O mais importante, nas “contemplações absolutas”, é realmente partirmos da aceitação de que DEUS, SENDO TUDO, JÁ ESTÁ SENDO O CRISTO QUE SOMOS.
Assim, partimos da inexistência de “vida terrena” e da admissão de que a Mente de Cristo ESTÁ, AQUI E AGORA, PERCEBENDO O QUE DEUS PERCEBE.
Partimos destas Verdades como FATO CONSUMADO, mesmo que, a princípio, a ilusória “mente humana” tente nos dizer o contrário. Não a levamos em consideração! Com “coração de criança”, sentimo-nos sendo o Cristo e vendo o que Deus vê.
Uma forma eficaz de não nos envolvermos com a ILUSÃO, é iniciarmos as contemplações como sempre aqui foi recomendado para a Prática do Silêncio: “Pai, cria em mim silêncio, para que eu possa perceber a Tua Presença sendo a minha”.
Esta simples oração anula a mente humana, enquanto Deus – evidenciado como o Eu que somos – é reconhecido como o ÚNICO EM ATIVIDADE. Podemos, também, substituir a palavra “Presença” pela palavra “Mente”: “Pai, cria em mim silêncio, para que eu possa perceber a Tua Mente sendo a minha”.
Esse tipo de contemplação é muito útil por ser rápido, sem “mundo humano” sendo reconhecido, e com a Oniação divina aflorada; assim, pode e deve ser feita em vários momentos do dia a dia, que, na realidade, nunca são “momentos diferentes”, mas sim o ETERNO AGORA.
Quando nos abrimos a Deus dessa forma, já em reconhecimento de que somos uma UNIDADE PERFEITA, percebemos o fluir divino das revelações, e não haverá percepção alguma de “trabalho mental”.
DEUS É TUDO, NOSSOS PENSAMENTOS SÃO VISTOS SENDO OS DELE, E NOS VEREMOS ONDE REALMENTE ESTAMOS: NO ABSOLUTO.
Os supostos “sentidos humanos” não são “nossos”! São a ILUSÃO! Unicamente o que DEUS É, É O QUE TEMOS E O QUE SOMOS!
As “contemplações” são feitas, portanto, a partir da convicção absoluta de que “em Deus vivemos, nos movemos e temos o nosso ser”, como nos revelou o apóstolo Paulo (Atos 17: 28). Nenhuma atenção será dada à ilusória “mente humana”.
Quem meditar dentro destes princípios, se verá “entregue a Deus” em toda a “contemplação absoluta”, ou seja, sendo UM COM ELE.
Continua…>
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