O bom-senso nos ensina o ditado popular: “Cada macaco no seu galho”.
Notamos, na forma de agir de Jesus, que, além de suas demoradas contemplações absolutas da Verdade, ele empregava com vigor o “Poder da Palavra”, ao lidar com as “crenças hipnóticas” deste mundo.
Nas “contemplações”, reconhecia unicamente Deus, e, no mundo, usava a mente para expulsar as crenças em dois poderes!
A suposta “mente carnal”, de nossa parte, deve unicamente receber sua expulsão! Não faz sentido algum ficarmos lidando com ela e, com isso, dando-lhe pretensa presença ou poder! Imagem hipnótica não passa de imagem hipnótica! Mas, se não a expulsarmos de aceitação, ela ali ficará, contando com o nosso endosso.
Sempre que percebermos a atuação hipnótica das “crenças coletivas”, devemos expulsá-las imediatamente!
“SAIA! VOCÊ NÃO É DEUS, PARA FICAR COMIGO!” – esse tipo de atitude enérgica corta nossa adesão ao erro! Faz aflorar na hora a Verdade de que “Fora de MIM, não há poder!”
DEUS É TUDO! Desse modo, quando “expulsamos o erro”, estamos, de fato, admitindo a Verdade de que somente Deus é presença e poder!
Não devemos esperar “horários de contemplação” para desacreditarmos do erro! Usamos o “Poder da palavra”, até ele se render e sumir!
Quando os ensinamentos pregam a “não resistência ao erro”, eles são verdadeiros; porém, “não resistir” não significa “abrigar”.
“Não resistir” significa “não lhe dar poder”, ou seja, expulsamos as “crenças hipnóticas” como destituídas de poder, assim como fazia Jesus: sem imaginar possível “resistência” por parte delas.
“SAIA! VOCÊ NÃO É DEUS, PARA FICAR COMIGO!” – seja firme, ao expulsar a “sugestão hipnótica”! E não a entenda como realidade!
Lembre-se: não tem cabimento você “abrigar ilusão”, esperando poder “contemplar” sua nulidade! O NADA É SEMPRE NADA! E é nesta compreensão que Jesus repreendia o erro: sem ver nele qualquer resistência, presença ou poder!
*GRATIDÃO ETERNA AO MEU AMIGO DÁRCIO
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