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terça-feira, 23 de junho de 2015

PESSOAS E DOENÇAS FICAM FORA DA MEDITAÇÃO DE CURA ESPIRITUAL NA QUAL O CURADOR SE PERCEBE COM A MENTE DIVINA

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Assim que entender a natureza impessoal da ilusão, você começará a curar espiritualmente, já que “esquecer o paciente” é o primeiro pré-requisito para este trabalho. 


Enquanto retiver na mente um “paciente”, a cura não se dará. 


Enquanto mantiver na mente o nome de alguma pessoa, a cura não se manifestará, pelo menos espiritualmente. 


Talvez mentalmente, ou pela força de vontade, o paciente possa ser curado; mas, tal benefício pouco diferiria do resultado obtido pela ingestão de um comprimido.



Para curar espiritualmente, instantaneamente afaste de seu pensamento a pessoa que solicitou sua ajuda: nome, identidade e problema. Isto porque nem a pessoa é o problema nem sua doença particular é o problema. 



O problema é a crença universal em alguém apartado de Deus, em uma atividade apartada de Deus, em uma lei apartada de Deus. É com esta crença que você realmente estará lidando.



Quando alguém de nome Sue Jones chega até você e diz: “Estou doente”, cabe-lhe deixar Sue Jones de lado e perceber: “Não! Isto não é pessoa! Isto é a mente carnal. Mas a mente carnal não é mente verdadeira. A mente carnal não é sustentada por nenhuma lei espiritual: não tem substância, não tem causa, não tem realidade”.



Sem pensar na pessoa ou em seu suposto problema específico, você fará manifestar a cura em virtude do reconhecimento de o problema ser, em si, puro nada. 



O problema é a mente carnal, a crença em dois poderes. 


Você não irá lidar com algum “ele ou “ela”, nem tampouco com algum problema pessoal:  estará lidando com a mente carnal, que tenta convencê-lo de que existe uma vida separada e apartada de Deus, ou seja, uma Vida que não seja o próprio Deus. 



Disse Jesus: “Quem de vós me convence de pecado?” Assim, quem poderá convencê-lo de que há pessoa ou condição apartada de Deus?



Com os olhos finitos, você pode ver masculino e feminino, jovem e velho. Porém, ao longo de meus anos nesta prática, aprendi a não olhar muito para as pessoas, e sim através delas, de modo que frequentemente nem chego a notar quem está diante de mim, e nem por qual razão. 



Isso faz com que a identidade da pessoa desapareça de meu pensamento, pois não é a pessoa ou seu problema particular que despertam interesse, exceto que o caso apresentado se torna uma oportunidade a mais para ser revelado que Deus é a única “identidade” presente, e que inexistem leis outras, senão as de Deus. 



Enquanto eu não olhar os que me procuram como pessoa doente a ser curada, pecadora a ser reformada, ou desempregada a arranjar emprego, estarei na base segura como curador espiritual. 



Por outro lado, se considerar, em minha consciência, uma pessoa como doente a ser curado, ou um pecador a ser reformado, um pobre a se tornar bem de vida, ou um desempregado a conseguir emprego, estarei de volta ao nível do sonho mortal, sem capacidade de prestar qualquer auxílio à pessoa, e sem poder trazer qualquer benefício ao mundo. Meu auxílio somente se dá à medida que eu consiga impersonalizar a situação toda.



Há chamados que tem a ver com pessoas com oitenta ou noventa anos de idade. Alguns de vocês estão vivendo próximos àqueles que traduzem estes números como velhice. Não se deixe convencer dessa crença também. Esta sugestão é atingida da mesma forma com que a saúde e a força do corpo e da mente são preservadas: pela não aceitação de que alguém esteja necessitado de cura, regeneração ou suprimento. Seu papel será reconhecer o “Eu” como sendo a única identidade.

“A minha glória não será dada a outro”. 

Se você diz que Deus não dá a Sua glória a doença, pecado ou escassez, onde estas crenças conseguiriam qualquer glória, se Deus é infinito? 

Elas não têm nenhuma glória, nenhuma lei, nenhuma beleza, nenhuma continuidade, pois, se estas crenças não recebem de Deus essas qualidades, significa que elas não as estão recebendo de lugar algum!

Ao sentar-se para exercer um trabalho de cura, tudo de que você necessita é da habilidade de permanecer quieto, em comunhão com Seu Pai interior, percebendo que a Graça de Deus é infinita. 

Você não precisa de qualquer poder. Não estará curando algo ou alguém. É uma ilusão acreditar na existência de algo ou alguém que devesse ser curado.

Curar espiritualmente significa provar que pecado, doença e morte não são poder; assim, nenhum poder é necessário para vencê-los. 

Quando falamos de Deus como Poder único, não pense nisso como algum poder que você devesse utilizar. Pense nEle como o Poder que criou o Universo, e que o mantém e sustém. Permita que Ele assim o faça, enquanto comunga com esse poder.

É como se você estivesse quietamente sentado, conversando com sua mãe. Você não necessitaria de poder algum. 

Deus é o único Poder, e Deus criou este Universo através do “Eu”. Deus o mantém e o sustém; assim, você não precisa de nenhum poder: necessita somente da habilidade de comungar com seu Eu interior, e sentir-se em paz com Ele. E irá constatar que Deus - a Dimensão Espiritual Única está mantendo e sustentando a Sua Criação, sem qualquer tipo de ajuda, sua ou minha.




                  Amor e Gratidão eterna
                    a  Joel S. Goldsmith




segunda-feira, 22 de junho de 2015

A PERCEPÇÃO DO CURADOR DE SER CONSCIÊNCIA DIVINA É QUE PROMOVE A CURA











Quando recorres a um curador espiritual, que é o que pensas que te vai ajudar? 

Tens alguma ideia sobre qual seja a razão, o modo ou processo por que se dará a cura que esperas? Se era por fé cega, confiança em Deus? Ou reconheces que se opera pela Consciência do curador? 


Quando pedes auxílio a um curador, esse auxílio vem porque ele alcançou uma PERCEPÇÃO em que o mal, a doença ou erro, seja qual for seu nome ou sua natureza, perdeu seu poder aparente.



Se pedires a ajuda de alguém que crê que a dor seja alguma coisa que se deva recear, ou que o erro, o mal ou a doença seja algo odioso ou temível, não serás curado. 

Mas quando pedires a ajuda de um curador que não teme germes, infecções ou contágio; alguém que sabe que micróbios, infecções e contágio não existem como poder, senão simplesmente como efeitos – serás curado mui rapidamente. O que cura é a PERCEPÇÃO do curador espiritual.



Poder-se-á perguntar: Onde está Deus em tudo isso? 
Na consciência que sabe que não existe nada que lhe seja oposto. Deus é a Percepção do curador que não teme, não odeia nem ama o erro, mal, doença sob forma alguma. Então, e só então, é que o curador realmente capaz de curar.


Aquele que teme a doença ou sente repugnância por esta ou aquela forma de pecado, ou que critica ou condena o alcoólatra ou o libertino, revela não possuir PERCEPÇÃO CONSCIENCIAL capaz de curar realmente. 

A Percepção Espiritual do curador é agente curativo somente na medida em que esteja isento de medo, aversão ou amor ao erro -  mal ou doença, seja qual for o nome ou a natureza deste. 


Se tememos certa doença e acreditamos que tenha o poder de matar, então não podemos curá-la. 


Além disso, precisamos compreender que não há um Deus sentado perto de nós aguardando oportunidade para intervir no trabalho a nosso favor.

Deus é Consciência espiritual infinita, em que não há pecado, doença nem morte. Na medida em que o curador reconhecer esta verdade, tal será sua Percepção. 

Ninguém superou totalmente a crença de que existe poder e presença na matéria. Mas Jesus conseguiu superá-la mais do que todos os outros.

Há nisto um outro ponto a considerar. Talvez queiras saber por que será que um dia vais a um curador e és curado instantaneamente e, depois, em outra época, tens de voltar a ele quatro ou cinco vezes antes que se dê a cura. 

No primeiro caso, a cura foi instantânea porque quando pediste o auxílio do curador, este se achava em uma PERCEPÇÃO, na qual estava isento de ódio, mágoa, medo e amor às aparências. 


No segundo, a cura foi retardada por conta do contato do curador com sugestões hipnóticas do mundo, chegadas através de rádio e televisão ou de manchetes de jornais, ou devido a problemas de família. 


O curador faria melhor trabalho se pudesse ausentar-se frequentemente por períodos e dois ou três dias de cada vez.

Não há mistério nem milagre em relação à cura. Esta resulta diretamente da PERCEPÇÃO CONSCIENCIAL daquele a quem se recorre. 

Ao pedires o auxílio do curador, entras em contacto com a consciência dele. Se ele sempre estivesse na Percepção da sua Consciência divina, infinita, toda vez que lhe pedisse ajuda, serias curado imediatamente. 


Fará curas à medida que te aperceberes desta verdade: Deus é que é a tua Consciência divina, e não a tua mente pensante.

Quando alguém te pedir ajuda, volta-te, imediatamente e sem hesitar, ao teu mais alto entendimento, sabendo que o auxílio está chegando na medida de tua percepção de Deus como consciência individual, consciência que nada sabe acerca do erro, doença ou mal e nem toma conhecimento de forma alguma de erro- doença ou mal e que, por isso mesmo, não o odeia, não o teme, nem o ama.

Na proporção em que estudares, na medida em que meditares, Deus, ou a Verdade, Se manifestará e Se revelará como tua consciência individual.






                       Gratidão, Amor e Respeito a Joel S. Goldsmith  

domingo, 21 de junho de 2015

QUEM É O MIM?







A carne e o sangue não podem herdar/perceber o reino do Deus. 

Se não entrastes/percebestes o reino do céu é porque durante toda a tua vida tens estado a lidar com a carne e o sangue.


Agora precisas abandonar todo o teu interesse pela carne e o sangue, ou seja, pelas aparências materiais e começar a compreender aquele que ele enviou.



A Consciência infinita, chamada Deus, foi enviada ao mundo como tua Consciência.



Quando começares a crer real e verdadeiramente que Deus é a tua consciência, que tudo o que necessitas provém da tua consciência divina, e não de fora, não do mundo dos efeitos, então estarás na primeira etapa da expansão espiritual.




Replicam-lhe eles: Que sinal nos dás para que o vejamos e te demos fé? qual a tua obra? Nossos pais comeram o maná, no deserto, conforme está escrito: Do céu lhes deu pão a comer.



Respondeu-lhes Jesus: Em verdade, em verdade vos digo: Não foi Moisés que vos deu o pão do céu; meu Pai é que vos dará o verdadeiro pão do céu. Porque o pão de Deus é aquele que desce do céu e dá a vida ao mundo. (Jô 6:30-33).




O que é esse ele? É um homem, ou é tua consciência? 

É a consciência divina aparecendo como tua consciência individual a dar vida a teu corpo, a sustentar tua posição social, teu lar.



O Pão de Deus é a Consciência Divina, infinita, que aparece como tua consciência individual: é Deus a desdobrar-se, revelar-se, manifestar-se como teu ser individual. 

Quando souberes isto, poderás realmente crer n’ele e esperar tudo o que te for necessário na vida: todo suprimento, toda paz, todo domínio.



Disseram-lhe eles: Senhor, dá-nos sempre esse pão.



Tornou-lhes Jesus: Eu sou o pão da vida. Quem vem a Mim jamais terá fome; e quem crê em MIM jamais terá sede.



O mundo pensa que esse Mim representa um homem chamado Jesus Cristo, que viveu há dois mil anos.



Mas esse Mim, esse Eu é Deus, o EU ABSOLUTO e INFINITO, que aparece como EU individual.

O MIM É O PAI,  OU SEJA, O INFINITO INVISÍVEL - ESPÍRITO INFINITO - SENDO JESUS  E SENDO VOCÊ TAMBÉM.


Esse Mim é o endosso da Unidade com o Pai - a origem Espiritual de Jesus e de todos nós, quando ele revelou:
"Eu e o Pai Somos UM"



Eu sou o pão da vida, e o lugar onde estou é terra santa porque Eu estou nele. Não é isto algo tremendo?



A Consciência Espiritual individualiza-se como sendo tu!



O mundo tem estado a dizer que Jesus Cristo é ou foi essa Consciência, esse Eu, mas como nos poderá tal coisa ajudar, se somente Jesus é essa Consciência, esse Eu, e eu não O sou?



...Bem vos dizia eu que não credes, ainda que me tenhais visto. Tudo quanto o Pai me dá vem a mim; e eu não repelirei a quem vier ter comigo; porque desci do céu, não para cumprir a minha vontade, mas, sim, a vontade daquele que me enviou. (Jô 6:36-38).



Perceber que isto se aplica a nós? que o nosso único propósito é fazer a vontade daquele que me enviou?



Ninguém poderia ser atraído a uma pessoa agora, ou há dois mil anos atrás, só por possuir alguma espécie de mensagem pessoal.



A menos que percebas, não apenas que eu, o autor destas palavras, vim a este mundo para fazer a vontade daquele que me enviou, mas que esta é também a tua missão na vida, não terás alcançado o ponto mais importante de toda esta obra.




                   Gratidão, Respeito e Amor a Joel Goldsmith

sábado, 20 de junho de 2015

TENHAIS FÉ NAQUELE QUE ELE ENVIOU ...









TENHAIS FÉ NAQUELE QUE ELE ENVIOU, PORQUE ELE ENVIOU A SI MESMO COMO A CONSCIÊNCIA DE CADA UM DE NÓS 




Isto nos leva a pensar no preceito: Não andeis ansiosos pela vossa vida, quanto ao que haveis de comer, nem pelo vosso corpo, quanto ao que haveis de vestir. 



De nada adianta sermos alimentados hoje pelo grande Mestre Jesus para a ele voltarmos amanhã em busca de mais alimento. 



Quando presencias uma cura, procuras saber o seu segredo? Ou como se operou o milagre, indiferente com os efeitos? 



Por favor, observa este ponto. Cuida que teus sentidos não fiquem hipnotizados pela magnitude da demonstração, a ponto de esqueceres de investigar o seu segredo, a sua causa. 



Precisamos deixar que Deus, a Consciência de nosso ser, seja a medida de nossa demonstração de cura. Sendo infinita, nossa Consciência tem que manifestar-se como uma infinitude de pães e peixes, como uma quantidade ilimitada de dinheiro, como um lar infinito, como ação ilimitada. 

E agora chegamos à essência do nosso trabalho. 

Lemos no evangelho segundo João, pouco depois do registro desta resposta de Jesus: Andais à minha procura, não porque vistes sinais..., o seguinte: 

Não vos afadigues por um manjar perecedor, mas, sim, pelo manjar que dura para a vida eterna e que o Filho do homem vos dará... (Jô 6:27) 

Não te afadigues, não estudes, não medites, nem dês tratamento visando a produzir um efeito. 

Não vivas no mundo dos pensamentos e dos objetos. 

Trabalha por conseguir aquela Percepção Espiritual que produzirá equilíbrio na tua mente, no teu corpo, na tua bolsa, no teu lar, na tua vida familiar, nas tuas relações em geral, bem como nos negócios nacionais e internacionais. 

A Consciência Espiritual não dá valor à comida que perece, mas, sim, àquela consciência que constitui a lei da vida e que se manifesta na forma de comida perecível. 

Jesus não disse que não devamos ter esta comida. Ele disse que o Filho do homem nos dará a verdadeira comida e que é por essa que nos devemos esforçar, isto é, por essa percepção espiritual. 

O objeto desta obra é a revelação, dentro de nosso próprio ser, do SER espiritual que de fato somos.

A maioria de nós não está satisfeita com o que vê e com o que parece existir. 

Nunca estaremos satisfeitos enquanto não nos voltarmos para o SER ESPIRITUAL que realmente somos. 

Só então é que acabará a luta de todo momento entre o espírito e a carne. 

O término desta luta e a abertura da consciência do desenvolvimento espiritual tornaram-se algo mais que uma vaga esperança quando os instrutores espirituais começaram a demonstrar que se precisa e como se pode viver realmente em contato consciente com Deus durante os sete dias da semana. 

O mundo está reclamando o aparecimento de um novo tipo CONSCIÊNCIA, na qual não haja guerra nem coisa alguma que provoque hostilidades. E isto é realmente um milagre! 

Perguntaram-lhe: Que nos cumpre fazer para praticarmos obras de Deus? 

Respondeu-lhes Jesus: A obra de Deus está em que tenhais fé naquele que ele enviou. (Jô 6:28,29). 

Este é um dos preceitos mais importantes que se encontram na Bíblia: ... que tenhais fé naquele que ele enviou. 

Quem foi que ele enviou? 
A si mesmo, como consciência de cada um de nós! Deus individualizado como o Filho! 

Deus enviou-se a si próprio em se manifestando como cada um de nós. 

Precisas aprender a confiar na tua própria consciência como sendo a Consciência de Deus aparecendo como tua consciência. 

Assim é como aprenderás a fazer as obras de Deus. Está certo fazeres essas obras, pois ele disse que poderemos fazê-las. Não fora assim e ele poderia ter dito: Vós, pobres e pequeninas almas!, mas, pelo contrario, o que ele disse foi: ... que tenhais fé naquele que ele enviou. 

Deves crer que a Consciência infinita, chamada Deus, foi enviada ao mundo como tua Consciência.




            Gratidão, Respeito e Amor Eterno
                      a Joel S. Goldsmith

sexta-feira, 19 de junho de 2015

RECONHECENDO A FONTE - 2









Vendo o povo o feito poderoso que Jesus acabava de realizar, exclamou: Este é realmente o profeta que deve vir ao mundo.



Reparou Jesus que queriam vir e levá-lo à força para proclamá-lo rei. Pelo que tornou a retirar-se para o monte, ele sozinho.





Ao anoitecer, desceram os discípulos ao lago, embarcaram e dirigiram-se para a outra margem, rumo a Cafarnaum. 
Já era escuro, e ainda Jesus não fora ter com eles. 
Iam as vagas empoladas com forte ventania. Tinham remado uns vinte e cinco a trinta estádios, quando avistaram Jesus a andar sobre as águas e aproximaram-se da embarcação. Encheram-se de terror. 


Jesus, porém, lhe disse: 


Sou eu: não temais! (Jô 6:12-20).







De que se aterrorizam eles? De alguma coisa externa? De algum efeito? Da forte ventania? Ou das ondas empoladas? 

E qual foi a reação de Jesus ante aquela tormenta? – Sou eu; não temais! 


O Eu é Deus, a Consciência Divina aparecendo como Consciência individual em cada um de nós. 



Portanto, a toda tormenta com que depares em tua vida, ao invés de procurares algo com que fazê-la cessar, fica onde estás e dize: Sou eu; não temais! 

Eu, Deus, aparecendo como consciência individual, tenho que ser a Lei para tormentas, ventos, ondas, vulcões e até para bombas atômicas.



Em O Caminho Infinito, nós estamos retirando toda a crença que tínhamos no suposto poder e presença das coisas do mundo externo – quer sejam dinheiro, pães e peixes, tormentas, pecado ou doença –  

Em O Caminho Infinito estamos retirando todo o foco das aparências de bem ou aparências de mal, depositando nossa fé no verdadeiro e Único poder, que é o de Deus, que aparece como Consciência individual - em cada um de nós. Esse Eu que Eu SOU , é a Lei para toda tormenta.

“SOU EU!” –   EU, DEUS , É a Onipresença Divina que caminha acima do mar de crenças, que caminha acima das aparências de bem e mal. 




Ora, vendo eles que Jesus e seus discípulos já não estavam lá, embarcaram e foram a Cafarnaum, em busca de Jesus. 

Deram com ele na outra margem e perguntaram-lhe: 

Mestre, quando foi que chegaste aqui? 
Respondeu-lhe Jesus: 
Em verdade, em verdade vos digo: Andais à minha procura, não porque vistes sinais, mas porque comestes dos pães e ficastes fartos. (Jô 6:24-26).






Sim, eles voltaram pelo pão. Mas teriam visto o milagre? Não perceberam que o pão fora produzido pela Consciência? Acaso estavam interessados nisso? – Não. 

Estavam interessados somente em obter mais pães e peixes. Sua atenção estava focalizada nas coisas do mundo; nos efeitos produzidos, estavam presos ao ódio, ao medo, ao amor e ao desejo pelas coisas do mundo.


Com efeito, o interesse e o foco deste Estudo não deve se limitar aos efeitos, mas a CAUSA ÚNICA que é DEUS - ESPÍRITO sendo o SER que somos.




                        

                        Joel S. Goldsmith



quinta-feira, 18 de junho de 2015

RECONHECENDO A FONTE - 1






Disse Jesus: Mandai esta gente sentar-se. 

É que havia muita relva no lugar. 

Sentaram-se, pois, os homens em número de uns cinco mil. 

Tomou Jesus os pães, deu graças e mandou-os distribuir a todos que estavam sentados; da mesma forma, os peixes, quanto queriam. 

(Jô 6:10,11).






Por que deu ele graças? Por que fazia isso parte do ritual? Sabes que ele não estava obedecendo ordens para dar graças a ninguém. Assim, pois, ao dar graças, sem dúvida, estava pondo o princípio em ação.



A ação de graças é um reconhecimento da Fonte.

Dar graças é reconhecer a Causa.

Por isso, quando dizemos: Graças a ti, Pai, eu sou, estamos exprimindo nossa convicção de que o nosso suprimento não se origina de nenhum ser humano, mas, sim, do Pai. 



Não vem de nossa inteligência humana, de nossa engenhosidade ou de nossa personalidade. Procede do Pai.

Dar graças é portanto, um ato de reconhecimento da Fonte de todo suprimento, a qual é a Consciência Espiritual. 



Sem o reconhecimento de que a Consciência é essa Fonte, não há demonstração da Verdade de que o suprimento vem dessa Fonte como consequência natural de nosso contato com ela ou seja, de nossa UNIDADE COM O PAI. 


Quando reconhecemos a Deus, a Consciência infinita de nosso ser, como fonte de tudo o que chega até nós, então o nosso Obrigado ao Pai, representa nosso reconhecimento da nulidade do ego humano e do esforço humano. 

É um reconhecimento da presença e poder de Deus como fonte de tudo o que chega até nós como suprimento de todas as nossas necessidades.

Em cada passagem de tua vida, a gratidão desempenha um papel talvez muito maior do que imaginas. 

Gratidão não é sentimento relacionado com outra pessoa. É tua harmonia, teu contato com Deus, tua união com Deus. 

Em verdade, nunca precisas dizer Obrigado a outrem que tenha servido de canal para o bem que recebes. 

Naturalmente que nós o fazemos como uma forma de cortesia. Entretanto, se essa expressão externa de gratidão não for acompanhada da compreensão interna de que Deus, nossa consciência, é a fonte daquilo por que somos gratos, estaremos agradecendo à fonte errada, e teremos perdido a essência do verdadeiro sentido de gratidão. 

A graça que Jesus rendeu ao Pai, foi o seu reconhecimento silencioso de que Deus é a causa e o efeito de toda e qualquer quantidade de pães e peixes.


Depois de todos fartos, disse a seus discípulos: Recolhei as sobras, para que não se percam. Recolheram e encheram doze cestos com os pedaços dos cinco pães de cevada, que sobraram aos que tinham comido.




             Gratidão, Amor e Respeito a Joel S. Goldsmith