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quinta-feira, 29 de janeiro de 2026

Recircule Os Recursos Visíveis Em Suas Prioridades!

 





Assim como alguém tem dinheiro em sua conta bancária e, indo ao banco, nele vai ao caixa com a certeza de poder sacá-lo, aquele que conhece sua filiação divina e a sua condição de “herdeiro de Deus”, revelada nas Escrituras, age da mesma forma, na certeza de que o “Banco Universal” faz chegar às suas mãos o que se fizer necessário.

A Lei divina assim age com cada Filho de Deus, colocando previamente em suas mãos os recursos necessários ao seu cumprimento de objetivo. Deve ele se dedicar às meditações, para captar a intuição sobre como aplicá-los corretamente. 

Se um pai coloca nas mãos de seu filho o dinheiro necessário para sua ida à escola de ônibus, e com sobra para um lanche, caso ele desvie seus recursos para comprar cigarros, por exemplo, não poderá reclamar que lhe faltou dinheiro!

Soube de um caso em que a pessoa, vendo a filha prestar exame vestibular, em vez de prever ter de aplicar o dinheiro de que dispunha em sua eventual matrícula, usou-o todo para entrar em consórcio de carro zero; e quando a filha foi aprovada no exame, estava sem o dinheiro necessário para pagar os gastos com a entrada dela na faculdade. Já tinha carro, e também o dinheiro disponível, mas foi usá-lo indevidamente, em vaidade fora de hora, e se colocando em má situação. Seria errado trocar de carro? Não, mas não estaria sendo a sua prioridade daquele momento!

O princípio espiritual é corretamente empregado quando reconhecemos nossa “herança infinita” na certeza de que, também na “aparência”, como “sombras”, estes recursos se mostram em nossas mãos; e então, deverão ser usados com sabedoria e nas prioridades de cada dia. Gastar antes de tê-los em mãos, ou, vendo situações prioritárias, e usá-los em desvios fúteis ou em puras vaidades pessoais, é entender erroneamente o processo metafísico.

Importante, também, é o conhecimento do “Princípio da Datividade”. Disse Jesus: “Dai, e ser-vos-á dado”. 

Se alguém só pretender “receber ar”, em seus pulmões, sem nunca “expirá-lo”, saberá que não dará certo, ou seja, terá de viver no equilíbrio da “inspiração e expiração”, entendendo que é somente nesta visão que “o ar é dele”. Entendido corretamente, o ar será dele e, igualmente, será de todos. 

Aquele que se satisfaz apenas em “acumular bens”, estará se “intoxicando” com eles, e se desviando da harmonia espiritual de viver, que desaprova o egoísmo.

Quando alguém “expira”, não pensa estar “gastando o seu ar”. 

Da mesma forma, quando “expiramos” o dinheiro que temos, não o estamos “gastando”, mas recirculando-o, e, é nesta visão que o veremos sendo continuamente reposto através das leis divinas.

As meditações absolutas devem assiduamente ser praticadas, para que a Verdade de que “somos todos um” permaneça aflorada, para que os recursos sejam recebidos ininterruptamente, e para que sempre saibamos empregá-los, quando aparentemente estivermos lidando com a suposta “mente humana” e com o seu suposto “mundo de aparências.






*GRATIDÃO ETERNA AO MEU AMIGO DÁRCIO

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