A real existência é puramente Espírito, a Presença de Deus emanando cada uma de Suas formas perfeitas. O Ser que somos é uma delas, razão pela qual a Bíblia diz que “nosso Corpo” é o Templo de Deus.
Esta informação absoluta precisa ser contemplada sem interferências da suposta mente humana, e, para isso nos ser possível, entramos em meditação unicamente objetivando perceber que “estamos sendo emanados”, aqui e agora, pela ação divina perfeita e absoluta, que nada tem a ver com uma ilusória existência material.
Sendo Deus o Ser que somos, nada além desta percepção nos é necessária, razão pela qual devemos nos dedicar a ela com o máximo de atenção e interesse. Em outras palavras, as “contemplações” devem ser feita unicamente com este propósito: perceber estarmos sendo “emanados de Deus”.
Ao revelar que “somos seres à imagem e semelhança de Deus”, a Bíblia explica que, como DEUS É TUDO, toda a Sua Natureza está presente como o Ser individual que somos.
“Eu e o Pai somos um”, disse Jesus, para deixar bem claro a Verdade universal de que “aquele que nos vê, vê o Pai”, desde que esta visão seja a desta UNIDADE. Nada nem ninguém, como captados pela suposta mente humana, tem realidade
Ser “um com Deus” quer dizer “ter a Mente de Deus” e, portanto, a “percepção de Deus”. De nada adianta querer forçar a suposta mente humana nesta direção e com a intenção de ter ela esta percepção: jamais ela perceberá Deus sendo o Ser que agora somos! É por isso que falamos sobre “perceber-se emanado de Deus”, ou seja, esta “entrega” à Fonte de nossa existência faz a suposta “mente humana” deixar de querer participar de algo a que ela não tem nenhum acesso, enquanto intuitivamente “observamos a Oniação” emanar e manter o Cristo que somos!
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