A atividade real de cada um de nós é unicamente como Oniação divina, ou seja, é ali que somos um com a Onipresença e nos vemos como eternamente somos ativos.
O que a suposta mente humana nos apresenta como “alguém ativo” só poderia ser equiparado a um sonhador que “se visse ativo” em seu sonho! Sonhando, ele estaria convicto de ser a figura do sonho; porém, dele acordando, tal figura se revelaria como sempre estivera sendo: puríssimo “nada”.
É importantíssimo darmos início às “contemplações da Verdade” a partir de Deus, isto é, de nosso EU ILUMINADO E “DESPERTO”.
Unicamente Deus é realidade, e, em vista disso, a Vida que somos, é Deus vivendo, e como Oniação onipresente.
A suposta “mente humana” desenha uma “miragem ativa” em mutação; que devemos reconhecer? Que é “miragem”, sem ficarmos “avaliando” suas ilusórias movimentações, que são meras “sombras mortas” que se “mexem” como se, de fato, a “miragem” fosse realidade!
A percepção de que “miragem é miragem”, ALGO COMPLETAMENTE IRREAL, nos deixa aptos a CONTEMPLAR O REAL, A NOSSA AÇÃO INDIVIDUAL INCLUSA NA ONIAÇÃO DIVINA, QUE É PERMANENTEMENTE PERFEITA E GLORIOSA!
As “contemplações absolutas” devem ser praticadas em momentos em que dispomos de tempo livre para a elas nos dedicarmos.
Os artigos fornecem o “batismo com água”, que são a letra ou os princípios da Verdade. A partir das leituras, cada detalhe deverá ser levado em consideração, ser percebido e “contemplado”, ou seja, temos de nos ver identificados com a Mente de Cristo, a Mente que “enxerga” a nossa presença na Oniação e que, por isso mesmo, reconhece o suposto “mundo fenomênico” como “miragem”, uma irrealidade que traduz uma “ausência”, e nunca uma “coexistência” com a Verdade Absoluta.
Por isso, sempre que os princípios espirituais são apresentados, também é enfatizado que “devem ser contemplados”, o que, às vezes, conseguimos realizar em poucos instantes, porém, em outras, um tempo maior aparentemente nos será requerido. E para anularmos este suposto “tempo”, devemos incluir na “contemplação” o fato de que SOMENTE EXISTE O AGORA!
“Contemplar”, portanto, não é ficar com a “mente parada”, mas sim ATIVA COMO DEUS, ATIVA COMO A MENTE DE DEUS. É nesta percepção contemplativa que nos vemos IDENTIFICADOS COM A UNIDADE PERFEITA, COM A ONIPRESENÇA ONIPOTENTE, E COM A NOSSA REAL ATIVIDADE, “INCLUSA” NA ONIAÇÃO ETERNA E ABSOLUTA!
*GRATIDÃO ETERNA AO MEU AMIGO DÁRCIO
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