por quê? Devido ao desconhecimento da Verdade absoluta de que a Mente ÚNICA é Deus; desse modo, acredita na “ilusão” de que a suposta “mente humana” seja mente verdadeira! Onde entra a “Mística” e onde entra o “Mentalismo”? A “Mística” entra em nossas “contemplações absolutas”, onde unicamente a Mente de Deus é aceita como presente e em manifestação onipresente. Com a “Prática do Silêncio”, feita com assiduidade e dedicação, esta Verdade reconhecida vai desmantelando a crença falsa de que “existe mente humana”. Nesta Verdade é que devemos permanecer! 

E onde entra o “Mentalismo”? Ele entra enquanto fazemos as concessões para estarmos “neste mundo sem pertencer-lhe”, como já vimos anteriormente! 

O estudo da Verdade é científico! Tudo é feito dentro de princípios e não ao acaso! 

Se sabemos que Deus é a Mente única, acharemos diariamente tempo para meditar e contemplar esta Verdade! 

A cada contemplação, a “luz da Verdade” irá dissolvendo as “trevas da ilusão”, e, este processo culminará na dissolução da “crença coletiva”. 

O ideal seria, realmente, que nos mantivéssemos cem por cento na Verdade de que Deus é a Mente única, enquanto vivêssemos no mundo e entre as pessoas, em nosso dia a dia; porém, este ideal não se constata na prática, o que nos deve fazer entender que será muito melhor “caminharmos junto de nossa adversária”, a suposta “mente humana”, de forma que a deixemos alinhada ou amoldada à Verdade, do que simplesmente a deixarmos livre e solta para nos 29 influenciar hipnoticamente com suas sugestões que se nos mostram não de modo seletivo, mas como “pares de opostos”, ora boas, ora más! 

Jesus disse: “E eu, quando for erguido às alturas, atrairei todos a mim”. Explicava que, a cada reconhecimento absoluto da Verdade que fizermos a “crença coletiva”, por ser puro “nada”, estará se enfraquecendo também para todos os demais seres, uma vez que a Consciência Absoluta é única e comum a todos. 

Existe, portanto, esta Ação espiritual que, por si mesma, Se revela e “purifica” a suposta mente humana, enquanto essa, aparentemente e coletivamente, ainda se conserva como “crença coletiva”. 

Entretanto, como este processo de dissolução da “ilusão” não dá fim à crença imediata e coletivamente, até que haja um “despertar em massa”, o “mentalismo” nos servirá como “filtro” da crença em “mal humano” e como “transparência” à crença em “bem humano”. 

Em outras palavras, estaremos obrigando a “crença” a ser positiva para nós. 

A “Mística”, pela ação divina, dissolve a “crença no bem e no mal”, enquanto o “Mentalismo- CIENCIA MENTAL” confirma, na própria crença, a presença só do bem e a ausência só do mal, até que toda a “ilusão” seja dissipada.










GRATIDÃO AO MEU AMIGO DÁRCIO

domingo, 2 de outubro de 2022

OS DOIS LADOS DA MESMA MOEDA




Se, de um lado, a premissa básica do Autoconhecimento está na aceitação incondicional de que DEUS É TUDO, 

o “outro lado da moeda” compreende uma total negação da suposta “matéria”, uma vez que a crença na matéria é a própria ILUSÃO, pois a matéria não tem existência própria/autônoma  

Onde quer que “olhos humanos” observem algo, e o rotule de “material”, existe, em lugar desta “miragem”, a perfeição e presença únicas de Deus! 

Portanto, as afirmações de que “DEUS É TUDO” e que “MATÉRIA NÃO EXISTE”, são de tremenda valia, principalmente por dois motivos: 1) são verdadeiras; e 2) são instrumentos que nos ajudam a viver firmados na Verdade absoluta, mesmo enquanto lidamos com este suposto “mundo de aparências”. 

A ação divina, reveladora da Verdade em nós, é espontânea e, avaliada em termos humanos, é totalmente inesperada ou imprevisível! 

De repente, acontece! Por isso a Bíblia diz: “Vigiai, pois, porque não sabeis quando virá o senhor da casa; se à tarde, se à meia-noite, se ao cantar do galo, se pela manhã. Para que vindo de improviso, não vos ache dormindo” (Marcos 13: 35-36). 

A revelação não pode ser humanamente provocada, mas podemos ou não colocar essa “busca pela Verdade” em primeiro lugar, ou seja, se recebermos os impulsos nessa direção, mas, em vez de segui-los ou alimentá-los, preferirmos seguir as influências hipnóticas das crenças coletivas, este aparente “livre-arbítrio” poderá atrapalhar o estudo! 

Se Deus é Tudo e “matéria” é nada”, o chamado “livre-arbítrio” não existe! Por isso Jesus disse: “Minha vontade é fazer a Vontade DAQUELE que me enviou”. Com isso ele cortava a crença dualista, e a ilusão de que possa existir “outro ser”, ao lado de Deus, dotado da capacidade para apresentar “outra vontade”, que não a d’Ele. 

Porém, lidamos com a Verdade e lidamos, ao mesmo tempo, com “crenças coletivas” que, mesmo sendo falsas, estão diante de nós em nosso cotidiano, e, enquanto não houver um “despertar em massa”, teremos de “estar no mundo sem pertencer-lhe”, como diz a Bíblia. 

Mesmo que alguém “se decida” por deixar a Verdade para depois, dando vazão à suposta “vontade pessoal” gerada pela mente humana, a Vontade de Deus estará sendo sempre a única em manifestação, e a pessoa apenas estará se conservando na ILUSÃO de estar apartada de Deus. 

De sua dedicação em repetir a decisão de Cristo, com maior ou com menor intensidade, dependerá o seu maior ou menor sucesso em seu Autoconhecimento. 

A oração de Jesus era radical: “Pai, que se faça a Tua Vontade, e não a minha”. Sabia que disso dependia estar em unidade consciente com Deus- RECONHECENDO A PERFEIÇÃO ABSOLUTA ou estar dando voz à suposta “natureza humana”, que é meramente “nada”. 

É importante sempre considerarmos as “duas faces da moeda”, isto é, a TOTALIDADE DE DEUS e a NULIDADE DO SUPOSTO “MUNDO FENOMÊNICO”. 

As meditações, aliadas ao estudo das Escrituras e dos textos sobre a Verdade, nos fornecem os nutrientes necessários para que saibamos lidar com a Verdade e com as “aparências”. E, como já foi dito, as afirmações constantes de que DEUS É TUDO e que MATÉRIA NÃO EXISTE, são de extrema utilidade como lembretes radicais do que consiste este estudo. 






GRATIDÃO AO MEU AMIGO DÁRCIO

sábado, 1 de outubro de 2022

PERMANECENDO NO REFERENCIAL DA LUZ




Como o estudo da Verdade é sobre quem realmente somos, e não sobre o ilusório “eu” captado pela mente humana, principalmente quando nesta fase de quimicalização, cada um precisa ficar radicalmente firmado na revelação de sua identidade como sendo “Deus Se expressando como o Eu que Eu Sou”. 

A princípio, isto não lhe parecerá ser tão fácil quanto o é dizer, pois a crença de que somos humanos tentará prevalecer. 

Por isso, o buscador da Verdade terá de ser muito firme! Firme em reconhecer quem, de fato, ele é, e firme em refutar com energia as aparências ou sugestões em contrário. 

A leitura de livros sobre a Verdade absoluta, bem como as meditações contemplativas, lhe serão de enorme ajuda. Falando em livros, eles devem ser muito bem escolhidos, para não serem instrumentos de infiltração de mais crenças falsas. Esta “escolha” será bem feita quando as meditações estiverem em dia, e ele, inspirado por Deus, souber filtrar ideias e pensamentos dualistas que, porventura, for encontrando nas leituras. Sua base de entendimento é sempre a Verdade: “Eu sou Deus em expressão e jamais sou um “eu ilusório” em mutação, em evolução, ou em ilusão”. 

O referencial deve ser sempre o do Absoluto, o da “permanência” das obras de Deus, o da “unidade” que somos em Deus. 

As mudanças aparentes são “crenças em dissolução”, e mesmo que “sinta” ou “pense” que algo esteja acontecendo com ele, não será com ele, mas com o “eu da crença”, que é parte integrante justamente da “ilusão” que a Verdade está a dissipar. Portanto, conversas ligadas a este “eu da crença”, como por exemplo as que falam em mediunidade, evolução do ser, reencarnação, etc., nunca devem ser consideradas, uma vez que este estudo é da Verdade e não da ilusão. Venham do mundo, venham de livros, venham de supostos autores renomados, não importa: se forem ideias, opiniões ou sugestões que contenham a CRENÇA EM MUDANÇA, ou que endossem a falsa noção de que algo, em VOCÊ, sofreu, sofre ou sofrerá “mudanças”, descarte isso tudo imediatamente! 

Tais ideias, ou sugestões, não são a Verdade. Dificilmente encontramos livros sem conteúdo nenhum de dualidade, ou sem resquícios de “ilusão” vindos do próprio autor; por isso este cuidado em filtrar o que é Verdade e o que não é, deve sempre ser tomado. 

“Eu sei que tudo quanto Deus faz durará eternamente; nada se lhe deve acrescentar e nada se lhe deve tirar. E isto faz Deus para que haja temor diante d’Ele” (Eclesiastes 3: 14). Esta citação deve lhe servir como parâmetro de avaliação de autores ou livros a serem lidos. 

Somos “obras de Deus”, somos perfeitos, e o que somos, eternamente somos, o que explica o motivo pelo qual nosso “referencial de existência” precisa ser o do Absoluto, que parte da Verdade imutável e jamais de “aparências mutáveis”. 

A expressão “para que haja temor”, contida na citação, significa “para que haja respeito”, ou seja, para que haja a percepção de que Deus é TUDO, e não há, portanto, ”nenhum outro”, muito menos um suposto “outro” capaz de modificar alguma de Suas obras, todas elas perfeitas e eternas! 

Esta questão de se adotar o “Referencial da Luz”, que é consistente, deixando de lado o “referencial das aparências”, que é ilusório, é fundamental neste estudo da Verdade Absoluta. 

Que é o “Referencial da Luz”? É considerar a Existência a partir do PONTO DE VISTA DE DEUS, sem levar em conta o suposto “testemunho da mente humana”. 

Quando Jesus disse: “Vinde, benditos de meu Pai, possui por herança o Reino que vos está preparado desde a fundação do mundo” (Mateus, 25: 34), podemos notar que o chamado partia dele como já estando no Reino de Deus: “Vinde!”. 

Quem o visse ali, com olhos humanos, poderia pensar que ele estivesse “neste mundo”, mas, este “Vinde”, revela o contrário: Jesus, vendo-se já no Reino de Deus e vendo a todos também igualmente no Reino de Deus (não existe outra existência), de fato fazia um convite para que todos abrissem os olhos espirituais e vissem a situação verdadeira: “Em Deus vivemos, nos movemos e temos o nosso ser” (Atos. 17: 28). Ou seja: sabia que jamais alguém poderia “ir” para onde “já está”, mas que todos teriam de tomar consciência desta Verdade. 

O “Referencial da Luz” é o referencial da Verdade consumada, o referencial de “o que era desde o princípio”, que, por ser eterno, é permanentemente “agora”. 

Por mais bem intencionado que alguém possa ser, se partir do “referencial das aparências”, não conseguirá discernir que TUDO JÁ É! 

Sempre haverá um pensamento contrário à Verdade absoluta, e sempre ele se achará “aspirante à iluminação”, em vez de já partir daquilo que sempre É: Deus Se expressando como o Cristo de si mesmo. 

Adotar o “Referencial da Luz” é meditar e contemplar os fatos como eles são, o que jamais será atividade da suposta mente humana. 

Enquanto a Bíblia diz que “temos a Mente de Cristo”, no Budismo é revelado que “temos a Mente búdica”, ou seja, a Mente DESPERTA! 

Meditar com a intenção de “ver a Luz” é pura negação da Verdade, que já é a “Visão permanente e iluminada em Autocontemplação, manifestada como “nossa” Visão individual. Forçar a mente ilusória, para que com ela a Verdade seja conhecida, é mera pretensão infundada. 

A Verdade somente é conhecida pela Mente de Deus, que é absoluta e onipresente! 

Desse modo, quando for meditar, parta unicamente deste “Referencial da Luz”: “Deus é o Eu que eu Sou: Deus é a Mente que contempla o Reino de Deus como a Mente que Eu Sou. Eu, aqui e agora, contemplo unicamente o reino de Deus” – desse modo, sem forçar nada, e apenas reconhecendo o que JÁ É, a “névoa ilusória” se mostrará como “nada”, enquanto VOCÊ permanecerá sendo a Verdade, que é “tudo”.

Exclua a possibilidade de estar presente “outro eu”, que não DEUS, para estar Se manifestando como o “seu” EU. 

Reconheça que o Eu ÚNICO é a Verdade infinita e onipresente e, serenamente, aceite-se SENDO ELA PRÓPRIA, aceite-se JÁ ESTANDO NO REINO DE DEUS.








GRATIDÃO AO MEU AMIGO DÁRCIO