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quinta-feira, 1 de janeiro de 2026

Deus É Tudo: A Base Das Contemplações -4 (Final)

 


A Bíblia registra que Jesus passava horas, até mesmo vários dias, em suas contemplações absolutas, que o deixavam totalmente consciente de “ser Deus” no lugar em que estivesse. Esta convicção era por ele defendida em todos os momentos em que o mundo buscasse envolvê-lo com suas crenças. Suas colocações, afirmando sua Identidade Divina, estão claramente expostas nas Escrituras: “Quem me vê a mim, vê o Pai”; “Mulher, que tenho eu a ver contigo?”, “Antes que Abraão existisse, eu sou”, etc..

QUEM É ESTE “EU”? ESTE “EU” É VOCÊ! DEUS MANIFESTO COMO VOCÊ! E todas as colocações feitas por Jesus são feitas, igualmente, pelo EU REAL que constitui a sua eterna e permanente identidade cósmica.

As “contemplações absolutas” são expedientes de anulação de nosso suposto “envolvimento” com o “mundo de aparências”. Com elas, reconhecemos e nos identificamos com a Verdade de que DEUS É TUDO, TUDO É DEUS; deixamos de acreditar que “somos humanos” para perceber que “somos deuses”.

Aqueles que fazem somente meditações rápidas e superficiais, e logo em seguida voltam a se identificar com o “mundo de aparências”, não seguem os passos de Jesus; desse modo, o efeito de suas contemplações é muito reduzido, por a Verdade não ter se tornado “convicção”. Seguidas concessões são feitas ao mundo, e elas acabam endossando as “crenças coletivas”, levando-os ao errôneo “julgamento pelas aparências”.

A maioria dos ensinamentos espirituais é dualista; incentiva as meditações no sentido de que reconheçamos nossa identidade crística, mas, em seguida, fala sobre nós como “alguém do mundo” novamente. Por isso, aqueles desejosos de “permanecer em Mim” deverão procurar agir como Jesus, e não como estes ensinamentos pregam!

Jesus preservava sua real identidade, sem viver fazendo concessões ao mundo, e sem achar que suas contemplações fossem para gerar “melhor vida humana”. 

Suas contemplações eram para glorificar a Presença de Deus nele próprio, e o mesmo ele nos recomendou que fizéssemos: “Colocai a vossa Luz no alto do alqueire”.

Se procurarmos viver esta “vida contemplativa”, e não apenas “momentos contemplativos”, a Verdade que SOMOS será mais facilmente praticada, e isto, com muito maior naturalidade.

Somos a Presença de Deus vivendo no Reino de Deus; assim, se fizermos este reconhecimento através de vários lembretes da Verdade em nosso dia a dia, até as nossas “contemplações absolutas” serão mais eficazes e feitas com maior facilidade.

Vale aqui recordar que “afirmar” que estamos em Deus” e “negar” que estamos no mundo, é associar a Ciência Mental a este estudo, evitando que a suposta “mente humana” fique livre e sem direção, para tentar nos sugestionar com as ideias fraudulentas do mundo.




F I M

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