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sexta-feira, 7 de outubro de 2022
NÃO LEVEIS BOLSA, NEM MOCHILA DE VIAGEM, NEM SANDÁLIAS E A NINGUÉM SAUDEIS LONGAMENTE PELO CAMINHO ...
quinta-feira, 6 de outubro de 2022
REVELAÇÃO NÃO É “MODO DE PENSAR
“Nós somos de Deus; aquele que conhece a Deus ouve-nos; aquele que não é de Deus não nos ouve. Nisto conhecemos nós o espírito da Verdade e o espírito do erro” (I João, 4: 6).
Nosso contato com o mundo é nossa influência espiritual sobre as crenças coletivas e sobre aqueles que são vítimas de tais crenças, inclusive as religiosas.
É comum ouvirmos dizer que “religião não se discute”, ou, que devemos “respeitar o livre-arbítrio” do próximo, deixando-o livre em seu modo de pensar.
O próprio Jesus afirmava que “pérolas não se jogam aos porcos”.
Apesar disso tudo, nunca agi dessa forma, nunca deixei de falar a Verdade que me foi revelada e tampouco me preocupei com o que os demais ficaram pensando, se aprovando ou se desaprovando o que eu dizia. Isto porque, no meu entender, unicamente a Verdade deve ser passada às pessoas, mesmo que, de momento, elas achem o que você diz um absurdo, que é o seu modo pessoal de pensar, uma heresia, loucura ou qualquer outra coisa!
A revelação da Verdade NÃO É “MODO DE PENSAR”; ela o torna convicto do que você diz, e esta convicção, mesmo que aparentemente possa incomodar as pessoas, que possam até se sentir ofendidas, ou desrespeitadas, fica a “semente” registrada na mente delas e, como pude constatar, no decorrer dos anos, tais sementes germinam em muitas delas, em algumas em maior e em outras em menor grau!
Não acredito em “porcos”, para negar pérolas a quem entra em contato comigo por algum suposto “motivo humano”.
Somos todos “um”; e, a recomendação de Jesus, quando à questão, eu a vejo da seguinte maneira: se, próximo às pessoas, você sentir internamente que deva ficar calado, numa ação própria sem “omissão pré-determinada”, nesse caso, sim, o “silêncio” será ouro! Não terá sido uma “decisão humana”, e sim “inspirada na hora”.
Este é o chamado “agir pelo não agir”. Seja quem for, e seja pelo motivo que for, todo aquele com quem venhamos a entrar em contato, neste “mundo de aparências”, não será por acaso! Já vimos isto aqui, quando eu disse que não somos “nós”, como pessoas, que passamos ensinamentos a outrem, mas sim, que todos aqueles que aparentemente “conhecermos”, já foram tocados pela própria Consciência divina, razão pela qual este fato espiritual se mostre se desdobrando na “aparência” como imagens de um” conhecendo” outro..
Em outras palavras, a UNIDADE da Essência é projetada como “aparência”.
Assim disse Jesus: “Ninguém vem a MIM se O PAI não o trouxer”.
Cada um, neste mundo, manifesta um “estilo próprio” de sua individualidade, quando expõe a Verdade que viu revelada.
É conhecida a frase “Deus não Se repete”, e, assim como não encontramos duas folhas iguais numa árvore cheia delas, e não encontramos digitais iguais nem em membros de mesma família, aparentemente falando, não encontraremos autores explicando princípios espirituais de maneira idêntica, muito embora a Verdade explanada, evidentemente, terá de ser a mesma.
Quando, durante as palestras ou reuniões, alguém me perguntava: “Por que você não forma um grupo de estudos? Eu gostaria de me encontrar sempre com um grupo assim, porque me sinto fortalecido e mais animado!”
Minha resposta sempre era mais ou menos assim: “Já existem!
Você pode procurar a Ciência Cristã, a Unidade, a Seicho-No-Ie, e muitos outros!” Justamente por já existir disponibilizado esse tipo de coisa, eu preferi manter o ensinamento em seu grau absoluto, escrever textos fieis às revelações, e deixá-los disponíveis a quem realmente estiver interessado prioritariamente neste “encontro CONSIGO mesmo”, e não em encontros com “outros” da aparência!
A Verdade requer Autocontemplação, para ser conhecida, e não “reunião”.
A “Prática do Silêncio” é o meio, os princípios lidos e estudados dão a direção, são a “letra” a ser vivificada pelo “Espírito da Verdade”, que é a Consciência iluminada, e isto, unicamente em quietude e silêncio, pode ser discernido!
Assim a Bíblia diz; “Quem crê no Filho de Deus, em SI MESMO tem o testemunho; quem a Deus não crê, mentiroso o fez, porquanto não creu no testemunho que Deus de seu Filho deu. E o testemunho é este: que Deus nos deu a vida eterna; e esta vida está em seu Filho”.
GRATIDÃO AO MEU AMIGO DÁRCIO
quarta-feira, 5 de outubro de 2022
O PRINCÍPIO “DEUS É TUDO COMO TUDO”
terça-feira, 4 de outubro de 2022
ATENTEMOS ÀS COISAS NÃO VISTAS!”
Quem trilha este caminho espiritual sabe que aquilo que a Bíblia diz, sobre “orar e vigiar sem cessar”, é a base de sua permanência com firmeza nos princípios revelados. Isto porque, apesar de DEUS SER TUDO, do mundo lhe aparenta chegar, e sem parar, uma avalanche de “sugestões hipnóticas”, e ele terá de saber lidar com elas, e com as pessoas que acreditam serem as aparências algo verdadeiro, etc.
“Não atentemos às coisas que se veem, mas nas que não se veem, porque as coisas que se veem são temporais, mas as que não se veem são eternas” (II Cor. 4: 18).
O que Paulo aqui diz, é que mesmo lidando com o mundo e com aqueles que nele creem, todas estas imagens são irrealidades, e que, por ótimas ou péssimas que possam parecer, jamais deverão ser objeto de nossa atenção, mas sim, a REALIDADE PERFEITA, subjacente a todas elas.
Mesmo enquanto parecermos estar lidando com um mundo irreal, o que de fato está ocorrendo, é unicamente a Oniação: Deus em atividade todo-abrangente. Em vista disso, Deus é tanto a nossa atividade real como a de todos aqueles com quem entramos em contato. Nossa atenção, firmada na Verdade e não na ilusão de atividades humanas, garante-nos o desdobrar daquilo que É, na tela mental humana, ou seja, “é feita a Vontade do Pai assim na terra como no céu”.
Caso você deixe de reconhecer as atividades invisíveis, para dar crédito às que são vistas, acabará por rotulá-las, ora de boas, ora de más, e, o que obterá, destes julgamentos pelas aparências, será um puro envolvimento com a ILUSÃO, que se constitui desta “crença” no bem e no mal.
Quando meditamos, e em seguida nos dirigimos às atividades normais do dia a dia, nosso envolvimento com pessoas e situações é inevitável. E não poderemos parar a cada segundo para reconhecer o que é Verdade e o que deixa de ser.
A Bíblia relata diversas situações em que Jesus se deixou envolver, se enervar, se decepcionar, se entristecer, etc. Estes envolvimentos não devem nos incomodar nem nos preocupar, pois, o que deveremos fazer, na mesma hora ou logo que pudermos, é nos ocupar com o reconhecimento da Verdade: “Este que se envolveu com o mundo não sou eu; eu e o Pai somos um, e a harmonia permanente é o que, de fato, constitui a Verdade”.
Tão logo tenhamos tempo e condição para um reconhecimento desta natureza, dediquemo-nos a ele, pondo fim à ilusão de uma vez por todas.
Não devemos permanecer presas do “hipnotismo de massa”, com pensamentos do tipo: “Mas eu não poderia ter agido daquela forma, eu estudo a Verdade”, etc. Se possível for, corte a “ilusão” de imediato; mas, como disse anteriormente, se de momento não lhe for possível parar com tudo e meditar por alguns segundos, jamais alimente o que sabe ser ilusório; e assim que possível for, reconheça Deus como Tudo e a Oniação como a única atividade real e permanente. Nunca se culpe de nada e nunca culpe alguém de nada! A suposta mente humana desejará mesmerizá-lo! É tudo que ela sabe fazer! Não ceda!


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